Divulgação médico veterinária. Noticias, artigos, fotos, imagens, vídeos, Petclube é o melhor site que vende cães bulldog, pug, rhodesian ridgeback, frenchie bulldog, chihuahua, buldogue campeiro, olde english bulldogge, pitmonster, gatos ragdoll, maine coon , bengal, exotico, persa, com anúncios de divulgação de filhotes de cachorros e gatinhos munchkin toy raríssimos para todo Brasil
wthats 55 11 9386 8744 Juquitiba SP
Super AST selecionado através de cruzamentos
MIOSTATINA
Estudos em animais
Over Bullys exclusividade do Premiado CanilAmichetti de Juquitiba SP
Aceitando as diferenças
Mais Parrudos graças a seleção em mais de 20 anos
Largos, Mais Fortes, Super Rústicos e Super Mansos

Os cães OVERBULLYS já são mais impressionantes, quebram o Preconceito mostrando que cães parrudíssimos também podem ser super mansinhos e super saudáveis.
São mais fortes devido a seleção genética.
Cruzando cães com menos miostatina ao longo de mais de vinte anos, chegou-se a beleza exuberante dos OVERBULLY 100% Canil Amichetti, cães baixos, largos, com muita musculatura e saúde de ferro
Possuem cabeça quadrada, com fuço curto e grosso, crânio promunciado, caixa toráxica grande e ossatura pesada e cernelha mais baixa que um american staff de pista, possuem corpo quadrado e são um resgate aos antecessores do próprio american staff.
Não são cães para exposição ou show, mas antes cães para pessoas que gostam de cães muito fortes e diferentes, acima de tudo AMIGOS, algo bem moderno no sentido de cidadania.
Conviver em sociedade dignamente mesmo sendo diferente.
Afinal todos vivemos num mesmo planeta e temos o direito de aceitar as diferenças e com isso aprender a conviver (viver bem), respeitando aquilo que ainda não compreendemos dentro do Mundo Maior.Valores para companhia à partir de r$ 3000,00
Em 1997, MCPHERRON et al fizeram um experimento interessante e obtiveram uma descoberta surpreendente. Através de manipulação genética os pesquisadores produziram ratos com deficiência no gene GDF-8 (miostatina) e verificaram que os animais "deficientes" eram muito maiores que os normais, com seus músculos chegando a ser de 2 a 3 vezes mais volumosos, sem que houvesse um aumento correspondente na gordura!!!!
Em animais de maior porte, como os bois, a inibição da miostatina não é tão significativa quanto em ratos. Existem algumas raças que possuem naturalmente mais massa muscular, como a Belgian Blue, a qual possui uma mutação genética que a leva a ter de 20 a 25% mais massa muscular e uma menor quantidade de gordura intramuscular e tecidos conectivos (dados citados por MCPHERRON & LEE, 1997). Estes dados em animais podem levar a interessantes trabalhos no campo da engenharia genética, no sentido de produzir animais maiores e com carne de melhor qualidade em uma grande variedade de espécies, tendo em vista que a miostatina conserva suas propriedades em diversos componentes do reino animal.
Estudos em humanos
Desta forma, tornou-se inevitável associar o ganho de massa muscular à atividade da miostatina em humanos. Esta poderia ser uma explicação de como o fator genético determina a composição corporal dos indivíduos em níveis musculares, teorizando que pessoas com maiores atividades de miostatina teriam dificuldade em ganhar massa muscular.
Um estudo feito em Estocolmo, na Suécia, mediu a quantidade de miostatina em um grupo de homens saudáveis e dois de HIV positivos (um com perda de peso menor que 10% e o outro com redução ponderal maior que 10% nos últimos 6 meses). De acordo com os resultados há uma correlação negativa entre a miostatina e quantidade de massa magra, tanto em indivíduos saudáveis quanto HIV positivos, dando suporte à teoria de que a miostatina seja inibidora do desenvolvimento muscular (GONZALEZ-CADAVID et al, 1998). Outros estudos também verificaram maiores atividades da miostatina em estados catabólicos induzidos por períodos prolongados de imobilização, como estados de leito (ZACHWIEJA et al, 1999; REARDON et al, 2001). Mais recentemente também foi verificada uma maior atividade de miostatina em idosos, atribuindo um possível papel deste gene na sarcopenia (perda de massa muscular) (MARCELL et al, 2001; SCHULTE et al, 2001).
Os maiores níveis de miostatina em portadores do vírus HIV (GONZALEZ-CADAVID et al, 1998), atrofias crônicas (ZACHWIEJA et al, 1999; REARDON et al, 2001) e idades avançadas (MARCELL et al, 2001; SCHULTE et al, 2001) fazem surgir especulações acerca das aplicações terapêuticas que a inibição da atuação da miostatina podem ter em estados catabólicos induzidos por diversas patologias.
Em 2000, IVEY et al publicaram um estudo onde procurou-se verificar os efeitos da miostatina nos resultados obtidos com o treinamento de força. O estudo envolveu um treinamento de musculação de 9 semanas, com uma metodologia similar ao drop-set, tendo 4 grupos: homens jovens, homens idosos, mulheres jovens e mulheres idosas. De acordo com os resultados os diferentes fenótipos de miostatina não influenciaram na resposta hipertrófica ao treinamento de força quando os resultados de todos os 4 grupos eram analisados em conjunto, porém houve uma tendência para maiores ganhos de massa muscular em mulheres com um determinado genótipo. Estas conclusões podem gerar dúvidas quanto à influencia da miostatina na resposta normal ao treinamento de força.
A descoberta deste gene trouxe reações em diversos segmentos: os profissionais da saúde procuraram uma maneira de reverter o catabolismo gerado por estados patológicos e pelo envelhecimento; os pecuaristas visualizaram uma forma de aumentar seus ganhos, produzindo animais maiores, e alguns segmentos do esporte procuraram uma maneira de obter melhores resultados desportivos e estéticos.
Como era de se esperar, muitas indústrias de suplementos alimentares se prontificaram a lançar no mercado substâncias que prometem atenuar os efeitos da miostatina e, desta forma, romper as barreiras genéticas do ganho de massa muscular, porém creio que isto seja improvável de acontecer, pois dificilmente um destes produtos produzirá a mágica de inibir a atuação deste gene e se isso ocorrer, os resultados podem não ser muito agradáveis, pois não podemos esquecer que todos os movimentos de nosso corpo são controlados por músculos, incluindo os da fase e outros locais que não costumamos lembrar quando pensamos em hipertrofia. Uma inibição generalizada da miostatin
a poderia provocar desenvolvimento incontrolado de todos eles, gerando um aspecto nada agradável.
Outro ponto que gerará questionamentos é a distante, porém real, possibilidade da miostatina passar a ser manipulada em humanos mesmo antes do nascimento, originando uma linhagem de "super-seres". Isto traz à tona a questão ética da engenharia genética: até que ponto a ciência pode interferir no desenvolvimento de um indivíduo?
O gado da raça Belgian Blue é um exemplo do efeito da falta de miostatina. No caso a raça foi criada por seleção dos espécimes mais musculosos o que criou uma linhagem quase nenhuma miostatina e excelente desenvolvimento muscular.
Em processo semelhante o Canil Amichettibully tem selecionado seus exemplares de american staffordshire terrier, originando o overbully, um cão selecionadoprincipalmente carga genética privilegiada no quesito dendidade óssea e muscular.
Exercício Resistido para cães
NADA de exercícios exagerados ou forçados antes dos 12 meses.
Filhotes que são forçados a fazer exercícios de alto impacto podem desenvolver displasia, artrite e artroses, além de gerar desgaste prematuro em ossos e cartilagens, podendo deformar as articulações.
Então, o ideal seriam exercícios onde o cão se auto regula e desenvolve a musculatura, como pegar bolinhas, correr e brincar com outros cães, pega pega (solto, sem guia), caminhadas e natação. Sempre deixando o cão livre para parar quando estiver cansado. Nunca fazer caminhadas em aclives ou declives, nem forçar articulações com escadas ou saltos. Sempre que possível o trabalho em terrenos com areia solta ou grama.Evitar terrenos revisitdos com azulejos, ou pisos escorregadios.
Após um ano, exercícios graduais até os 18 meses... agility, correr (sempre começando devagar), acompanhar bike, trilhas com subidas, etc.
Após os 18 meses e um check up completo, inclusive com a chapa de displasia, os exercícios seriam mais liberados... Corridas, corridas com bike, puxar skates, natação (inclusive no mar), trilhas, agility, caminahadas e corridas na areia, enfim... aí da para brincar...
Sempre lembrando que cães que façam atividades mais intensas, necessitam de alimentação especial (rações super premium para cães atletas ou de trabalho), suplementação (NUNCA ANABOLIZANTES), mas sim suplementos para proteção da cartilagem e ossos, períodos de descanso (inclusive entre os dias de exercícios, para descansar a musculatura) e lembrar de aumentar os exercícios GRADUALMENTE.
É muito parecido com o treino CONSCIENTE de um atleta... Não adianta pegar o cão no fianl de semana e querer que ele faça 15 km de trilhas.... Tem que andar todo dia, correr umas três vezes por semana e começar com trilhar curtas...
Exercícios para desenvolver o peito devem ser moderados e intercalados, pois podem forçar as patas. Assim, puxar pedra, carro, pneu, skate, e bicicleta devem ser exercícios feitos com peitoral e poucas vezes por semana... Intercalando com caminhadas, corridas e exercícios de salto.
Um exercício completo é a natação, que pode ser feita inclusive por filhotes e cães displásicos (com moderação é lógico).
SAIBA MAIS SOBRE MIOSTATINA EM CÃES 100% Canil Amichetti
REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS
GONZALEZ-CADAVID NF, TAYLOR WE, YARASHESKI K, SINHA-HIKIM I, MA K, EZZAT S, SHEN R, LALANI R, ASA S, MAMITA M, NAIR G, ARVER S, BHASIN S. Organization of the human myostatin gene and expression in healthy men and HIV-infected men with muscle wasting. Proc Natl Acad Sci USA 1998 Dec 8;95(25):14938-43.
IVEY FM, ROTH SM, FERRELL RE, TRACY BL, LEMMER JT, HURLBUT DE, MARTEL GF, SIEGEL EL, FOZARD JL, JEFFREY METTER E, FLEG JL, HURLEY BF. Effect of age, gender and myostatin genotype on the hypertrophic resposnse to heavy resistance training. J Gerontol A Biol Sci Med Sci. 2000 Nov;55(11):M641-8
MARCELL TJ, HARMAN SM, URBAN RJ, METZ DD, RODGERS BD, BLACKMAN MR. Comparison of GH, IGF-I, and testosterone with mRNA of receptors and myostatin in skeletal muscle in older men. Am J Physiol Endocrinol Metab 2001 Dec;281(6):E1159-64.
MCPHERRON AC & LEE SJ. Double-muscled in catte due to mutations in the myostatin gene. Proc Natl Acad sci USA 1997 Nov 11;94(23):12457-61
MCPHERRON AC, LAWLER AM, LEE SJ. Regulation of skeletal muscle mass in mice by a new TGF-beta superfamily member. Nature 1997 May 1;387(6628):83-90.
REARDON KA, DAVIS J, KAPSA RM, CHOONG P, BYRNE E. Myostatin, insulin-like growth factor-1, and leukemia inhibitory factor mRNAs are upregulated in chronic human disuse muscle atrophy. Muscle Nerve 2001 Jul;24(7):893-9.
SCHULTE JN, YARASHESKI KE. Effects of resistance training on the rate of muscle protein synthesis in frail elderly people. Int J Sport Nutr Exerc Metab 2001 Dec;11 Suppl:S111-8.
ZACHWIEJA JJ, SMITH SR, SINHA-HIKIM I, GONZALEZ-CADAVID N, BHASIN S. Plasma myostatin-immunoreactive protein is increased after prolonged bed rest with low-dose T3 administration. J Gravit Physiol 1999 Oct;6(2):11-5.
Alimentação natural para Golden Retrievers
Alimentação/Nutrição
Embora não faça tanto tempo assim, aparentemente nos esquecemos do que comiam os cães dos nossos pais e avós. No Brasil, há cerca de 30 anos, não existiam rações industrializadas para pets e os donos de cães os alimentavam com os mesmos ingredientes presentes na nossa alimentação: arroz, carnes, legumes, frutas… E foi com esse tipo de alimento que os cães foram criados, desde a domesticação dos lobos até o século XX, incluindo aí o período de formação de muitas das raças que conhecemos hoje, como o Golden Retriever.
A ração industrializada para cães “nasceu” no pós- Segunda Guerra Mundial. Foi ganhando popularidade e hoje ela representa, para a maioria dos proprietários de pets, a única opção de alimentação. Sem dúvida a ração é uma alternativa muito prática e que supre as necessidades energéticas e de nutrientes conhecidos. Mas será que ela é mesmo a única (e a melhor) opção?
No final dos anos 80 dois cirurgiões veterinários australianos observaram um declínio generalizado na saúde dos cães com o aumento significativo de doenças crônicas, alergias, dermatites, tártaro e etc, à medida que os alimentos industrializados foram se popularizando na Austrália. Diante dessa situação, ambos os veterinários decidiram voltar a alimentar os cães à moda antiga, ou seja, com comida caseira.
Com essa experiência os dois observaram os mesmos resultados: uma visível recuperação nas condições gerais de saúde destes cães. Eles começaram então a estudar uma maneira de alimentar os pets de modo a preservar ao máximo a saúde, e passaram a observar os hábitos alimentares naturais de lobos, coiotes, raposas. Carnívoros selvagens caçam suas presas, as abatem e as comem. Seguindo esse conceito básico cada um desses veterinários encontrou uma forma de tentar imitar na alimentação dos nossos animais de estimação a dieta dos carnívoros selvagens.
Desses estudos surgiram duas correntes “filosóficas”; cada uma defendida por um desses veterinários: o Dr. Ian Billinghurst, criou a dieta BARF (Biologically Appropriate Raw Food - Comida Crua Biologicamente Apropriada) que oferece aos pets carne crua, ossos crus, legumes crus e uma série de suplementos vitamínicos; e o Dr. Tom Lonsdale defende uma dieta baseada na oferta de apenas carcaças de animais, a “prey model diet”, ou dieta de modelo de presa.
Acompanhando esse mesmo raciocínio de imitação dos carnívoros selvagens, veterinários e criadores desenvolveram variações semelhantes a uma ou à outra dieta, sugestões de cardápios para uma dieta que tenta unir o melhor da BARF e da Raw Meaty Bones: a oferta variada de legumes, frutas e óleos vegetais para garantir fontes naturais de micronutrientes e a (quase) ausência de suplementos sintéticos, comprovadamente menos eficazes do que as fontes naturais.
Que tipo de dieta é mais correta? Todas. Um assunto tão complexo como nutrição nunca será definitivamente estabelecido. Cada um tem suas razões para preferir um ou outro modelo de alimentação natural crua. Mas um fato incontestável e comum às dietas naturais é que elas melhoram muito a saúde dos pets em comparação com as rações comerciais.
Veja abaixo alguns benefícios de se alimentar carnívoros domésticos, e especialmente o seu Golden Retriever, com aquilo que os organismos deles melhor sabem aproveitar: carne e ossos de verdade!
- Goldens são cães de pelagem longa com grande tendência a soltar pêlos. A ingestão de mais proteínas e de proteínas de qualidade, com alta digestibilidade, é essencial para a saúde dos pêlos, afinal, os pêlos são feitos de proteína. Ao ingerir carne crua de fontes variadas, seu Golden desenvolverá uma pelagem mais macia, mais brilhante, mais resistente e a queda ficará restrita às trocas anuais;
- Diversos Goldens são propensos a apresentar alergias dermatológicas ou gastrointestinais e muitos passam boa parte da vida sofrendo com coceiras, vômitos e diarréias que nunca saram. A alimentação natural, por não conter os conservantes, corantes, aromatizantes, palatabilizantes, antibióticos e enriquecedores sintéticos presentes nas rações comerciais, não libera toxinas que acabam levando a casos crônicos de alergias alimentares;
- Um típico Golden Retriever é um cão alegre, brincalhão e cheio de energia. Mas quando a saúde está afetada toda essa disposição vai embora e hoje freqüentemente vemos Goldens relativamente jovens com aspecto cansado, dificuldade para se movimentar, sem disposição para brincadeiras… Graças à baixíssima liberação de toxinas, aliada à alta digestibilidade, a alimentação natural preserva a saúde dos cães em sua melhor forma, até a mais avançada idade! Há relatos de Goldens alimentados naturalmente que chegaram aos 18 anos de idade!
- É comum alguns criadores terem prejuízos quando padreadores ou matrizes apresentam baixa fertilidade. A oferta regular de alimentos naturais contendo anti-oxidantes, vitaminas e ácidos graxos essenciais preserva e até melhora a capacidade de reprodução de machos e fêmeas, podendo aumentar o número de filhotes por ninhada, a viabilidade de fetos e neonatos, e a qualidade do sêmen e do leite materno;
- O mau-hálito causado pelo acúmulo de tártaro nos dentes é uma das queixas mais comuns entre os proprietários de cães. A mastigação de ossos crus contendo carne (meaty bones) remove grande parte da placa bacteriana que formará o tártaro. O Cachorro Verde recomenda também que periodicamente se ofereça aos Goldens um osso grande para roer. Esse osso, além de manter seu Golden ocupado e distraído por um tempo, limpará mais profundamente os dentes dele, acabando com o famoso “bafo”. Quer mais? Ossos assim geralmente são conseguidos de graça no açougue. E isso diminui a necessidade das escovações diárias recomendadas pelos veterinários e também grande parte das remoções cirurgicas de tártaro anuais;
- Goldens, como cães de porte grande, correm risco de sofrer torção gástrica. Existe comprovação científica de que esse risco é potencializado quando rações comerciais secas são oferecidas. Os grãos de ração aumentam muito de volume quando são umidificados no estômago. A alimentação natural minimiza esse risco por ser um alimento que não fermenta, não aumenta de volume e conta com alto nível de umidade;
- Nos cardápios sugeridos pelo Cachorro Verde indicamos a oferta de ingredientes que ajudam naturalmente a proteger os cães contra pulgas, carrapatos e vermes intestinais, possibilitando uma redução na aplicação de produtos químicos inseticidas e vermífugos;
- Esses mesmos produtos, em combinação com todos os ingredientes de alta qualidade selecionados, armazenados e preparados por cada proprietário pessoalmente vão elevar a imunidade natural dos cães, reduzindo o risco de doenças infecciosas. Uma imunidade competente é essencial para a vida de todos os cães, principalmente aqueles que são submetidos a estresse ou exercício constantes, como os Goldens de exposição, de agility, ou Goldens que trabalham em atividades de terapia assistida, como cães-guia e etc;
- O ato de mastigar os ossos das refeições diárias e de roer ossos para limpeza dos dentes fortalece a musculatura do pescoço e da face, principalmente os maxilares;
- Todo proprietário de um Golden sabe que o tamanho do cocô é proporcional ao tamanho do cão, e que o odor não costuma ser lá muito discreto. Uma alimentação com alto nível de umidade, à base de proteínas extremamente digestíveis e de ossos crus produz uma fração das fezes produzidas por uma alimentação à base de grãos. As fezes de cães que comem ossos são extremamente firmes (não chegam nem a marcar o chão) e praticamente não têm cheiro, já que a comida não fermenta no intestino e assim não forma gases mal-cheirosos;
- Goldens são afetuosos e gostam de estar sempre ao lado do dono. Mas sabemos que é muito mais gostoso abraçar um Golden limpinho e cheiroso. Aquele conhecido “cheiro de cachorro” é muitas vezes causado pela tentativa do organismo de se livrar das toxinas através da pele. Essas toxinas se misturam à gordura natural da pele e dos pêlos e muitas vezes criam oportunidades para a proliferação bacteriana - a causa do mau-cheiro, bem como de certas dermatites e alergias de pele. Uma alimentação livre de toxinas diminui esse quadro, tornando a pele do Golden Retriever mais saudável;
- Quem acompanhou o escândalo envolvendo os fabricantes de rações industrializadas para pets nos EUA em 2007 com certeza passou a desconfiar da segurança oferecida por esses produtos. Na alimentação natural é você quem seleciona os ingredientes que seu cão vai consumir. Você tem a chance de oferecer produtos da melhor qualidade e se certificar das origens e estado geral de tudo o que ele vai comer;
- Como todo cão de raça grande, o filhote de Golden tende a crescer muito e depressa. Isso demanda uma alimentação equilibrada, com ingredientes de altíssima qualidade. Com alimentos frescos e variados o filhote crescerá de forma equilibrada e uniforme;
- Goldens costumam ser gulosos e a têm tendência a engordar. A obesidade é a porta de entrada para uma série de complicações de saúde. Um cão obeso pode desenvolver como conseqüência do excesso de peso, entre outras coisas, um quadro de diabetes tipo 2, pancreatite, artrose, hérnias, comprometimentos na coluna vertebral e etc. Uma alimentação pobre em carboidratos é a melhor forma de reduzir e manter um Golden no peso ideal;
- A incidência de displasia coxo-femoral em Golden Retrievers ainda é alta e uma forte seleção genética é importante para reduzir os casos de Goldens displásicos. Mas, além disso, é importante oferecer condições ideais para evitar o desgaste das articulações. Isso inclui a prática regular de exercícios sobre piso aderente, e, claro, uma boa alimentação. Alimentar Goldens com comida natural crua vai evitar a liberação de toxinas que poderão se acumular nas articulações, favorecendo inflamações. Existem ainda fontes naturais de protetores articulares que previnem e controlam afecções articulares, ou ainda, podem ser oferecidos como coadjuvantes na terapia medicamentosa;
- Os cães têm paladar e preferências e não é raro ouvirmos proprietários se queixando de que seu Golden enjoou de tal ração ou que anda se recusando a comer o alimento seco. Goldens alimentados com dieta natural dificilmente enjoarão do alimento porque comerão refeições diferentes todos os dias. E além do mais, sabemos que a carne é extremamente apelativa ao paladar canino, ou seja, mesmo aqueles Goldens mais enjoados para comer têm grandes chances de mudar de opinião sobre a hora da refeição…
O custo dos alimentos vai depender muito da região onde você mora e dos ingredientes que você selecionar. Mas, de maneira geral os valores para grandes cidades costumam se equiparar aos gastos com rações super premium. Deve-se levar em consideração, porém, que cães alimentados naturalmente terão uma saúde muito melhor e dispensarão outros tipos de despesas como consultas veterinárias freqüentes, aplicação regular de inseticidas e vermífugos, tratamentos para doenças crônicas e etc…
Descongelamento de Carnes e Meat bones
Por Que Evitar o Microondas?
O uso do forno de microondas para cozimento, aquecimento e descongelamento rápidos faz parte do cotidiano de todos nós. De tão acostumados que estamos a utilizá-lo, acabamos naturalmente estendendo seu uso para a dieta natural dos animais de estimação. De fato, o aparelho de microondas é o máximo da conveniência alimentar em nossa cozinha. Mas será que estamos bem informados em relação ao seus possíveis riscos à saúde?
Ninguém fala sobre malefícios do microondas, mas nós sabemos que com radiação não se brinca. É praticamente impossível encontrar artigos científicos afirmando problemas em seu uso prolongado. Mas nenhum nutricionista que se preze defende uma dieta à base de “comida de microondas”. Nossas avós, acostumadas aos tradicionais forno e fogão, torceram o nariz para essa nova invenção. E as mamães mais esclarecidas tentam evitar o preparo de alimentos para bebês e crianças no microondas.
Como o microondas funciona?
Essas tais microondas são uma forma de energia eletromagnética, como ondas de luz ou de rádio, e ocupam uma parte do espectro eletromagnético de potência, ou energia. Em nossa era tecnológica, as microondas são utilizadas nos sinais telefônicos interurbanos, programas televisivos, informação de computadores ao redor da Terra e até em satélites no espaço. Mas as microondas que melhor conhecemos são as usamos para cozinhar ou aquecer nossos alimentos.
Cada aparelho contém um magnetron, um tubo onde os elétrons são afetados por campos magnéticos e elétricos de maneira a produzir radiação em micro comprimento de ondas a cerca de 2450 Mega Hertz (MHz) ou 2.45 Giga Hertz (GHz). É essa radiação que interage com as moléculas do alimento. Ondas energéticas invertem a polaridade – de positivo para negativo - a cada ciclo da onda.
A medida que as microondas geradas pelo magnetron bombardeiam o alimento, elas causam a rotação das moléculas polares na mesma freqüência até bilhões de vezes por segundo. Toda essa agitação cria uma fricção molecular, que aquece a comida. Essa maneira de esquentar alimentos provoca danos substanciais às moléculas em volta, podendo destruí-las ou deformá-las. O problema apontado pelos detratores do microondas é justamente esse. Eles alegam que nenhum alimento natural foi criado para suportar esse tipo de exposição sem destruição de propriedades. De fato, o cozimento com calor (vapor, brasa, ou qualquer outro), embora mais lento, resulta em maior preservação de nutrientes.
Temperatura estranha
A temperatura do alimento pode se tornar extremamente quente ao ponto de provocar queimaduras e até explodir (dentro do aparelho) por acúmulo de vapor. Além disso, o alimento é aquecido de forma pontual. Formam-se bolsões de calor escaldante em alguns pontos, enquanto outros permanecem frios. O pet pode queimar a boca e o esôfago ao ingerir o alimento que você, ao tocar uma parte, julgou estar morno.
Destruição de nutrientes
* Estudos mostram que o leite aquecido no microondas perde vitaminas. Se for leite materno, parte das células de defesa da mãe são destruídas.
* Nutrientes vegetais que combatem o câncer são destruídos pelo microondas.
* A estrutura química dos alimentos é alterada, com conseqüências desconhecidas (não é surpreendente que pouquíssimos estudos tenham sido realizados sobre microondas…).
* Segundo um artigo publicado na edição de novembro de 2003 do The Journal of the Science of Food and Agriculture (O Diário da Ciência do Alimento e da Agricultura), o brócolis aquecido no microondas perde até 97% dos seus benéficos antioxidantes. O mesmo brócolis cozido no vapor perderia apenas 11% ou menos dessas propriedades.
* Um estudo comparativo entre alimentos crus e preparados convencionalmente, e alimentos preparados no forno de microondas, publicado por Raum & Zelt em 1992, afirmou que aminoácidos naturais sofrem alterações isoméricas (no formato) e podem se transformar em formas tóxicas.
* Um extenso estudo publicado por alemães, suíços e russos determinou que:
- Usar o microondas como forma de matar microorganismos em carnes ocasiona a formação de d-Nitrosodienthanolaminas, um conhecido carcinogênico (“cancerígeno”).
- Descongelar frutas promoveu a conversão do glusídeo e galactosídeo das frutas em substâncias carcinogênicas.
- Submeter leite e cereais converteu parte de seus aminoácidos em carcinogênicos.
- Exposição curtíssima de vegetais crus, cozidos ou congelados ao microondas converteu seus alcalóides vegetais em carcinogênicos.
- Radicais livres carcinogênicos foram formados em legumes de raízes no microondas.
- Os pesquisadores russos também reportaram uma aceleração na degradação estrutural, levando a uma diminuição de 60 a 90% dos valores nutricionais nos alimentos testados.
- O complexo vitamina B, a vitamina C, a vitamina E, os minerais essenciais e os lipotrópicos (substâncias que auxiliam na metabolização de gorduras) tiveram todos sua biodisponibilidade (habilidade em serem aproveitados pelo corpo) drasticamente reduzida.
- As núcleo-proteínas (proteínas dos núcleos das células) das carnes foi degradada.
- Em alimentos vegetais houve danos aos alcalóides, glucosídeos, galactosídeos e nitrolosídeos.
Formação de compostos carcinogênicos
Ainda segundo a pesquisa conduzida por cientistas alemães, suíços e russos:
- As alterações químicas sofridas pelos alimentos provocam disfunções no sistema linfático, interferindo na habilidade imunológica do organismo de lutar contra certos tipos de neoplasias (tumores).
- A ingestão de comida preparada no microondas aumentou a porcentagem de células cancerígenas (citomas) no soro sangüíneo.
- Radicais livres (moléculas carcinogênicas altamente reativas e incompletas) foram formados dentro de alguns minerais, em particular, nos legumes de raízes.
- Em uma estatisticamente elevada porcentagem de pessoas, alimentos preparados no microondas causaram tumores estomacais e intestinais, assim como uma degeneração generalizada dos tecidos periféricos, com redução gradual nas funções de digestão e excreção.
- Carcinogênicos foram encontrados em virtualmente todos os alimentos preparados no microondas.
Efeitos biológicos da exposição radioativa
Não só comer alimentos preparados no microondas faz mal. A sua permanência (ou do pet) próxima ao aparelho em funcionamento pode causar efeitos prejudiciais ao organismo. Leia o que os soviéticos descobriram, na década de 70 em estudos sobre o microondas.
- A exposição à radiação do microondas e o consumo freqüente de comidas preparadas no aparelho provou causar danos cerebrais permanente ao interferir com os impulsos elétricos do cérebro (despolarizando ou desmagnetizando o tecido cerebral)
- Os efeitos da radiação (e da ingestão de “comida de microondas”) são residuais, ou seja, permanecem no corpo a longo prazo.
- Dentre os efeitos da exposição à radiação (também vale a ingestão contínua de alimentos) de microondas, estão: perda de memória, dificuldade de concentração, instabilidade emocional e decréscimo na inteligência.
Outros efeitos nocivos
- Em 1991, nos Estados Unidos, uma mulher submetida a uma cirurgia de quadris recebeu uma transfusão de sangue e morreu logo após. Por que? A enfermeira aquecera a bolsa de sangue no microondas. A composição do sangue foi drasticamente alterada. Esse episódio deu processo e levantou a suspeita de que o aparelho de microondas fazia mais do que simplesmente aquecer alimentos.
- As moléculas dos alimentos não foram feitas para vibrar nos níveis impostos pelo cozimento com microondas. Isso tende a danificar os nutrientes mais delicados e eles perdem a capacidade de nutrir você e o animal da forma esperada.
- Toxinas carcinogênicas (cancerígenas) podem vazar das bandejas plásticas ou de papel, ou das películas plásticas dos alimentos feitos para serem preparados no microondas. E podem se misturar à sua comida.
- A produção de hormônios femininos e masculinos pode ser alterada ou interrompida pela ingestão contínua de alimentos preparados no microondas
- O cozimento no microondas forma novos compostos (compostos radiolíticos), desconhecidos do homem e da natureza. Não se sabe ao certo o que esses compostos fazem no organismo. Provavelmente será algo difícil de determinar, uma vez que há outros compostos desconhecidos sendo introduzidos no organismo diariamente advindos de uma variedade de fontes como novos produtos alimentícios e comidas geneticamente modificadas.
Os estudos do Dr. Hans Hertel
De acordo com as pesquisas do Dr. Hans Hertel, um cientista de alimentos suíço, o cozimento com microondas não só altera significativamente os nutrientes dos alimentos, como provoca alterações no sangue das pessoas assim que elas consomem alimentos cozidos no microondas. Colhendo e analisando o sangue de participantes de seu estudo, ele descobriu:
- Níveis de colesterol diminuídos, incluindo o bom colesterol (HDL)
- Leucocitose (aumento no número das células de defesa), sugestivo de intoxicação
- Redução no número de hemácias (glóbulos vermelhos)
- Produção de compostos radiolíticos (compostos ausentes na natureza)
- Níveis mais baixos de hemoglobina, o que poderia indicar uma tendência à anemia
O Dr. Hertel e sua equipe publicaram esses resultados em 1992. Mas uma organização suíça, a Swiss Association of Dealers for Electro-apparatuses for Households and Industry (A Associação Suíça de Comerciantes de Eletrodomésticos para Casas e Indústrias), emitiu uma proibição de publicação, impedindo o Dr. Hertel de declarar que os microondas faziam mal à saúde. A proibição de publicação só foi removida em 1998, depois que os tribunais suíços determinaram que essa medida violava o direito à liberdade de expressão. A Suíça acabou sendo ordenada a pagar uma compensação ao Dr. Hertel.
Conclusão e alternativas seguras para descongelamento
Os resultados das pesquisas citadas afirmam que mesmo exposições breves dos alimentos à radiação do aparelho de microondas - ou seja, um inocente descongelamento – podem resultar em perda de nutrientes e danos à saúde. Quais, então, seriam as saídas para um descongelamento seguro das porções da alimentação natural?
Geladeira
Bata retirar os saquinhos contendo meaty bones (carne com ossos, a refeição da manhã) ou o tupperware com a refeição da noite do freezer e deixá-los na parte mais baixa da geladeira (onde é menos gelado) por um mínimo de 24 horas. Não se esqueça de posicionar o saquinho ou tupperware dentro de recipientes maiores, para o caldinho da carne crua não sujar sua geladeira.
Cuba com água
Esqueceu de retirar as porções com antecedência? Não faz mal. Basta encher com água (temperatura ambiente ou morna; nunca quente!) um recipiente, colocar o alimento a ser descongelado dentro de uma sacola plástica comum (com um nó nas alças, para não entrar líquido), posicionar o alimento ensacado dentro da água , e trocar a água a cada meia hora (ou quando notar que ela ficou gelada). Logo, logo, a porção está descongelada e prontinha para servir ao seu cão ou gato.
Posso deixar descongelando sobre a pia?
Não é aconselhável descongelar as porções sobre a pia, da noite para o dia. Isso propicia a proliferação bacteriana, atrái moscas e, se o dia estiver muito quente, pode até estragar o alimento. Eu não arriscaria.
O que faço com meu microondas?
- Fácil, use-o o mínimo que puder. Pense assim: estudei tanto a alimentação natural, compro os melhores ingredientes para meus pets e tomo o tempo para preparar tudo. Não vou pôr todo esse investimento a perder em nome da conveniência, vou?
- Não deixe que crianças, gatos e aves permaneçam próximos ao aparelho ligado. Cães em geral não têm acesso tão próximo ao microondas, mas a regra vale para eles também. Aliás, vale para todo mundo. Incluindo você.
- Procure imediatamente a assistência técnica se a porta do seu aparelho de microondas estiver com imperfeições ou danos que a impeçam de selar completamente o aparelho durante o funcionamento. O vazamento radioativo pode ser extremamente prejudicial a todos os ocupantes da residência.
- Aproveite a eficiente capacidade destrutiva do microondas para o bem: esterilize utensílios de cozinha nele. Deixe lá dentro tábuas de cortar carne, panos e até as tigelas dos seus pets (desde que sejam de vidro ou cerâmica) por uns dois minutos. 99,9% das bactérias e outros microorganismos sairão de lá mortinhos.
Descongelamento
Métodos apropriados para descongelamento:
Geladeira
Basta retirar o saquinho contendo meaty bones (carne com ossos, a refeição da manhã) ou o tupperware com a refeição da noite do freezer e deixá-los na parte mais baixa da geladeira (onde é menos gelado) por um mínimo de 24 horas. Não se esqueça de colocar o saquinho ou tupperware dentro de recipientes maiores, para o caldinho da carne crua não sujar sua geladeira.
Cuba com água
Esqueceu de retirar as porções com antecedência? Não faz mal. Basta encher com água (temperatura ambiente ou morna; nunca quente!) um recipiente, colocar o alimento a ser descongelado dentro de uma sacola plástica comum (com um nó nas alças, para não entrar líquido), posicionar o alimento ensacado dentro da água, e trocar a água a cada meia hora (ou assim que ela ficar gelada). Logo, logo, a porção estará descongelada e prontinha para servir ao seu cão ou gato.
Método para descongelamento de emergência:
Esquente água - de preferência no fogo mesmo e não no microondas, já que água aquecida no fogo fica quente por mais tempo - e despeje sobre os meaty bones para derreter o gelo e amolecer um pouco a superfície. Vale mergulhar o meaty bone no recipiente (panela, cuba) contendo água quente. Só não use água fervente, pois com essa corre-se o risco de cozinhar a carne e o osso ou tornar a peça quente demais para o consumo.
Métodos não apropriados para descongelamento:
Qualquer tipo de cocção
Na alimentação natural os ingredientes devem ser oferecidos crus, visando a máxima ingestão de vitaminas, nutrientes, enzimas e outras substâncias intactas. Mas grãos (que são opcionais), peixes, ovos e tubérculos podem ser oferecidos cozidos, sem sal e sem tempero, se o proprietário preferir. Já as carnes da noite, os suplementos e, principalmente, os meaty bones (carnes contendo ossos), não devem ser submetidos a nenhuma forma de cozimento. Ossos, se cozidos, assados, fritos, etc, ficam mais duros e formam farpas perigosas ao serem mastigados, favorecendo incidentes.
Microondas
Não é aconselhável utilizá-lo para descongelar as porções de alimentação natural. As tais micro ondas propiciam um método anti-natural de descongelamento e aquecimento que destrói enzimas e nutrientes importantes (como os valiosos antioxidantes) mesmo durante exposições ultra-rápidas. E segundo alguns estudos, o microondas pode até mesmo produzir compostos oncogênicos (”cancerígenos”). Leia mais sobre os efeitos deletérios do microondas no texto anterior (logo abaixo) e entenda porque, sempre que for possível, seu uso deve ser evitado.
Descongelamento sobre a pia
Não é aconselhável descongelar as porções sobre a pia, da noite para o dia. Isso propicia a proliferação bacteriana, atrai moscas e, se o dia estiver muito quente, pode até estragar o alimento.
Excelente ponto, Claudio! Ampliar o escopo das condições tratáveis pode, de fato, atrair mais tutores em busca de soluções integrativas.
Aqui está o texto revisado, destacando os distúrbios que podem ser abordados com sua expertise:
Dr. Cláudio Amichetti Junior: Veterinário Integrativo em São Paulo e Além
O Dr. Cláudio Amichetti Junior (CRMV-SP 75404 VT), médico veterinário integrativo, criador de felinos de raça e cães de guarda, e com mais de 30 anos como CEO do PetClube, é engenheiro agrônomo formado em 1985 pela UNESP EE Jaboticabal com o maior número de créditos possíveis em sua turma. Ele oferece atendimento especializado para pets em diversas localidades.
Seu espaço holístico e meditativo, PetClube, está localizado no Km 334 da Rodovia Régis Bittencourt, em Juquitiba/SP. É facilmente acessível para tutores de São Paulo, Morumbi, Vila Olímpia, Moema, Pinheiros, Jardins, Alphaville, São Bernardo do Campo, Itapecirica da Serra e adjacências.
Além de Juquitiba, o Dr. Amichetti atende presencialmente as regiões de Embu-Guaçu, Itapecirica da Serra, São Lourenço da Serra, Miracatu, São Bernardo do Campo, Santo André e São Caetano do Sul. Sua expertise abrange também bairros nobres de São Paulo como Vila Nova Conceição, Cidade Jardim, Jardim Paulistano, Ibirapuera, Lapa, Aclimação, Higienópolis, Itaim Bibi, Tatuapé e Mooca.
Dr. Cláudio é pioneiro em um sistema sustentável com alimentação 100% natural (raw feeding) e ingredientes orgânicos cultivados em seu espaço holístico em Juquitiba / São Lourenço da Serra, garantindo dietas frescas e livre de agrotóxicos para seus pacientes. Ele é especialista em modulação intestinal, sistema endocanabinoide e nutrição natural.
Com essa abordagem integrativa, o Dr. Cláudio auxilia no tratamento e prevenção de uma ampla gama de problemas de saúde, incluindo:
Para quem não está na região, oferece telemedicina para todo o Brasil com acompanhamento de médico veterinário, utilizando as plataformas Zoom e Google. É importante ressaltar que a primeira consulta deve ocorrer na presença de um médico veterinário local, garantindo que pets em qualquer lugar tenham acesso à sua abordagem integrativa.
Para agendamentos ou mais informações, visite www.petclube.com.br ou entre em contato pelo WhatsApp (11) 99386-8744. Seu pet merece saúde natural, equilíbrio e longevidade sustentável.
Cão
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ocorrência: Pleistoceno Superior - Recente
Classificação científica
Reino: Animalia
Subreino: Eumetazoa
Filo: Chordata
Subfilo: Vertebrata
Classe: Mammalia
Subclasse: Theria
Ordem: Carnivora
Subordem: Caniformia
Família: Canidae
Subfamília: Caninae
Género: Canis
Espécie: C. lupus
Subespécie: C. l. familiaris
Nome trinomial
Canis lupus familiaris
(Linnaeus, 1758)
Cão ou cachorro (Canis lupus familiaris[1]) é um mamífero canídeo e talvez o mais antigo animal domesticado pelo ser humano. Teorias postulam que surgiu da domesticação do lobo cinzento asiático pelos povos daquele continente há cerca de 100.000 anos.[2][3] Ao longo dos séculos, através da domesticação, o ser humano realizou uma seleção artificial dos cães pelas suas aptidões, características físicas ou tipos de comportamentos. O resultado foi uma grande variedade (mais de 400 raças[3]) canina, que actualmente são classificadas em diferentes grupos ou categorias. O vira-lata (Brasil), ou rafeiro (Portugal) é a denominação dada aos cães sem raça definida, SRD, ou mestiços, descendentes de diferentes raças.
O cão é um animal social que na maioria das vezes aceita o seu dono como o “chefe da matilha” e possui várias características que o tornam de grande utilidade para o ser humano, possui excelente olfacto e audição, é bom caçador e corredor vigoroso, é actualmente omnívoro, é inteligente, relativamente dócil e obediente ao ser humano, com boa capacidade de aprendizagem. Desse modo, o cão pode ser adestrado para executar grande número de tarefas úteis ao homem, como cão de caça; pastorear rebanhos; como cão de guarda para vigiar propriedades ou proteger pessoas; farejar diversas coisas; resgatar afogados ou soterrados; guiar cegos; puxar pequenos trenós e como cão de companhia. Estes são alguns dos motivos da famosa frase: "O cão é o melhor amigo do homem". Não se tem conhecimento de uma amizade tão forte e duradoura entre espécies distintas quanto a do humano e do cão.
Origem e evolução
Lobo cinzento, de onde provavelmente originaram as mais de 800 raças caninas. Atualmente o lobo cinzento é um animal ameaçado de extinção.É quase certo que o cão originou-se do lobo cinzento ou de outra espécie de Canis lupus[4]. Isso significa que o cão doméstico surgiu do lobo e que deste é, no máximo, uma raça ou variedade ou uma subespécie. Por causa disso, o antigo nome científico do cão Canis familiaris, dado por Carolus Linnaeus em 1758, foi trocado para Canis lupus familiaris.
Ancestrais e a história da domesticação
As origens do surgimento do cão doméstico baseiam-se em suposições, por se tratar de ocorrências de milhares de anos atrás. Uma das teorias é a de que os cães domésticos surgiram há 10.000 anos atrás por seleção artificial de filhotes de lobos cinzentos e chacais que viviam em volta dos acampamentos humanos[carece de fontes?] pré-históricos, alimentando-se de restos de alimentos ou carcaças deixadas como resíduos pelos caçadores-colectores. Os seres humanos perceberam que havia certos lobos que se aproximavam mais do que os outros e reconheceram certa utilidade nisso, pois eles davam alarme da presença de outros animais selvagens, como outros lobos ou grandes felinos. Eventualmente, alguns filhotes foram capturados e levados para esses acampamentos humanos, na tentativa de serem criados ou domesticados.
Com o passar do tempo, os animais que, ao atingirem a fase adulta, se mostravam ferozes, não aceitando a presença humana, eram descartados ou impedidos de se acasalar. Deste modo, ao longo do tempo, houve uma seleção de animais dóceis, tolerantes e obedientes ao ser humano, aos quais era permitido o acasalamento e que, quando adultos, eram de grande utilidade, auxiliando na caça e na guarda do acampamento. Isto levou eventualmente à criação dos cães domésticos.
Cão em mosaico romano.Deste modo, postula-se que muitas das características dos cães, como a lealdade ao dono e o instinto territorial e de caça, foram herdados do comportamento em alcateia característico do lobo. Diz-se também que a importância do cão para o ser humano seja muito maior do que imaginamos. Ou seja, com o mesmo a auxiliar na caça e a vigiar acampamentos, o ser humano teve oportunidade de desenvolver a fala, entre outros atributos e superar o robusto Homem de Neanderthal
Os cães aparecem em pinturas pré-históricas de cavernas, em cenas de caça. Através da Arqueologia, foram encontrados inúmeros objectos com cães como motivos decorativos, tais como cabos de faca entalhados com o desenho de um cão com coleira.
Na Mitologia egípcia do Antigo Egipto, os cães também eram mumificados para a representação de Deuses. Neith, esposa de Rá, é a deusa da caça que abre os caminhos, que tem por animal sagrado o cão.
As diferenças entre as raças de cães já eram aparentes na Antiguidade. No Império Romano, os grupos caninos já tinham as suas características básicas similares às de hoje. Molossos, spitzs, pastores, entre outros já eram selecionados por suas aptidões e estrutura. Foram encontradas placas nas casas de Pompéia, com a inscrição cave canem (cuidado com o cachorro), explicitando que os cães já eram utilizados por aquele povo como guardiões, denotando a sua diversidade funcional.
Desde a Idade Média, a imagem do cão encontrou lugar de destaque nos brasões de grandes famílias e também na heráldica.
Desenvolvimento das raças caninas
Cães tem sido criados em uma variedade de formas, cores e tamanhos tão grande que a variação pode ser ampla mesmo dentro de uma só raça, como acontece com esses Cavalier King Charles Spaniel.Existem mais de 800 raças de cães, reconhecidas por vários clubes em todo o mundo. Muitos cães, especialmente fora dos Estados Unidos da América e da Europa Ocidental, não pertencem a nenhuma raça reconhecida. Há alguns tipos básicos de raça que têm evoluíndo gradualmente seu relacionamento com os seres humanos ao longo dos últimos 10.000 anos ou mais, mas todas as raças modernas são, relativamente, derivações recentes. Muitos destes são o produto de um deliberado processo de seleção artificial. Devido a isto, algumas raças são altamente especializadas, e há extraordinária diversidade morfológica entre diferentes raças. Apesar destas diferenças, os cães são capazes de distinguir cães de outros tipos de animais.
A definição de uma raça canina é uma controvérsia. Dependendo do tamanho da população original de fundadores, raças de pool de genes fechados podem ter problemas de endogamia, especialmente devido ao efeito fundador. Criadores de cães estão cada vez mais conscientes da importância da genética das populações e da manutenção de diversos pool de genes. Algumas organizações definem uma raça mais vagamente, de tal forma que um indivíduo pode ser considerado de uma raça, enquanto 75% da sua filiação é de outra raça.
Um caçador com uma grande matilha de Beagles, uma raça de cães de caça.Vira-lata ou Rafeiros (também chamados de "SRD" - de "Sem Raça Definida") são cães que não pertençam a raças específicas, sendo misturas na variante mais de duas percentagens. Sem raça pura cães e cães são adequadas tanto como companheiros, os animais de estimação, cães de trabalho, ou concorrentes no cão esportes. Às vezes diferentes raças de cães são criadas deliberadamente, a fim de criar inter-raças, como o Cockapoo, uma mistura de Cocker Spaniel e Poodle Miniatura. Esses tipos de cães podem exibir um certo grau de vigor híbrido e de outras características desejáveis, mas podem herdar qualquer uma das características desejadas dos seus pais, tais como o temperamento ou de uma determinada cor ou tipo de pêlo. Sem análises genéticas dos pais, os cruzamentos podem acabar por herdar defeitos genéticos que ocorrem em ambas as raças parentais.
A raça é um grupo de animais que possui um conjunto de características hereditárias que a distingue de outros animais dentro da mesma espécie. Cruzar duas ou mais raças é também uma forma de criação de novas raças, mas é apenas uma raça quando haver descendência de um determinado conjunto de características e qualidades.
Características
Devido a grande variedade de raças existentes as características dos cães são diversas. Um cão pode ter de 1 kg até cerca 70 kg, variando de acordo com a sua raça.[5]
Os sentidos dos cães
Os cães pertencem a família dos canídeos, da qual fazem parte também, os lobos. Esta família de predadores possui sentidos apurados para a captura de presas e para proteção da matilha[6].
Olfato
O nariz super sensível de um cachorro.Os cães possuem trinta vezes mais sensores olfativos que um ser humano. Tal capacidade apurada permite a um cão adestrado/policial, por exemplo, localizar drogas, minas terrestres e pessoas sob escombros.
Audição
O cão é capaz de ouvir sons quatro vezes mais distantes que o homem. O animal é capaz ainda de ouvir ultra-sons que chegam até 60kHz, considerados inaudíveis para o ser humano (que os escutam até 20kHz, por exemplo).
Visão
A visão noturna dos cães é muito mais apurada que a dos humanos. Seu ângulo de visão também é mais amplo, devido a posição de seus olhos, localizados ao lado da cabeça. Os cães, assim como todos os mamíferos não-primatas, são ditos dicromatas e não conseguem enxergar a cor verde e vermelho.
Tamanho
A raças mais altas são o Dogue Alemão e o Irish Wolfhound, cuja estatura varia entre os 90 cm e um metro.
A raça de cão mais pesada é o Mastiff Inglês, que ultrapassa facilmente os 110 kg.
A menor raça de cão-de-guarda é o Pinscher Miniatura.
A menor raça de cães do mundo é o Chihuahua.
Grupos de raças caninas
Ver artigo principal: Anexo:Lista de raças de cães
De acordo com a CBKC (Confederação Brasileira de Cinofilia), órgão filiado ao FCI (Fédération Cynologique Internationale), existem onze grupos de raças no Brasil:
Pastor AlemãoGrupo 1: Cães pastores e Boiadeiros (exceto Boiadeiros suíços)
Grupo 2: Pinscher e Schnauzer, Molossóides, Boiadeiros e Montanheses suíços e raças semelhantes
Grupo 3: Terrier
Grupo 4: Dachshunds
Grupo 5': Spitz e cães do tipo primitivo
Grupo 6: Sabujos farejadores e raças semelhantes
Grupo 7: Cães apontadores ou Pointers
Grupo 8: Cães d'água, Levantadores e Retrievers
Grupo 9: Cão de companhia
Grupo 10: Lebréis ou Galgos
Grupo 11': Raças não reconhecidas pela FCI, como American Pit Bull Terrier, Dogue brasileiro, Ovelheiro Gaúcho e o Bulldog Americano, entre outros.
Vira-lata (Brasil), ou rafeiro (Portugal) é a denominação dada aos cães ou gatos sem raça definida, SRD, como são geralmente referenciados em textos veterinários. Geralmente os cães e gatos considerados sem raça definida são mestiços, descendentes de diferentes raças.
Relacionamento com o homem
De todos os animais que conhecemos é o cachorro o que mais se uniu a nós. Sejam príncipes que lhe dão farta comida e leito de plumas, ou mendigos que dormem ao relento e só podem oferecer-lhe uma pequena parte das suas próprias migalhas, idêntica é a sua afeição e dedicação, e com igual amor lambe a mão ornada de jóias e os dedos trêmulos, consumidos de doenças e fome.
Théo Gygas, em "O cão em Nossa Casa"
Um militar estadunidense com um cão durante uma operação em Buhriz, no Iraque.Algumas raças de cão possuem características específicas que os fazem se destacar em algumas tarefas. Para desenvolver mais estas características os cães normalmente são domesticados e adestrados para obedecerem ao dono e para reagir corretamente a determinadas situações. Segue abaixo alguns usos dos cães pelo homem.
Cão-Guia de Cego - um cão adestrado para guiar pessoas cegas ou com deficiência visual grave, ou auxiliá-los nas tarefas caseiras.
Cão-ouvinte- um tipo específico de cão para assistência, especificamente seleccionado e treinado para ajudar os surdos, ou deficientes auditivos, alertando o seu manipulador de sons importantes, tais como campainhas, alarmes de incêndio, toque de telefones, ou alarme de relógio. Eles também podem trabalhar fora de casa, alertando para sons tais como a sirenes, empilhadores, aproximação de pessoas por trás do surdo, e o chamamento do nome do manipulador.
Cão de guarda - é um cão empregado em guardar ou vigiar contra animais ou pessoas indesejáveis ou inesperadas.
Cão de caça - se refere à qualquer cão que dê assistência à humanos na caça. Tem vários tipos de cães de caça desenvolvidos para muitas tarefas que os caçadores requerem que eles executem. As principais categorias de cão de caça incluem hounds, terriers e perdigueiros. Entre esses existem divisões de acordo com as habilidades que o cão possui.
Cão de companhia - geralmente designa um cão que não trabalha, proporcionando apenas companhia como um animal doméstico, ao invés de fazer tarefas específicas com algum propósito importante.
Cães na cultura humana
Ver artigo principal: Categoria:Cães famosos
Ao longo da história da humanidade, muitos cães vieram a ter destaque por acções heróicas, como exemplo de fidelidade aos donos ou mesmo a fama por figurar nos media. De entre os cães mais famosos, contam-se:
Balto - cão vira-lata (metade husky siberiano, metade lobo), herói no Alasca em 1925;
Barney - scottish terrier de George W. Bush;
Barry - cão são-bernardo, herói nos Alpes suíços de 1800 a 1812, tendo salvado ao longo de sua vida mais de 40 pessoas perdidas na neve; seu corpo está embalsamado em um museu em Berna e Barry foi homenageado com uma estátua em Oslo [1];
Beautiful Joe - mestiço de fox terrier e bull terrier e inspiração para o best seller de mesmo nome;
Blondi - cadela pastor alemão de Adolf Hitler;
Fala - animal de estimação de Franklin Roosevelt;
Laika - cadela rafeira russa, primeiro ser vivo a entrar em órbita espacial.
Marley - Do livro e do filme Marley e Eu;
Moose - cão da raça jack russel terrier, intérprete do personagem Eddie do seriado Frasier;
Pickles - cão que desvendou o desaparecimento da Taça Jules Rimet, na Inglaterra, em 1966;
Snuppy - o primeiro cão clonado
Na mitologia
Cérbero - cão monstruoso, com três cabeças, da mitologia greco-romana.
Fenrir - um enorme lobo negro, filho do deus Loki, na mitologia nórdica.
Skoll - filho de Fenrir, que perseguia o Sol para o destruir. mitologia nórdica.
Hati - filha de Fenrir, que perseguia a Lua para a destruir. mitologia nórdica
Argos - cão de Odisseu, da Odisséia de Homero, foi o único a reconhecer o dono quando esse voltou para casa, depois de ter ficado vinte anos fora, e morreu depois disso. mitologia grega.
Hokou - Gobi - Besta de 5 caldas da mitologia japonesa também aparece no anime/mangá Naruto.
Na ficção
A ficção produziu inúmeros cães, que povoam desde a literatura, até ao cinema passando pela banda desenhada. De entre eles:
101 Dálmatas - filme da Disney de 1996.
Banzé - filhote bagunceiro da Dama e do Vagabundo, do filme de animação da Disney Lady and the Tramp, de 1955;
Bidu - o cão azul da raça schnauzer criado por Maurício de Sousa;
Eddie - cão da raça jack russel terrier, personagem do seriado estadunidense Frasier;
Fá - Cadela da personagem de Sofia Alves na telenovela O Teu Olhar , esta cadela criou grande impacto junto dos telespectadores da mesma novela.A cadela chegou a ser vitima de maus tratos num dos episódios da novela.
Floquinho - cão da raça lhasa apso, criado por Maurício de Sousa;
Fofão - personagem do programa infantil Balão Mágico.
Fofo - o Cérbero cão de Rúbeo Hagrid, da série Harry Potter de J. K. Rowling.
Idéiafix - minúsculo companheiro do Obelix;
Lassie - cadela da raça collie (na verdade um macho) que protagonizava seriado de televisão e estrelou, em 1943, um filme ao lado de Elizabeth Taylor;
Marley - Protagonista do filme e do livro escrito e vivido por Jonh Grogan, Marley & Eu (em inglês Marley & Me) mostra a construção de uma família ao lado do pior cão do mundo, com o maior coração de todos.
Max - Max era o protagonista da série Inspector Max onde resolvia vários misterios.
Milu - cão da raça fox terrier, companheiro de aventuras de Tintim;
Nina - era a cadela inseparável de Clarinha (Filipa Maló Franco) na série Super Pai a cadela era da raça yorkshire terrier e apaixomou os telespectadores da série.
Pelópidas - cão que acompanha os eus donos em várias aventuras e mistérios na série da tvi , O Bando dos Quatro;
Pluto - cão da raça Bloodhound, companheiro de Mickey da Disney;
Rin Tin Tin - cão da raça pastor alemão que estrelou a popular série de televisão dos anos 60, As aventuras de Rin Tin Tin;
Scooby-Doo - personagem de desenho animado representando um cão da raça dinamarquês, criado no ano de 1969 por Iwao Takamoto;
Snoopy - cão da raça beagle, personagem da história em quadrinhos Peanuts, criado por Charles Schulz;
Totó - cão da série fictícia de o Mágico de Oz, do escritor norte-americano, L. Frank Baum, e que popularizou de tal forma este nome que passou praticamente a sinónimo deste animal;
Referências
↑ Dewey, T. e S. Bhagat. 2002. "Canis lupus familiaris", Animal Diversity Web. Página acessada em 6 de janeiro de 2009
↑ Há quanto tempo isso aconteceu? (em português). Infolobo. Página visitada em 2009-03-19.
↑ 3,0 3,1 Mundo Estranho - Qual a diferença entre cão, lobo e raposa?
↑ Cão Cidadão - Do lobo ao cão doméstico
↑ institutohorus.org.br - Canis familiaris
↑ Os sentidos e curiosidades dos cães
Por que tantas raças diferentes?
A aproximadamente 60 milhões de anos, um pequeno animal vivia em uma parte do mundo, atualmente conhecida como Ásia. Este ancestral de todos os modernos canídeos(cão, chacal, lobos e raposas) era conhecido como Miacis. O Cynodictis, o primeiro canídeo verdadeiro, veio deste pequeno animal, aparecendo há aproximadamente 30 milhões de anos. Esta linhagem dividiu-se em dois ramos, um deles na África e o outro na Eurásia. O ramo da Eurásia foi chamado de Tomarctus e é o progenitor dos lobos, cães e raposas. Há algum tempo, acreditava-se que os lobos e os chacais eram os ancestrais dos cães domésticos, mas hoje sabe-se que lobos e cães tem ancestrais comuns.
Existem várias controvérsias a respeito da domesticação dos lobos, que acredita-se tenha se dado a aproximadamente 100.000 anos atrás. Como nesta era os homens já eram caçadores, eles encontraram uma grande utilidade nestes animais para auxilia-los na caça. Somente há aproximadamente 8.000 anos, os homens mudaram seu estilo de vida, tornando-se mais sedentários e formando comunidades estáveis. Este foi o momento, onde a seleção dos cães para comportamentos e atividades específicas tomaram-se importantes e as "modernas" práticas de seleção começaram a surgir.
O conceito da "raça pura " é relativamente recente. A maioria das raças mais antigas consistia em populações locais de animais similares que eram acasalados com propósitos específicos. Embora havendo algumas exceções, criadores de cães não hesitavam em cruzar cães de um tipo, com animais recém-chegados de outras áreas com tipos físicos distintos, dando origem a animais diferentes.
Nos dias de hoje, existem centenas e centenas de raças diferentes espalhadas pelo mundo e que foram artificialmente criadas pelo homem com objetivos dos mais diversos. O mais impressionante de toda esta seleção, é que apesar das enormes diferenças fenotípicas entre algumas raças, estes animais pertencem a um único gênero e a uma única espécie.
Mutação Genética - O que é e como ela ocorre?
Evolução é, por definição, a mudança e a diversificação que ocorre entre as espécies com o passar do tempo. Assim sendo, quando não existe variabilidade genética, não pode existir evolução. A variabilidade genética é o produto da ocorrência de mutações espontâneas através do processo sexual, gerando novas combinações a cada geração.
Mutações podem ser causadas por urna variedade de mecanismos. Estes "erros" podem ocorrer espontaneamente ou são resultados da exposição a agentes mutagênicos naturais ou feitos pelo homem. Certas substâncias químicas e a exposição a certos tipos de radiação, podem causas danos ao DNA. Quando estes danos não causam a morte da célula, erros na duplicação do DNA alterado podem ocorrer, levando a uma mudança permanente na informação deste código genético (mutação).
Embora existam sistemas no corpo que previnem a ocorrências destes eventos, nenhum sistema é à prova de erros. Eventualmente pode ocorrer uma falha na replicação do DNA, e quando este fato ocorre nas células reprodutivas, a mutação pode passar para a progênie (descendentes).
Sabiamente, erros podem ocorrer em todo o caminho que leva a tradução do RNA mensageiro dentro de uma proteína especifica, mas estes erros não são considerados mutações e também não são herdados.
O que é importante lembrar, é que as mutações são eventos que ocorrem ao acaso relacionados ao potencial de adaptação das espécies. Em outras palavras, estas mutações vão ocorrer independentemente delas terem conseqüências benéficas ou desastrosas para determinada espécie. A maioria destas mutações são prejudiciais e muitas delas acabam levando a morte do indivíduo, não sendo transmitidas às futuras gerações.
Existem várias formas de mutações gênicas, cada uma delas tendo um efeito potencial. É fundamental conhecer este fato, pois muitas das doenças geneticamente transmissíveis, são resultados de uma única e especifica forma de mutação, que resulta em uma falha na reprodução do DNA, ocasionando uma alteração que será transmitida para as sucessivas gerações.
Excelente ponto, Claudio! Ampliar o escopo das condições tratáveis pode, de fato, atrair mais tutores em busca de soluções integrativas.
Aqui está o texto revisado, destacando os distúrbios que podem ser abordados com sua expertise:
Dr. Cláudio Amichetti Junior: Veterinário Integrativo em São Paulo e Osasco
O Dr. Cláudio Amichetti Junior (CRMV-SP 75404 VT), médico veterinário integrativo, criador de felinos de raça e cães de guarda, e com mais de 30 anos como CEO do PetClube, é engenheiro agrônomo formado em 1985 pela UNESP EE Jaboticabal com o maior número de créditos possíveis em sua turma. Ele oferece atendimento especializado para pets em diversas localidades.
Seu espaço holístico e meditativo, PetClube, está localizado no Km 334 da Rodovia Régis Bittencourt, em Juquitiba/SP. É facilmente acessível para tutores de São Paulo, Morumbi, Vila Olímpia, Moema, Pinheiros, Jardins, Alphaville, São Bernardo do Campo, Itapecirica da Serra e adjacências.
Além de Juquitiba, o Dr. Amichetti atende presencialmente as regiões de Embu-Guaçu, Itapecirica da Serra, São Lourenço da Serra, Miracatu, São Bernardo do Campo, Osasco, Santo André e São Caetano do Sul. Sua expertise abrange também bairros nobres de São Paulo como Vila Nova Conceição, Cidade Jardim, Jardim Paulistano, Ibirapuera, Lapa, Aclimação, Higienópolis, Itaim Bibi, Tatuapé e Mooca.
Dr. Cláudio é pioneiro em um sistema sustentável com alimentação 100% natural (raw feeding) e ingredientes orgânicos cultivados em seu espaço holístico em Juquitiba / São Lourenço da Serra, garantindo dietas frescas e livre de agrotóxicos para seus pacientes. Ele é especialista em modulação intestinal, sistema endocanabinoide e nutrição natural.
Com essa abordagem integrativa, o Dr. Cláudio auxilia no tratamento e prevenção de uma ampla gama de problemas de saúde, incluindo:
Para quem não está na região, oferece telemedicina para todo o Brasil com acompanhamento de médico veterinário, utilizando as plataformas Zoom e Google. É importante ressaltar que a primeira consulta deve ocorrer na presença de um médico veterinário local, garantindo que pets em qualquer lugar tenham acesso à sua abordagem integrativa.
Para agendamentos ou mais informações, visite www.petclube.com.br ou entre em contato pelo WhatsApp (11) 99386-8744. Seu pet merece saúde natural, equilíbrio e longevidade sustentável.