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Cães que lhes dão o mundo
Submetido em Sábado, 16/05/2009 - 12:14 por Sérgio Gonçalves
Com o tema: Cão-guia
Os cães de serviço e os cães para surdos fazem parte dos cães de assistência e dispõem de legislação própria.
Em Portugal são educados pela Ânimas (www.animaspt.org ), uma associação que também realiza programas de actividades e de terapias assistidas por animais.
A Ânimas tem sede no Porto mas os seus cães estão instalados na Quinta do Couvo, em Oliveira de Azeméis.
Kuka sabe exactamente a que velocidade caminhar. Nem mais depressa nem mais devagar do que os pequeníssimos passos de Maria do Céu. Sempre dócil e disponível. Sempre atenta e concentrada nas necessidades da sua companheira. Kuka trouxe a Maria do Céu uma tranquilidade que esta desconhecia, uma confiança que mudou a sua vida.
Aliviou-lhe o peso que os obstáculos representam, minimizou-lhe as adversidades. Física e psicologicamente. À função de cadela de serviço juntou a de companhia, até ganhar o estatuto de melhor amiga da sua utilizadora e deixar a psicóloga Maria do Céu em dificuldades para explicar a relação que se estabeleceu entre ela e esta labradora: "A Kuka faz parte do meu dia-a-dia, é quase uma extensão de mim... É uma companhia, mas é muito mais do que isso... Não consigo comparar a relação que tenho com ela a nenhuma outra...". As palavras são redutoras de algo que se tornou tão imenso. Maria do Céu tenta uma última definição para nos aproximar ao mundo de cumplicidade que ela e Kuka criaram: "A nossa relação é uma magia de afectos".
Tem razão Maria do Céu Seabra: não é fácil falar sobre sentimentos, menos ainda sobre sentimentos em estado puro, que são aqueles que os cães dedicam aos humanos que os cuidam e que estes lhes tentam devolver com intensidade idêntica. Não a ajuda sequer o seu treino profissional como psicóloga e terapeuta familiar (na CERCI da Póvoa de Santa Iria e como voluntária na Raríssimas, a Associação Nacional de Deficiências Mentais e Raras). Mas não ficam dúvidas que é especial a relação estabelecida com Kuka, uma labradora amarela que vai fazer seis anos. Ela é um dos três cães de serviço (ver caixa) treinados até ao momento pela Ânimas - Associação Portuguesa para a Intervenção com Animais de Ajuda Social - cujo lema é uma síntese feliz da atitude dos cães: "Capaz de tudo por si".
E, em termos das suas funcionalidades técnicas, o que tem feito Kuka por Maria do Céu, 37 anos, neste ano e meio de coabitação? A primeira vez que vemos esta dupla feminina, a Kuka vem a desempenhar uma das suas tarefas mais importantes: transportar na boca a mala da sua utilizadora (e não dona porque os cães de assistência são cedidos, permanecendo pertença da Ânimas e da Associação Beira Aguieira de Apoio ao Deficiente Visual -, as associações que em Portugal preparam estes cães). Maria do Céu fica assim com as mãos libertas para trazer um banquinho desmontável, que a ajuda a chegar a sítios mais altos, como sentar-se na cadeira do café onde nos encontramos.
O ar doce e a boa disposição da cadela, assinalada por um quase constante dar de cauda, conquistam atenções, tornam irresistível a vontade de fazer festas. Mas Maria do Céu rejeita o pedido e explica porquê. "Percebo que seja uma tentação fazer-lhe festas. Mas ela está a trabalhar e qualquer distracção pode pôr em risco a minha segurança". Um colete com a inscrição "cão de assistência" indica isso mesmo e deve funcionar como o passaporte que dá a estes cães acesso ilimitado a todos os locais. Para a Kuka, como para todos os cães de assistência, ter colocado o colete significa que está a trabalhar e só tem direito a descontrair quando este é retirado.
Todos os interruptores de luz e botões de elevadores estão colocados alto de mais para um anão com menos de um metro. Grande parte do mobiliário urbano continua a não cumprir a legislação das acessibilidades, frisa Maria do Céu. Kuka tornou a maioria deles acessível à psicóloga, que sofre de displasia diastrófica, um distúrbio que resulta em baixa estatura, como explica embora sem revelar a altura exacta. Esse foi um dos pedidos que fez quando foi entrevistada na Ânimas para se candidatar a um cão de serviço.
O educador da Kuka, Sebastião Castro Lemos - 57 anos, proprietário da Quinta do Couvo, em Oliveira de Azeméis, onde estão os cães da associação, da qual é voluntário - contou ao Expresso que teve de imaginar um sistema que servisse esta necessidade específica: a técnica de targeting, ou seja, tocar num alvo, foi completada com uma luz laser para indicar o alvo onde se deseja que o cão toque. Sebastião e Bruna - uma labrador com um ano que está a finalizar o treino de obediência e a começar a receber os primeiros ensinamentos para se tornar numa cadela de serviço - exemplificam o procedimento, mas sem o apontador a laser. No dia seguinte, é a vez de Maria do Céu e Kuka. As imagens que se seguem são únicas. Maria do Céu começa por fazer incidir no chão o ponto vermelho do laser tornando-o, assim, no foco de atenção de Kuka.
Imediatamente, aponta-o ao interruptor da luz e à ordem "toca", a cadela toca no botão e acende a luz. O mesmo acontece para chamar o elevador. A acção é repetida várias vezes para o repórter fotográfico e o operador de vídeo do Expresso conseguirem o melhor registo. Kuka dá o seu melhor - "ela está sempre disponível e são poucas as vezes em que acusa cansaço", sublinha Maria do Céu - e por isso vai sendo recompensada com grãos de ração, à laia de guloseima, o que acentua o carácter lúdico que este tipo de trabalho tem para um cão.
"Que querem ver mais?", pergunta a psicóloga, quebrando o silêncio provocado pelo espanto. Ficamos a saber que Kuka apanha objectos do chão, ajuda Maria do Céu a subir e descer escadas e lancis de passeios, a abrir as portas... "Já está tudo tão automatizado que, às tantas, nem me lembro de tudo o que a Kuka faz", conta a utilizadora. Nem precisa de dar todas as ordens. Kuka sabe, por exemplo, que a sua última tarefa no gabinete da psicóloga na CERCI, antes de subir para o banco de trás do automóvel de Maria do Céu para fazerem os 45 quilómetros de regresso a casa, é apagar a luz. E fá-lo como quem diz "vamos embora".
Na casa de Maria do Céu e dos pais sempre houve cães - actualmente têm a Becas, uma rafeira abandonada que a família acolheu - , mas a especificidade de um cão de serviço obrigou a um curso de acoplamento, três semanas de adaptação às funcionalidades técnicas e também de aprendizagem dos cuidados de que o canídeo necessita, como brincar entre 30 minutos a uma hora por dia para aliviar o stresse da sua missão.
"Antes tinha de antecipar tudo o que ia fazer, principalmente se ia a sítios novos... Agora, não penso nisso porque sei que a Kuka está lá para me ajudar. Houve uma mudança significativa na minha vida, mas não passei a fazer outras coisas, mas sim a fazer as coisas com despreocupação. Porque a Kuka está sempre comigo".
Lana é o único cão para surdos existente em Portugal. Desde há um ano que tem a missão especial de avisar o casal Baltazar - ambos surdos - quando toca a campainha da porta, o sinal avisador do microondas ou o alarme de incêndio. Ou, mas já por iniciativa da própria, quando há trovoada ou chega o peixeiro.
Ao contrário da Kuka, a Lana é irrequieta, tem um ar desafiador e só o colete mostra que é um cão de assistência. Como qualquer raça ou rafeiro pode desempenhar a função de cão para surdos, a pequena estatura desta pekinois de quatro anos funcionou como uma vantagem, pois os chamamentos de atenção são feitos com toques da pata, explica Liliana de Sousa, 55 anos, a bióloga fundadora e presidente da Ânimas. Já os cães de serviço são obrigatoriamente retriever do labrador - e quase em exclusivo os cães-guia para cegos -, dada as características da raça, como a inteligência e capacidade de aprendizagem, a afabilidade e o carácter.
No dia da visita da reportagem do Expresso à casa desta família de Valongo ninguém tinha a certeza se a coqueluche da casa se iria portar à altura. A razão é simples: se em casa estiverem pessoas da comunidade ouvinte, e desde logo Fernando Baltazar, o filho do casal que é intérprete de língua gestual, Lana pode aproveitar para se deixar ficar quieta. Quem o conta, a rir a bom rir, é o dono, Armando, 58 anos, reformado da banca e a frequentar na Universidade de Coimbra o Curso de Língua Gestual Portuguesa. A mulher, Maria da Glória, um ano mais nova e bancária, corrobora. Mas Lana não quis fazer feio, muito menos à frente do seu instrutor, Hugo Roby, 29 anos, educador de cães de profissão e voluntário na Ânimas. "Tive de perceber a realidade da família Baltazar e os seus problemas. E depois trabalhar em função disso". O primeiro passo foi um vulgar treino de obediência e de comportamento, só depois as necessidades especiais de quem não ouve. Ao fim de cerca de oito meses a ser educada por Hugo regressou a casa com as novas competências: a campainha da porta toca e ela corre na direcção de Armindo ou de Maria da Glória, empina-se e bate-lhes com a pata numa das pernas. É assim com todos os sons para que foi ensinada.
Lana era já a cadela da família. Chegou aos seis meses trazida pelo irmão gémeo de Fernando, na sequência de uma separação. "Eu, que tive um pastor alemão, fiquei a olhar para aquela coisa pequena e feia", recorda, bem humorado, Armindo Baltazar, repentinamente surdo aos 13 anos devido a um ataque de meningite violenta. Maria da Glória, que também perdeu a audição devido à meningite mas ainda bebé, aos 18 meses, apesar da grande dificuldade em se exprimir oralmente, deixa claro que está a sair em defesa da bicha de estimação e que nunca a achou feia. No fundo, sabe que o marido está a brincar e ambos mostram estar muito ligados a um animal que começou por ser apenas de estimação.
Sempre com a ajuda de Fernando Baltazar, 35 anos, como intérprete - função que exerce para o Ministério da Justiça e na televisão - essencialmente para colocar as nossas perguntas ao pai, uma vez que Armindo mantém parte da oralidade, ficamos a saber que este tem um longo percurso na Associação de Surdos do Porto e na Federação Portuguesa das Associações de Surdos e foi nesse âmbito que teve conhecimento do trabalho da Ânimas. "Às vezes as pessoas só protestam e não agem. Quis saber como era ter um cão assim treinado, até para dar o exemplo..." Na verdade não se pode dizer que a vida do casal Baltazar tenha mudado radicalmente com a nova Lana. "Mas poderia ter mudado se, como a maior parte dos não ouvintes, tivéssemos a casa toda adaptada com sinais luminosos e não apenas uma lâmpada na cozinha que avisa quando a campainha da porta toca...", defende Armindo Baltazar.
Há dez anos, era entregue o primeiro cão-guia para cegos. Hoje, a Escola de Cães-Guia para Cegos de Mortágua (da já referida ABAADV) já entregou mais de 70 cães e não tem mãos a medir, como explica o seu presidente, João Fonseca, 46 anos, veterinário e autarca. Mas os três educadores da escola só têm capacidade para preparar 12 cães por ano, com um custo estimado de 17.500 euros cada, mas entregue gratuitamente ao utilizador. O subsídio da Segurança Social por cada dupla cego/ cão-guia formada "representa apenas 65% dos custos totais da escola". Enquanto a Ânimas lamenta a falta de conhecimento por parte dos potenciais beneficiários dos seus cães, aqui é a lista de espera que aumenta.
Augusto Hortas, 58 anos, funcionário público há mais de 35, teve um descolamento de retina que rapidamente o levou à cegueira. Passou por um "desmoronar de castelos muito complicado", mas acabou por reagir quando percebeu que não era o único jovem a enfrentar tal provação. Fez o curso de Filosofia, casou com Arminda (que cegou aos 14 anos na sequência de uma meningite), teve dois filhos e entrou no associativismo, na conhecida ACAPO (Associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal), através da qual se candidata a um cão-guia e se torna no primeiro utilizador português. E, por consequência, no primeiro cego a lutar pelo cumprimento da lei que permite a entrada destes cães a locais de acesso público e transportes. É num restaurante, com Lua deitada junto à mesa, que decorre esta conversa. Tem quase seis anos e é mais uma fêmea labradora desta reportagem: mais calmas do que os machos, têm a vantagem de ser mais pequenas e se acomodarem melhor, mas serem suficientemente grandes para possibilitar a devida comunicação, através do arnês, com a pessoa que guiam. O arnês é considerado a farda do cão-guia, que inclui um guizo para permitir ao cego saber sempre onde se encontra o seu cão.
"Muita coisa mudou nestes dez anos. Hoje as pessoas já sabem o que é um cão-guia e conhecem melhor os seus direitos", diz Augusto Hortas, desfiando histórias antigas de barramentos em restaurantes e recusa de transporte em táxis. A identificação dos prevaricadores pelas autoridades é o conselho que aprendeu à custa de ter perdido um processo contra o proprietário e motorista de um táxi que não o deixou o entrar, na altura ainda com Camila - a primeira cadela que se tornou nos seus olhos, expressão que usa com orgulho. Feito o estágio de adaptação (uma semana em Mortágua, outra em Vila Franca de Xira, onde reside, e sempre com a presença do educador), começou o dia-a-dia de Augusto com Camila, ela a levá-lo com segurança, de casa até ao comboio para Alverca, da estação para o Instituto do Emprego e Formação Profissional, onde trabalha como técnico superior, o inverso ao final do dia. "É estar sempre acompanhado por um amigo, a conversar... Em troca, estes cães apenas pedem comida e carinho."
A autonomia foi tal que deixou a bengala praticamente de lado, "mais do que devia". Quando Camila foi operada devido a uma ruptura de ligamentos e não o podia acompanhar, Augusto sentiu-se perdido: "Foi como voltar ao princípio, a reconhecer os caminhos e pontos de referência. Aprendi que a bengala é um objecto inerte mas útil, e desde então voltei a usá-la mais". Camila nunca recuperou devidamente e Lua veio substituí-la nas tarefas. Mas Augusto pensou em andar com as duas, para que Camila não se sentisse preterida. Em vão: as cadelas disputavam o direito a ir do lado esquerdo (o lugar que lhes compete como guia); aconselhado pelo educador Vítor Costa a levar ambas do lado esquerdo, lutavam pela posição junto à perna de Augusto... "A Camila tinha atitudes irreconhecíveis", recorda Augusto. Eram, afinal, já sintoma da doença maligna que a vitimou ao fim de sete anos e alguns meses a guiá-lo. "Foi o maior desgosto da minha vida". A confissão dolorosa é sublinhada pelo humedecer dos olhos. Augusto faz questão de frisar que apesar de ter sido enorme o desgosto que sentiu quando um médico lhe assegurou que ia ser cego toda a vida, foi maior o da perda da labradora. "Foi a perda de um familiar muito, muito próximo. Ela substituía realmente os meus olhos."
Os cães de assistência têm de ter prazer naquilo que fazem. Este é um dos segredos dos educadores, assim chamados nestas duas associações após a formação feita no estrangeiro, porque, salientam, treinadores há muitos, educadores muito poucos. "Eles vão passar o resto da vida a servir alguém", frisa Sabina Teixeira, 38 anos, da Escola de Cães-Guia para Cegos. Todos os dias, ela e Marta Ferreira, 32 anos, levam os "seus" cães para uma cidade vizinha para simularem, até no andar, o que significa guiar um cego, a missão que irão ter nos próximos oito, dez anos. Um treino técnico que não começa antes dos 12 meses e acontece após uma fase de socialização dos cães em famílias de acolhimento. Depois, durante cerca de um ano, educador e educando viverão diariamente a batalha pelas competências especiais, estabelecendo relações fortes e desejáveis porque, como diz Liliana de Sousa, "os cães não são robôs".
António Neves, 49 anos, um dos educadores da Ânimas e que faz igualmente voluntariado como técnico de actividades assistidas por animais na Associação Portuguesa de de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente, em Vila Real, sintetiza estes laços únicos: "Quando entregamos um cão é a chorar. Quem o recebe é também a chorar".
Cães de assistência São, segundo o Decreto-Lei n.º 74/2007, de 27 de Março, cães que auxiliam pessoas com deficiência, caso dos cães-guia, cães para surdos e cães de serviço. Há uma quarta categoria, que a Ânimas quer trazer para Portugal, e que são os cães de alerta, cuja missão é avisar os utilizadores para a ocorrência de ataques de doenças como a epilepsia ou a diabetes.
Cães de Serviço: auxiliam pessoas com deficiência motora, realizando tarefas como abrir portas, recolher objectos do chão ou de locais inacessíveis, acender luzes, accionar elevadores, despir certas peças de vestuário, etc.
Cães para Surdos: alertam para o toque de campainhas, alarmes, choro de recém-nascido, etc.
Cães-Guia: conduzem o cego em segurança, evitando que choque com obstáculos e ajudando-o a encontrar locais, etc.
SAIBA MAIS:
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Biotecnologia na nutrição de cães e gatos
Maurício Adriano Rocha Médico Veterinário
Em primeira estância necessitamos saber o que significa o termo "Biotecnologia", porque este termo está sendo muito utilizado, mas poucas pessoas sabem realmente o que significa.
O termo "Biotecnologia" é a tecnologia baseada na biologia, especialmente quando usada na Agricultura, Ciênica dos alimentos e na Medicina. A ciência e tecnologia são duas atividades muito ligadas ao nosso cotidiano. A "Ciência" está associada ao desejo humano de saber, compreendem explicar ou prever fenômenos naturais. A "Tecnologia" decorre de outro desejo: o de encontrar novas e melhores maneiras de satisfazer as necessidades humanas, usando para isso conhecimentos, ferramentas, recursos naturais e energia. As duas atividades, ciência (saber) e tecnologia (fazer) não são totalmente independentes: para poder fazer melhor é necessário sempre saber mais.
A Convenção sobre Diversidade Biológica da ONU possui uma das muitas definições de Biotecnologia:
"Biotecnologia define-se pelo uso de conhecimentos sobre os processos biológicos e sobre as propriedades dos seres vivos, com o fim de resolver problemas e criar produtos de utilidade."
A definição mais ampla da biotecnologia é o uso de organismos vivos ou parte deles, para a produção de bens e serviços. Nesta definição enquadram-se um conjunto de atividades que o homem vem desenvolvendo há milhares de anos, como a produção de alimentos fermentados (pão, vinho, iogurte, cerveja, etc.). Por outro lado a biotecnologia moderna se considera aquela que faz uso da informação genética, a incorporando técnicas de DNA recombinante.
A biotecnologia combina disciplinas, tais como: genética, biologia molecular, embriologia e biologia celular, as quais por sua vez, estão vinculada as disciplinas práticas, tais como: engenharia química, tecnologia da informação e robótica. O quadro abaixo simplifica muito bem o que é "Biotecnologia":
A Biotecnologia já era utilizada na antiguidade, quando o homem fazia pão e bebidas fermentadas; uma das fontes de alimentos dos Astecas eram as algas que eles cultivavam nos lagos. A partir do século XIX, com o progresso da técnica e da ciência, especialmente a Microbiologia, assistimos a grandes avanços na tecnologia das fermentações. No início do século XX desenvolveram-se as técnicas de cultura de tecidos e a partir de meados do século surgem novos horizontes com a Biologia Molecular e com a informática que permite a automatização e o controle das plantas industriais.
No final da década de 70 a Engenharia Genética revoluciona a Biotecnologia "clássica" dando origem ao que denominamos "nova" Biotecnologia. Agora, torna-se possível "convencer" uma célula a fazer algo para o qual ela não estava programada. A nova Biotecnologia já tem lançado vários produtos no mercado mundial. Em alguns casos, como os da insulina e do hormônio do crescimento, a inovação consiste em substituir os métodos de obtenção tradicionais. Em outros casos, como o dos anticorpos monoclonais, trata-se de produtos inteiramente novos.
A Biotecnologia tem provocado inúmeros debates e controvérsias, (biodiversidade, patentes, éticas). Seu futuro dos fatores econômicos e sociais que condicionam o desenvolvimento industrial. Mas, seja como profissionais, seja como cidadãos haveremos de tomar decisões. É neste contexto, ao despontar o século XXI, que mais vez o saber torna-se indispensável.
E através desta busca do saber, a biotecnologia na indústria de alimentação animal, proporcionou recentes avanços na nutrição de cães e gatos através de investigações para melhor entender os detalhes dos requerimentos fisiológicos destes animais.
Como resultado, muitos nutrientes anteriormente não-essenciais agora estão sendo vistos a terem um impacto significativo sobre a saúde e bem-estar destes animais. E este tema a ser abordado neste trabalho discutirá os desenvolvimentos recentes nas áreas de condição de saúde de pele/pêlo, saúde dental, saúde intestinal, envelhecimento, saúde corporal e imunológica.
Quando olhamos para o futuro, o foco esatrá sendo aumentado sobre a influência de nutrientes sobre a área de nutrigênomica. Sobre este desenvolvimento, nós podemos antecipar que nos próximos 5 a 10 anos, permitirá que os produtores de alimentos para animais de companhia providenciaram dietas que otimizem a saúde e bem-estar destes animais através da prevenção de incidências de doenças crônicas e até mesmo modificando genomicamente através da nutrição os possiveis genes dessencadeadores destes problemas. O desenvolvimento futuro na ciência nutricional para ambos, animais de companhia e seus proprietários, é um caminho promissor, na qual aumentará e prolongará a convivência destes animais com os seus proprietários.
E está sendo muito observado que os propritetários em geral esperam melhorar e prolongar a qualidade de vida de seus animais. Interessantemente, a ligação emotiva demonstratada pelo proprietário para com seu animal, não somente beneficia os animais como os seus proprietários. Pesquisas médicas agora oferecem evidencias conclusivas da ligação positiva anivel psicológico e da influência fisiológica sobre os proprietários (Serpell, 1991; Wilson, 1987; Vormbrock e Grosserg, 1988).
A importância da relação dos proprietários com seus animais para o bem-estar humano tem reforçado, não surpreendentemente, a atenção que tem sido dada sobre estes animais de companhia.
A indústria de alimentos para cães e gatos, em particular, tem respondido aos desejos dos proprietários por oferecerem um amplo grau de produtos que não somente suprem as necessidades nutricionais, mas são designadas para atender um estilo de vida e/ou um estágio da vida do animal, bem como aperfeiçoar as condições associadas com doenças e inabilidade crônica.
Dentro desta busca das indústrias atenderem estes anseios e/ou desejos dos proprietários de cães e gatos, é aonde a biotecnologia entre em uso, para que sejam atendidos com grandes beneficios aos animais e seus proprietários.
Mas quando consideramos estes avanços cientificos na nutrição de cães e gatos, é importante termos em mente que o nosso conhecimento envolvido dentro deste desenvolvimento, está interrelacionado em três áreas em especifico :
- Primeiro necessitamos ter um conhecimento do que constitui os requerimentos nutricionais básicos de cães e gatos. A nossa identificação dos fatores que asseguram uma nutrição apropriada continua a expandir uma nutrição ótima;
- Segundo é o nosso conhecimento da fisiologia animal. Como os pesquisadores expandem seus conhecimentos dos links entre a nutrição e sobre tudo do funcionamento do sistema biológico, seus acessos para suprir nutricionalmente tornam-se sempre mais sofisticados e compreensivos.
- Terceiro é o nosso comando de novas tecnologias para a produção de alimentos. O avanço em equipamentos e metodologias não somente capacitam otimamente a complexidade na variedade e formato do alimento comercial disponível, mas permite o desenvolvimento de novas plataformas para transferência de beneficios nutricionais aos animais.
Temos que entender que o alimento é a parte central de nossoas vidas, por esta razão a produção de certos tipos de alimentos tipificam a nossa idade, nacionalidade e classe social, além de mostrar as condições de nossa saúde no futuro.
Tais atitudes providenciam ainda mais oportunidades para a indústria de alimentos para aplicar desenvolvimentos biotecnológicos e mudanças em niveis de nutrientes para a produção de uma dieta ótima nutricionalmente.
E o uso destes desenvolvimentos biotecnológicos na nutrição animal está se tornando uma ferramenta extremamente importante para indústria, isto porque as pessoas passaram a exigir cada vez mais, alimentos saudáveis – livres de resíduos quimicos e com a capacidade de serem nutraceuticos e o uso destes produtos biotecnológicos vão de encontro com estas necessidades do mercado.
E neste momento nos encontramos em um estágio o qual o uso destes produtos biotecnológicos nos proporcionam uma oportunidade para adicionar estes produtos na nutrição animal, elevando a saúde e bem-estar destes animais de companhia para o futuro.
Tais exemplos destes produtos segue abaixo:
- Taurina – De essencial em gatos e benéfico para cães a humanos;
- Vitamina C – De essencial em humanos para condicionalmente essencial em cães e gatos;
- Ácidos graxos polinsaturados de cadeia longa (Omega 3), DHA e EPA (peixe), originalmente na dieta de humanos e cães, perdido durante a evoluação, agora sendo re-introduzido como um nutriente essencial;
- Fitoquimicos – Originalmente com propriedades antioxidantes na dieta de humanos e cães, perdido durante a evolução, agora sendo re-introduzido como nutriente essencial. Aplicação de carotenoides para a saúde ocular em humanos a similar estidos em envelhecimento de cães;
- Metabólitos de Vitamina D – Mostrando ser benéficos em aves para ter um grau de uso em cães e gatos jovens e para aqueles com função hepática dificultada;
- Fito-estrógenos (De linhaça a soja) – inapropriado em cães para osteoporose mas possivel para aplicações anticancerígenas;
- Minerais Orgânicos (Quelatos) e Selênio Orgânico – Encontrados como fonte mineral natural e agora sendo substituto de fontes inorgânicas como sendo dados para indicar beneficios sobre e acima dos niveis dos minerais atualmente trabalhados, devido a sua maior absorção pelo organismo;
- Niveis aumentados de vitaminas e carotenóides suplementados da dieta, mostram não apenas suprerar as deficiências clássicas, mas tem um efeito positivo sobre a saúde, expressão genética e células receptoras, por exemplo a facilitação da intensificação imunológica em cães e gatos jovens;
- Extrato de Yucca schidigera – Um agente antiespumante e "Flavor" em bebidas populares de humanos, agora utilizada em alimentos para cães e gatos como "Flavor", redutor de odor fecal e possivel antibacteriano;
Também está sendo adicionados nestas dietas nutrientes especificos e ingredientes alimentares para beneficiar a saúde em longos periodos ou a função bioquimica, que são:
- FOS, MOS, β-Glucanos – Função imune e saúde intestinal;
- Glucosamina e Condroitina – remodelam a cartilagem e a condição de articulação;
- Nucleotideos – função imune e desenvolvimento da mucosa intestinal;
- Creatinina – Metabolismo muscular;
- Carnitina – Metabolismo de gorduras;
- Glutamina – imunidade e Status antioxidante;
- Polifenóis de chá – Higiene oral e Status antioxidante;
- Glicomacropeptideos – Higiene oral;
- Poliois – Higiene oral, Função hepática, produção biliar, adoçante, humectante;
- Enzimas – Como auxiliador na produção e como auxiliador na digestão;
- Cromo Orgânico – Anti-diabético;
- Ácido Lipoico – Antioxidante;
- Ervas e Botânicos – várias aplicações;
- Carotenóides (licopeno, Luteína, Zeaxantina) –
- Como antioxidante e facilitador imune;
Atualmente nós estamos começando a identificar evidencias e observações clinicas que sguerem fortemente que os riscos do desenvolvimento de muitas das doenças degenrativas e crônicas são reduzidas pelo consumo de alguns dos previamente chamandos nutrientes dispensaveis e até componentes não-nutrientes (como correntemente defindos) dos alimentos. Adicionalmente, efeitos benéficos sobre a qualidade de vida, nivel de atividade e resistencia a doenças t6em sido observado com a alta ingestão de alguns dos nutrientes essenciais (Harper, 2000). Isto tem levandado questões e encourajado a bioquimica nutricional a repensar em ambas as classificações de nutrientes e componentes de alimentos e as quantias que deveriam se ofertados para evitar as deficiências (Lowe, 2002).
Deste modo, antes nós estabelecemos que nível de um nutriente é requerido na dieta para sobrepor a deficiência, então devemos primeiro definir e identificar a condição a qual a deficiência do nutriente estaria associada. Nós agora olhamos para o nivel ótimo aonde a saúde e os marcadores bioquimicos estão otimizados. Neste caminho, os niveis dos nutraceuticos de hoje podem se tornarem o "plus" do amanhã equivalente a nossa redifinição do conceito da deficiência.
O exame de animais geriatricos (Hoskins, 1995) indica que eles raramente sofrem de uma doença singular ou um problema de sistema corporeo, deste modo, o ajustamento para uma combinação de nutrientes para alcançar uma resposta é mais comumente efetiva do que um aumento simples de um único ingrediente.
Como está sendo utilizado esta nova biotecnologia:
Está nova biotecnologia está sendo utilizada como adicionamento de valor em dietas funcionais, nutraceuticas e também em dietas normais do dia a dia do animal, mas comumente aonde levará um maior ganho para a saúde do animal.
Alguns fabricantes de alimentos para animais de companhia já estão adicionando estes produtos biotecnológicos sem acrecentar em seu rótulo como ingrediente nutraceutico, mas sugerindo que o animal terá os benefícios destes ingredientes.
Embora muitos dos produtos biotecnologicos que nós estamos cientes de sua utilização em dietas para filhotes, simplesmente especificado por beneficios, agora estão se tornando mais e mais aparente como eles se ajustam e estão quase no limite da essencialidade em formulação de dietas para otimizarem a qualidade de vida do animal.
Alguns exemplos da importância destes ingredientes podem ser ilustrados pelo o uso de ANTIOXIDANTES. Muitos acham que o envelhecimento, imunidade, alerta mental e algumas doenças são uma consequência de efeitos acumulativos prejudicias de radicais livres (Baskin e Salem, 1997). A maioria dos radicais livres são produzidos como parte dos processos metabólicos normais do organismo, masem certas condições tanto os radicais livres produzidos pelo organismo animal ou pelos radicais livres que são produzidos por substância ageridas pelo animal aumentam a ocorr6encia destas doenças. O animal possui um sistema elaborado e complexo de defesa antioxidante para tratar de tais ataques violentos destes radicais livres. Entretanto, evidências estão aumentando o indicativo dos beneficios de adicionar antioxidantes em dietas para dar suporte ao sistem de produção própria do organismo, e sabemos que o adicionamento de mais de um antioxidante teremos um efeito sinérgico no combate aos radicais livres produzidos no organismo.
A inclusão de vitaminas como fator antioxidante, tais como a Vitamina E e C têm modificado dramaticamente nos últimos anos. Há evidências que cães em período de reprodução e lactação necessitam de alta quantia de Vitamina E, mas as quantia utilizadas para que venham proporcionar beneficios aos animais, é necessário levar em conta, as possiveis perdas pelo processo de oxidação de óleos e gorduras nas dietas como também as necessidades em cada estágio de vida do animal.
Os requerimentos da Vitamina E em dietas para animais de companhia agora também está levando-se em conta a utilizaçào de um novo ingrediente esquecido pela nutrição animal como um fator dantioxidante, que é o selênio (Se), devido a sua importância na conjunção com a Glutationa Peroxidase (GSHPx). Pesquisas demonstram que a Vitamina E e conjunção ao Selênio, possuem um efeito sinérgico no combate aos processo de oxidação celular, permitindo uma maior preservaçào do pâncreas, que eleva a uma maior digestão da gordura e aumentando a absorção da vitamina E pelo organismo. Isto porque o Selênio Orgânico reduz a quantidade de Vitamina E necessária para manter a integridade dos lipideos da membrana, mediante a uma maior atuaçào da Glutationa Peroxidase (GSHPx) e leva a uma maior retenção da Vitamina E integra no plasma sangüíneo.
Em estudos recentes, indicam que o melhoramento na capacidade de antioxidante total dos cães pode ser alcançada com altos niveis de inclusão de Vitamina E e com inclusões em excesso de 500 mg . kg-1 para reduzir os alcalóides circulantes no soro sanguineo (Jewel et al 2000) e como parte de uma mistura de outros antioxidantes, estatus imune (Harper, 2001).
Os antioxidantes possuem uma variedade de funções com o organismo, todos os quais estão envolvidos com a redução nos danos oxidativos. Os muitos antioxidantes do animal, desde de as vitaminas até as enzimas endógenas podem ser agrupadas de acordo com o seu grau na prevenção e redução das reações oxidativas, potencial REDOX e relativas concentrações das moléculas circundante, com as vitaminas primárias atuantes como sequestradores de radicais livres.
Por exemplo baseado em suas relativas atividades sequestrantes de radicais livres, o Licopeno, β-caroteno, Luteína=zeaxantina (ambos possuem similares estruturas), α-caroteno, cantaxantina=astaxantina (Milleret al 1996). A eficiência por de trás dos carotenóides não é somente em suas abilidades em sequestrar radicais livres e atuar como antioxidantes de quebra de cadeia de radicais livres, mas também atuar através da formação de adução de radicais em que eles próprios são altamentes estáveis e atuam para finalizar as reações de radicais livres.
A ação dos carotenóides em termos de realçadores da função imunológica aparece ser através de muitos modos de ação; proliferação de limfócitos aumentada, células T-auxiliadoras e a regulação elevada da interleucina-2 enquanto deprime a prostaglandina E-2 resultando em um todo a elevação da resposta humoral. É também considerado que a integridade das membranas das células imune são realçadas pelo sistema antioxidante.
Em grau de similaridade há para os extratos de plantas da Yucca schidigera, em que suas inclusões em dietas de cães e gatos têm sido demonstrato a melhora na intensidade de aroma fecal e altera os gases volateis das fezes (Lowe e Kershaw 1997, Lowe et al 1997l). Entretanto, há também informações sobre a sua eficiência na redução de processos inflamatórios e artrites em humanos (bingham 1975). Ademais, as saponinas esteróides são relatadas em reduzir os niveis de colesterol (Bingham et al 1978) e influencia na apoptose celular cancerigena (Sakagami et al 2001) sua presença na Yucca schidigera pode então ser de beneficio adicional para os cães.
Da mesma maneira a utilização de oligossacarídeos como fator prebiótico em dietas de cães e gatos demonstram uma efetividade na seleção do crescimento e atividade de bactérias benéficas a nivel intestinal, melhorando a saúde do animal (Gibson e Roberfroid 1995). Os Mananoligossacarideos são adquiridos da parte externa da parede celular da levedura e os Fructoligossacarideos ocorrem naturalmente de alimentos tais como: trigo, cebola, bananas e alho.
Pesquisas cientificas têm demonstrado que estes oligossacarideos promovem uma melhora substâncial na concentração de bactérias benéficas (Bifidobacterium e lactobacillus) e da mesma maneira reduzem a concentração de bactérias prejudicias à membrana intestinal, tais como C. perfringens e E. Coli (swanson, 2001), melhorando a saúde intestinal do animal, diminuindo as condições favoraveis ao aparecimento de problemas entéricos.
Da mesma maneira, pesquisas demonstraram que o uso de Bio-Mos em tratamento de doenças entéricas em dose terapeuticas auxiliam em um recuperação mais rapida dos animais enfermos, melhorando a saúde imunológica e intestinal do animal, através da aglutinaçào de bactérias patogênicas (Gouveia 2004).
Swanson 2001, demonstrou que a utilizaçào de FOS e MOS conjuntamente elevou a concentração de IgA, melhorando a resposta imunitária dos animais. Da mesma maneira, O'Carra, 1996, demonstrou que a utilização de 2grs de Bio-MOS / kg de dieta melhorou a resposta imunitária dos animais durante o processo de vacinação, aumentando a imunização destes animais.
Ultimamente estão sendo utilizados novos produtos biotecnológicos na busca de uma maior eficiência na saúde intestinal, imunologica, hepatico e nervoso. Recentes estudos com o uso de nucleotídeos têm demonstrado que este ingrediente favorece um menor gasto energético na metabolização hepatica preservando todo sistema digestivo e melhorando a digestão dos alimentos, como também está envolvido em reações essenciais para a manutenção e propagação da vida.
Está constato que a utilização de nucleotídeos, que ocorrem naturalmente no leite materno, é essencial para promover um melhor desenvolviemnto da mucosa intestinal, diminuindo as possibilidades de ocorrerem problemas entéricos nos primeiros dias de vida.
Estudos recentes demonstraram que a utilização de um composto à base de nucleotídeos, inositol, ácido glutâmico e peptídeos (NUPRO)- melhoram a palatabilidade das dietas caninas (Aulus 2006). Rutherford-Marwick 2005, demonstraram que gatos alimentados com uma dieta com Nupro tiveram um aumento significativo na proliferação de linfócitos e da atividade fagocitáriados leucócitos, além de melhorar significativamente a resistência e a capacidade de combater doenças e infecções felinas.
Além destes novos produtos biotecnológicos, o uso ideal de minerais de traço é essencial na prevenção de doenças e na mantença de um organismo saudavel. A absorção destes minerais sofrem interferências diretas de dietas de baixa digestibilidade, alta viscosidade intestinal, interação entre os próprios minerais, baixa biodisponibilidade e retenção dos mineirais inorgânicos como também da interferência da alta concentraçào de fitado na dieta. Desta maneira, o organismo animal não terá uma concentração ótima dos minerais essenciais para a mantença de sua saúde, reduzindo a imunidade, baixa saúde do sistema dermatológico, baixo desenvolvimento animal e reduzida sintese de colágeno.
Lowe et al 1996, demonstrou que a utilização de novas biotecnologias na produçào de minerais de traço na forma de quelatos, se faz necessário para se obter uma melhor saúde do animal. Através de um trabalho com a utilizaçào de Zinco Orgânico, ele demonstrou que o calcio não interfere na biodisponibilidade do zinco orgânico, melhorando a sua deposição a nivel de pêlo. Em outra pesquisa cientifica, foi demonstrado que os minerais orgânicos são mais biodisponiveis, sendo absorvidos e retidos no organismo em uma maior procentagem quando comparado com os minerais inorg6anciso, isto devido a uma menor interação entre os próprios minerais (Lowe e Wiseman 1997).
Em uma recente pesquisa cientifica, Borges et al 2004 demonstrou que a utilização de Zinco na forma Orgância em dietas de gatos, aumentou a sua biodisponibilidade e retenção no organismo, comprovando a eficiência da utilização destes minerais na forma orgânica na prevenção de doenças por baixa concentração destes minerais.
Além dos avanços biotecnológicos da produção de alimentos funcionais e terapeuticos na busca intensiva de levar aos animais uma melhor saúde e bem-estar, as empresas agora estão tendo altas preocupações com as últimas ocorrências na contaminação dos alimentos por materias-primas contaminadas. Estes contaminantes estão fazendo com que as empresas venham utilizar de novas tecnologias no controle de entrada de matérias-primas e aumentando o controle de qualidade para que os alimentos não venham levar aos animais danos a sua saúde. Mas um dos contaminantes que está elevando a preocupaçào dos fabricantes é a presença de micotoxinas. As micotoxinas são metabólitos produzidos por fungos que estão presentes em mais de 25% de todo os grãos produzidos mundialmente. Desta maneira as empresas produtoras de alimentos de animais de companhia estão fazendo uso de novas biotecnologias para eliminar este contaminante de alta agressividade à saúde animal.
Esta nova biotecnologia que está sendo utilizada a nivel mundial são os adsorventes orgânicos. Estes adsorventes orgânicos que são glucomananos são produzidos através da hidrolise enzimatica da parede celular da levedura. Este novo produto biotecnológico está sendo comprovado como uns dos melhores adsorventes de micotoxinas utilizados na industria de alimentaçào animal.
Em estudos recentes, Sala et al 1997, demonstrou que o adsorvente a base de glucomananos adsorvem micotoxinas em diferente concentrações de adsorção apra cada micotoxina, sendo extremamente eficaz na adsorção de aflatoxinas, Zearalenona, fumonisina e T2. Evans 2000, demonstrou que os glucomananos adsorvem as micotoxinas mesmo em baixas concentrações de uso como também adsorvem as micotoxinas mesmo em diferentes pH e concentrações de micotoxinas. Entretanto, o uso destes adsorventes orgânicos não corrigem erros de controle de qualidade da empresa, sendo assim necessário a utilização de nova tecnologias de controle de qualidade para se elevar a preservação da saude e bem-estar do animal.
Conclusão
A inclusão destas novas biotecnologias nos alimentos para cães e gatos têm sido visto por todos o lados como um fator necessário para melhorar as margens dos fabricantes, melhorar o valor de percepção pelo proprietário e também melhorar a perspectiva de qualidade de vida do animal.
A utilização destas novas tecnologias abriu novas formas de se buscar a prevenção e o tratamento de doenças através do alimento ofertado no mercado, elevando assim, a amrgem e a percepção de valor pelo cliente.
Muito da disponibilidade dos produtos biotecnológicos agora ofertados, pelo menos um se encontra nas dietas e em muitos casos todos estes requerimentos para serem cumpridos devem ser através de benefícios individuais identificaveis em vendas e através de seu envolvimento na imagem da completa nutrição animal.
Referências
↑ "Convenção sobre Diversidade Biológica (Artigo 2. Utilização de Termos)." Nações Unidas. 1992. Recuperado em 27 de março de 2008.
↑ Bunders, J.; Haverkort, W.; Hiemstra, W. "Biotechnology: Building on Farmer's Knowledge". Macmillan Education, Ltd, 1996. ISBN 0333670825
↑ Henco, A. International Biotechnology Economics and Policy: Science, Business Planning and Entrepreneurship; Impact on Agricultural Markets and Industry; Opportunities.
K. E. Earle BSc, PhD, Director of Nutritional Products, Friskies Product Technology Center, U.S.A. - Recent advances in pet nutrition
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CURIOSIDADES SOBRE CÃES
Os cães suam através das patas e do focinho.
Os cães são mais suscetíveis a atacar um estranho correndo, do que um que esteja parado.
A maior ninhada ocorreu em 1944 quando uma American Foxhound teve 24 filhotes.
Dar chocolates aos cães pode ser fatal para eles. Um ingrediente do chocolate, a teobromina, estimula o sistema nervoso central e o músculo cardíaco. Cerca de 1 kg de chocolate de leite, ou apenas 146 gramas de chocolate de culinária serviam para matar um cão de 22 kg.
Os cães selvagens que vivem em manadas na Austrália são chamados Dingos.
O olfato dos cães é dos melhores da natureza. Se as membranas situadas no nariz dos cães fossem estendidas, elas seriam maiores do que o próprio cão.
Se um cão tiver a cauda erguida, é um sinal de dominância. Significa que é o líder da matilha.
Os cães têm cerca de 100 expressões faciais, a maior parte delas é feita com as orelhas.
Já não há Huskies Siberianos na Sibéria.
Os cães vêem a cores, mas não tão nitidamente como os humanos.
Quando os cães têm dores de estômago, comem relva para vomitar.
Dois cães sobreviveram ao naufrágio do Titanic. Escaparam nos primeiros botes salva-vidas, que levavam tão pouca gente que ninguém se importou que eles estivessem lá.
Os americanos gastam mais dinheiro em comida de cão do que em comida de bebê.
Cinofobia - medo dos cães e da raiva.
Houve um cão que era tão leal ao dono que, quando este morreu, ele nunca saiu de perto da cama. Apenas saía para ir buscar comida e voltava para comer ao pé do dono, como era costume. O cão passou o resto dos seus dias ali. Quando morreu foi enterrado ao lado do dono.
O cão de guarda húngaro Kuvasz não é geneticamente um cão branco. O Kuvasz é um cão preto com pelo branco.
Geralmente, a boca de um cão tem menos bactérias e germes do que a boca de um humano.
Há mais de 52.6 milhões de cachorros nos Estados Unidos.
A imagem de salvador de viajantes sustentada pelos cães São Bernardo surgiu na Suíça em meados do século XVIII. Foi em Valais, na Pousada do Grande São Bernardo, que os monges começaram a treinar os cães, inicialmente como auxiliares em trabalhos domésticos. O tempo foi passando e os cães foram também ensinados a guiar os viajantes que passavam pelas redondezas, além de ir buscar vítimas de avalanches que pudessem estar soterradas vivas na fria região da Pousada, o desfiladeiro do Grande São Bernardo. Apesar de serem realmente cães de salvamento, nunca levaram amarrado ao pescoço o barrilzinho com álcool freqüentemente visto em ilustrações e desenhos animados. O mais conhecido desses cães chamava-se Barry, dono da fama de ter salvo mais de 40 pessoas em toda a sua vida. Ele ainda pode ser visto, empalhado, no Museu de História Natural de Berna.
Os cães machos urinam com muito mais frequência do que as cadelas. Isso porque a urina também age, em parte, como marcador de seu território.
Na hora da refeição, o cão é mais receptível a ensinamentos. Um filhote aprende mais rápido seu nome quando você o chama para se alimentar.
A menor raça de cão é o Chihuahua cujo peso reconhecido se encontra entre 90 gramas até 2,75 kg.
As raças mais altas de cães são o Grand Danois, o Wolfhound Irlandês, o São Bernardo, o Mastim Inglês, o Borzoi e o Karabash da Anatólia (cão pastor turco). Todas essas raças podem chegar a 90 cm de altura.
O Museu da História Natural, na Cidade do México, possui um esqueleto de um Chihuhua que mede apenas 18 cm. Apesar de não estar citado o peso deste cão, apresentado em 1910, calcula-se que não poderia ter pesado mais de meio quilo.
Os cães da raça grandes têm um aparelho digestivo muito sensível. O menor stress pode causar amolecimento das fezes ou diarréias.
O segundo cão menor é o Yorkshire Terrier que, oficialmente, não deve pesar mais do que 3,20 kg, embora atualmente muitos "Yorkies" tendam a ser muito mais pesados.
O aparelho digestivo de um cão de raça pequena representa 7% de seu peso total, contra somente 2,7% para um cão de raça grande.
O cão somente torna-se maduro ao atingir um ano e meio de vida, ou às vezes até mais.
A fabricante de brinquedos TAKARA criou um computador de mão que traduz o latido em bom Japonês. O aparelho é equipado com um programa que interpreta o humor do animal de acordo com o tom dos ruídos. O cão usa uma coleira com um gravador. O som é transmitido para o tradutor que interpreta na tela de cristal líquido como alegria, frustração, tédio...
Na astrologia, existem quarenta "dias de cão" - entre 3 de Julho e 11 de Agosto - quando Sírio, a Estrela do cão, levanta e deita-se com o Sol.
O Greyhound é uma raça pura usada na caça desde o tempo dos Romanos. Hoje em dia é criado de acordo com as linhas distintas para exposição.
Quando adulto um cão de raça pequena atinge 20 vezes o seu peso de nascimento, enquanto o cão de raça grande ou gigante poderá atingir 100 vezes.
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