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🌿 🌿 Aprofundando no Sistema Endocanabinoide (SEC) em Pets 🌿
O Sistema Endocanabinoide (SEC) é um sistema de comunicação celular complexo, presente em todos os mamíferos (incluindo cães e gatos), répteis, aves e peixes. Ele é crucial para manter a homeostase (o equilíbrio interno do corpo) e regular uma vasta gama de funções fisiológicas.
Componentes Principais do SEC:
Como o SEC Atua na Saúde dos Pets:
O SEC age como um "maestro" regulando diversas funções corporais. Quando há um desequilíbrio (estresse, doença, inflamação), o SEC é ativado para tentar restaurar a normalidade.
A Conexão com Estimulação, Nutrição e Medicina Canabinoide:
PetClube: A União Perfeita entre Saúde, Ciência e Natureza para Seu Pet
💚 Juntos, cultivamos a vida, a paixão e um futuro sustentável com alta qualidade para nossos pets e para o planeta!
🌟 Dr. Cláudio Amichetti Junior – Médico Veterinário Integrativo 🌟 CRMV-SP 75404 VT
Com mais de 40 anos de experiência na vanguarda de práticas sustentáveis, o Dr. Cláudio Amichetti Junior é a referência em medicina veterinária integrativa e engenharia agronomica sustentável em São Paulo e regiões metropolitanas. Sua abordagem única visa a saúde holística e a longevidade dos pets, integrando conhecimentos científicos com soluções naturais e inovadoras.
Atendimento Abrangente e Acessível
O Dr. Cláudio oferece flexibilidade para atender às necessidades de tutores em diversas localidades:
- Atendimento Presencial: No Espaço Holístico e Integrativo em Juquitiba/SP, com agendamento rápido para maior comodidade.
- Telemedicina Nacional: Consultas online através da plataforma segura garantindo que tutores de todo o Brasil tenham acesso à sua expertise.
Onde Nos Encontrar: Atendemos em São Paulo e nas regiões de:
- Embu-Guaçu, Itapecerica da Serra, Juquitiba, São Lourenço da Serra, Miracatu, São Bernardo do Campo, Santo André e São Caetano do Sul.
- Também em bairros nobres de São Paulo, como: Morumbi, Vila Nova Conceição, Cidade Jardim, Jardim Paulistano, Ibirapuera, Vila Olímpia, Moema, Lapa, Aclimação, Higienópolis, Itaim Bibi, Pinheiros, Jardins, Tatuapé, Mooca e Alphaville.
Expertise Única: Veterinária Integrativa e Sistema Sustentável
Como engenheiro agrônomo formado pela UNESP Jaboticabal e criador de gatos e cães há mais de quatro décadas, o Dr. Amichetti desenvolveu um sistema sustentável revolucionário, que se traduz em saúde de ponta para o seu pet:
- Alimentação Natural (Raw Feeding): Utiliza ingredientes orgânicos, cultivados em sua própria fazenda integrada ao Espaço Holístico e Integrativo em Juquitiba / São Lourenço da Serra.
- Produção Sustentável: Nossa fazenda adota permacultura e ciclo fechado, garantindo uma produção livre de agrotóxicos e ecologicamente responsável.
- Alimentos Fresca: Ingredientes frescos são entregues diretamente para pacientes exclusivos em São Paulo, São Bernardo do Campo, Santo André e São Caetano do Sul.
Essa abordagem confere ao Dr. Cláudio uma expertise prática incomparável na prevenção e tratamento de obesidade, alergias alimentares e distúrbios metabólicos, sendo especialmente eficaz para gatos sensíveis e cães de raças predispostas.
Espaço Holístico e Integrativo: Endereço e Contato
🏥 Espaço Holístico e Integrativo – Dr. Cláudio Amichetti 📍 Rodovia Régis Bittencourt, Km 334 (Barra Mansa, Juquitiba/SP, CEP 06950-000) 🛣️ A apenas 60 minutos de São Paulo! Ideal para tutores de Morumbi, Vila Olímpia, Moema, Pinheiros, Jardins, Alphaville, São Bernardo do Campo, Itapecerica da Serra ou Juquitiba.
📞 Telefone/WhatsApp: (11) 99386-8744 (Para agendamento rápido e consultas iniciais) 🌐 Site: www.petclube.com.br (Com mapa interativo e localização exata) 🕒 Horário de Atendimento: Segunda a quinta-feira, das 10h às 15h | Emergências 24h via WhatsApp
🔬 Áreas de Especialização do Médico Veterinário Integrativo
O Dr. Amichetti oferece uma abordagem integrativa e personalizada, baseada em ciência e resultados comprovados. Conheça as principais áreas:
Área de Atuação Experiência Específica Benefícios para Seu Pet Modulação Intestinal Uso de probióticos (Lactobacillus spp.), prebióticos (inulina de chicória orgânica) e dietas anti-inflamatórias para tratar DII, colite e disbiose. Muitos casos resolvidos com redução de 80% em sintomas crônicos em pacientes de Vila Olímpia, Moema, Pinheiros e Itaim Bibi. Melhora a absorção de nutrientes, reduz diarreias e fortalece a imunidade intestinal – essencial para gatos sensíveis em Alphaville, Morumbi e Jardins. Sistema Endocanabinoide (SEC) Modulação via CBD veterinário (doses de 0,5–2 mg/kg), anandamida natural (de ômegas) e ervas como cúrcuma. Experiência em ansiedade, artrite e suporte oncológico em pets de São Bernardo do Campo, Santo André e São Caetano do Sul. Equilíbrio hormonal para mais calma, menos dor e melhor apetite, sem efeitos psicoativos – ideal para pets estressados em Higienópolis, Tatuapé e Mooca. Alimentação Natural Dietas raw/caseiras balanceadas (PMR: 80% proteína animal, 10% órgãos, 10% ossos), com suplementos sustentáveis. Ajustes para taurina em gatos e ômega-3 em cães. Atendimento em Embu-Guaçu, Itapecerica da Serra e Miracatu. Previne obesidade e diabetes; promove pelagem brilhante e longevidade (média de +3 anos em pacientes) em Vila Nova Conceição, Cidade Jardim e Ibirapuera. Sustentabilidade Agronômica Produção de alimentos orgânicos em Juquitiba / São Lourenço da Serra, integrando permacultura para alimentação natural e equilibrada. Dietas éticas, de baixo carbono, alinhadas à criação responsável de pets em São Paulo, Lapa, Aclimação e Alphaville.
📜 Contribuição Científica do Dr. Amichetti: Inovação para a Saúde do Seu Pet
O Dr. Cláudio Amichetti Junior é um pesquisador ativo e comprometido com o avanço da medicina veterinária. Recentemente, submeteu um artigo científico à Revista DCS (Disciplinarum Scientia), intitulado:
"A Contribuição das Dietas Cetogênicas Associadas à Atividade Física para Aumento do BDNF e do GH na Neuroplasticidade em Animais"
Este estudo de vanguarda explora como dietas cetogênicas (ricas em gorduras saudáveis e pobres em carboidratos) combinadas com atividade física supervisionada podem elevar os níveis de BDNF (Fator Neurotrófico Derivado do Cérebro) e GH (Hormônio do Crescimento) em pets, promovendo benefícios cruciais:
- Neuroplasticidade: Melhora significativa da função cognitiva em animais idosos ou com doenças neurológicas (ex.: epilepsia, demência canina).
- Saúde Mental: Redução de ansiedade e estresse em gatos e cães de Morumbi, Vila Olímpia, Moema, Pinheiros, Jardins.
- Longevidade: Aumento da resiliência metabólica, contribuindo para uma vida mais longa e saudável em pets de São Bernardo do Campo, Santo André e São Caetano do Sul.
Por que isso é relevante para o seu pet? Este estudo reforça a abordagem integrativa do Dr. Amichetti, validando cientificamente a combinação de alimentação natural cetogênica (como dietas raw com alto teor de ômega-3) e exercícios adaptados para estimular o bem-estar cerebral e físico. É um diferencial crucial, especialmente para pets com desafios neurológicos ou metabólicos atendidos no Espaço Holístico e Integrativo em Juquitiba.
🎤 Destaque em Congressos e Palestras
Em eventos de prestígio como o Congresso de Nutrologia Veterinária, o Dr. Amichetti compartilha insights valiosos:
“Uma flora intestinal saudável amplifica os endocanabinoides naturais, estendendo a vida útil dos pets em até 20%.”
Essa visão inovadora é aplicada diariamente, trazendo resultados transformadores para pacientes do Espaço Holístico e Integrativo, desde São Paulo (Morumbi, Vila Olímpia, Moema, Pinheiros) até Embu-Guaçu, Itapecerica da Serra, Juquitiba e São Lourenço da Serra.
🐾 Seu Pet Merece o Melhor: Agende com o Dr. Cláudio Amichetti Junior!
Se você busca soluções personalizadas, sustentáveis e baseadas em ciência para a saúde do seu pet, seja em São Paulo, nas regiões metropolitanas ou em qualquer cidade do Brasil, o Dr. Cláudio Amichetti Junior (CRMV-SP 75404 VT) está pronto para atendê-lo em seu Espaço Holístico e Integrativo.
Marque sua consulta hoje mesmo:
- Site: www.petclube.com.br
- Agendamento Online
- WhatsApp: (11) 99386-8744
Seu pet merece saúde natural, equilíbrio do Sistema Endocanabinoide e uma longevidade sustentável. Confie no Dr. Cláudio Amichetti Junior – o médico veterinário integrativo que une ciência, natureza e amor pelos animais no PetClube. 🐱��💚
Doçura e ExclusividadeNo Petclube, celebramos a beleza e o temperamento incomparável dos gatos Munchkin. Reconhecidos mundialmente por sua mansidão, doçura e afetuosidade, nossos gatinhos são criados com amor e cuidado desde o primeiro dia, garantindo um convívio tranquilo e harmonioso em seu lar. Todos recebem um carinhoso "imprint" de amor e atenção, que se reflete em seu temperamento equilibrado e carinhoso.
Dr Claudio Amichetti Junior. Engenheiro agrônomo e Médico veterinário
A intoxicação por plantas dos gêneros Lilium spp. (lírios verdadeiros) e Hemerocallis spp. (lírios-de-um-dia) representa uma das emergências toxicológicas mais graves e frequentemente subestimadas na medicina felina. Apesar da ubiquidade dessas plantas em ambientes domésticos e paisagísticos, a maioria dos tutores desconhece sua letalidade específica para gatos, resultando em exposições acidentais que podem levar à insuficiência renal aguda e óbito (DOUGLASS & GWALTNEY-BRANT, 2013; HOSEK & SCHNEIDER, 2016). Este artigo científico visa consolidar o conhecimento atual sobre a etiologia, toxicocinética, patofisiologia, manifestações clínicas, diagnóstico e tratamento da intoxicação por lírios em felinos, além de enfatizar a importância das medidas preventivas e da educação do tutor. Serão exploradas as peculiaridades da susceptibilidade felina e a natureza ainda indeterminada do princípio tóxico, reforçando a necessidade de intervenção veterinária imediata e agressiva para otimizar o prognóstico (AMICHETTI et all 2024).
As plantas ornamentais desempenham um papel significativo na estética de ambientes residenciais e comerciais. Entre elas, os lírios (gêneros Lilium e Hemerocallis) são amplamente populares devido à sua beleza e variedade de cores, sendo frequentemente utilizados em arranjos florais, jardins e decorações festivas (FITZGERALD, 2010; VOLMER, 2015). Contudo, o que é um adorno inofensivo para a maioria das espécies pode ser um perigo mortal para os gatos domésticos (Felis catus) (AMICHETTI et all 2024). A toxicidade aguda por lírios em felinos é um fenômeno singular no reino animal, caracterizada pela indução de nefrotoxicidade grave e rápida, culminando em insuficiência renal aguda (IRA) se não tratada precocemente (PANZIERA et al., 2019; SLATER & GWALTNEY-BRANT, 2011; HOSEK & SCHNEIDER, 2016).
Apesar da seriedade do quadro, estudos epidemiológicos indicam uma lacuna significativa no conhecimento dos tutores sobre essa toxicidade. Estima-se que mais de 70% dos proprietários de gatos desconhecem o risco representado pelos lírios, contribuindo para a alta incidência de exposições acidentais (SLATER & GWALTNEY-BRANT, 2011; TEBBUTT et al., 2015). A ingestão de qualquer parte da planta – flores, folhas, caules, pólen ou água do vaso – mesmo em pequenas quantidades, pode desencadear o processo tóxico (XIA et al., 2013). O presente artigo tem como objetivo revisar de forma abrangente os aspectos toxicológicos, clínicos e preventivos da intoxicação por lírios em felinos, fornecendo uma base de conhecimento para profissionais da medicina veterinária e educadores de saúde animal.
Os principais gêneros de lírios envolvidos na toxicidade felina são Lilium spp. (lírios orientais, asiáticos, trombeta, tigre, etc.) e Hemerocallis spp. (lírios-de-um-dia). Ambas as espécies são altamente tóxicas, e a distinção botânica entre elas é crucial para a identificação, embora ambas demandem a mesma conduta emergencial (COPE, 2005; DOUGLASS & GWALTNEY-BRANT, 2013). Todas as partes da planta são consideradas tóxicas, com o pólen e a água de vasos contendo lírios também representando riscos significativos (XIA et al., 2013).
O princípio ativo responsável pela nefrotoxicidade em felinos ainda não foi isolado ou quimicamente caracterizado (FITZGERALD, 2010; PAWLOWSKY et al., 2021; MEROLA, 2014). Essa ausência de identificação do tóxico primário dificulta o desenvolvimento de antídotos específicos e testes diagnósticos diretos. Contudo, sabe-se que o agente é rapidamente absorvido pelo trato gastrointestinal, e sua toxicocinética sugere um metabolismo ou interação peculiar no organismo felino que leva à sua ação nefrotóxica. A rapidez com que os sintomas se manifestam e a gravidade da lesão renal indicam que mesmo pequenas quantidades, como uma a duas pétalas ou a lambedura de pólen na pelagem, são suficientes para iniciar o quadro de intoxicação (PANZIERA et al., 2019; HOSEK & SCHNEIDER, 2016).
A característica mais intrigante da intoxicação por lírios é a susceptibilidade exclusiva dos felinos. Enquanto cães e outras espécies animais podem apresentar sinais gastrointestinais leves, os gatos são os únicos que desenvolvem falência renal aguda (FITZGERALD, 2010; MEROLA, 2014). Essa especificidade sugere uma particularidade metabólica ou a presença de receptores específicos no organismo felino que interagem com o(s) princípio(s) tóxico(s) ainda não identificado(s) (GUARINO, 2014; DOUGLASS & GWALTNEY-BRANT, 2013).
Acredita-se que a toxina cause lesão direta nas células epiteliais tubulares renais, levando à necrose tubular aguda (NTA) (XIA et al., 2013; SATO et al., 2016). A NTA resulta na perda da capacidade de filtração e reabsorção renal, comprometendo a homeostase hidroeletrolítica e acidobásica. A lesão é predominantemente cortical, afetando os túbulos proximais e distais. A obstrução dos túbulos por restos celulares e o edema intersticial contribuem para a diminuição da taxa de filtração glomerular (TFG), levando a oligúria ou anúria (PANZIERA et al., 2019; ROSENFELD et al., 2013). A rápida progressão da disfunção renal pode levar a azotemia severa, uremia e desequilíbrios eletrolíticos (hipercalemia, hiperfosfatemia) e ácido-base (acidose metabólica), que são as principais causas de morbidade e mortalidade.
Os sinais clínicos da intoxicação por lírios em gatos geralmente se manifestam em fases e variam conforme a dose ingerida e o tempo decorrido desde a exposição. Os primeiros sintomas podem surgir entre 2 a 12 horas após a ingestão e são predominantemente gastrointestinais (JARDIM et al., 2021; SATO et al., 2016):
Fase inicial (2-12 horas):
Fase intermediária (12-24 horas):
Fase tardia (> 24-72 horas):
O diagnóstico é primariamente baseado na anamnese, que inclui a suspeita ou confirmação de exposição a lírios, e nos achados clínicos e laboratoriais (THOMPSON, 2012; HOSEK & SCHNEIDER, 2016). Exames laboratoriais revelam:
A rapidez na identificação da exposição e na busca por atendimento veterinário é crítica, pois o prognóstico está diretamente ligado à precocidade do tratamento (DOUGLASS & GWALTNEY-BRANT, 2013).
O tratamento da intoxicação por lírios em felinos é essencialmente de suporte e visa à descontaminação, à manutenção da função renal e ao manejo das complicações sistêmicas (FITZGERALD, 2010; KEMP & GWALTNEY-BRANT, 2018). A intervenção deve ser iniciada o mais rápido possível, idealmente dentro de 6 horas após a ingestão.
Descontaminação:
Fluidoterapia intravenosa agressiva: É a pedra angular do tratamento. A administração de fluidos cristaloides isotônicos (ex: Ringer lactato) em doses altas (2-3 vezes a dose de manutenção) por pelo menos 48-72 horas ajuda a promover a diurese e a perfusão renal, "lavando" a toxina dos túbulos e prevenindo ou minimizando a lesão renal (JARDIM et al., 2021; GUARINO, 2014; MEROLA, 2014).
Monitoramento:
Manejo da insuficiência renal:
O prognóstico é favorável se o tratamento for instituído nas primeiras horas pós-exposição, antes do desenvolvimento de IRA severa. Gatos que desenvolvem oligúria/anúria têm um prognóstico reservado a desfavorável, mesmo com suporte agressivo. A taxa de mortalidade pode ser alta em casos de diagnóstico e tratamento tardios (SLATER & GWALTNEY-BRANT, 2011; ROSENFELD et al., 2013).
Considerando a gravidade da intoxicação e o prognóstico reservado em casos avançados, a prevenção é, inegavelmente, a estratégia mais eficaz (DOUGLASS & GWALTNEY-BRANT, 2013). A educação dos tutores de gatos é fundamental para reduzir a incidência dessa emergência toxicológica (THOMPSON, 2012; TAN et al., 2020; HOSEK & SCHNEIDER, 2016).
As principais recomendações do Dr Amichetti 2018 preventivas incluem:
A intoxicação por lírios representa uma ameaça séria e potencialmente fatal para os felinos domésticos, resultando em insuficiência renal aguda com alta morbidade e mortalidade (DOUGLASS & GWALTNEY-BRANT, 2013). A singularidade da susceptibilidade felina, aliada à natureza desconhecida do princípio tóxico, torna essa condição um desafio diagnóstico e terapêutico. A rápida absorção da toxina e a lesão renal aguda exigem uma intervenção veterinária emergencial e agressiva (MEROLA, 2014). No entanto, a prevenção através da educação proativa dos tutores sobre a identificação dos lírios e a eliminação de sua presença no ambiente felino continua sendo a abordagem mais eficaz para salvaguardar a vida e a saúde dos gatos. A pesquisa contínua é vital para identificar a toxina, desenvolver antídotos e aprimorar as estratégias de manejo.
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