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🐱✨ O movimento grain-free cresce todos os dias — e não é à toa.
Os tutores que fazem essa escolha têm um perfil bem claro e uma motivação forte: respeitar a biologia carnívora do gato.
Nos EUA, o perfil mais comum é:
• Millennials e Gen Z (25–45 anos) preocupados com bem-estar real
• Urbanos/suburbanos com renda média-alta
• Consumidores que valorizam produtos naturais, limpos e premium
• Pessoas influenciadas por Instagram, TikTok e grupos de nutrição felina
• Tutores de gatos de raça ou resgatados que buscam prevenção, longevidade e qualidade de vida
É o tutor que lê rótulos, compara ingredientes e quer fugir do “barato que sai caro”.
🔥 1. Biologia carnívora
Gatos foram feitos para proteína animal — não para grandes cargas de carboidratos.
As grain-free buscam aproximar a dieta daquilo que o gato realmente precisa: mais proteína, menos “filler”.
💢 2. Digestão mais leve e menos inflamação
Muitos tutores relatam melhora imediata:
• Fezes menores
• Menos odor
• Menos vômitos
• Mais energia
• Pelagem mais brilhante e cheia
🌱 3. Menos risco de alergias e intolerâncias
Mesmo que alergias a grãos sejam raras, sensibilidades a milho, trigo e soja são comuns.
Tutores grain-free preferem evitar o risco.
🌎 4. Comportamento sustentável e consciente
Muitos consumidores grain-free valorizam ingredientes locais, transparência e origem ética.
💧 5. Apoio a gatos com diabetes, sensibilidade digestiva ou tendência à obesidade
Dietas com baixo carboidrato ajudam no controle glicêmico e diminuem picos de insulina.
Sim, elas são mais baratas e amplamente vendidas — mas são ricas em carboidratos, carregam ingredientes de baixo valor biológico e, muitas vezes, utilizam “grãos processados” pouco adequados para a fisiologia do gato.
Para muitos tutores mais informados, isso é exatamente o motivo da troca:
➡️ querem fugir do excesso de carboidratos, evitar inflamação e promover uma dieta mais alinhada à natureza felina.
Não existe “dieta perfeita para todos”, mas existe aquela que respeita o que o gato é: um carnívoro estrito.
E é justamente por isso que o grain-free conquista cada vez mais tutores conscientes no mundo todo.
🐾 Nutrição é cuidado. Grain-free é escolha de quem quer dar o melhor.
Cláudio Amichetti Júnior¹,²
Gabriel Amichetti³
¹ Médico-veterinário Integrativo – CRMV-SP 75.404 VT; CREA 060149829-SP Engenheiro Agrônomo Sustentável, Especialista em Nutrição Felina e Alimentação Natural, Petclube. Com mais de 40 anos de experiência prática dedicados aos felinos, com foco em transição dietética e desenvolvimento de protocolos de bem-estar.
² [Afiliação Institucional Petclube, São Paulo, Brasil]
³ Médico-veterinário CRMV-SP 45.592 VT, Especialização em Ortopedia e Cirurgia de Pequenos Animais – [clínica 3RD Vila Zelina SP]
Autor Correspondente: Cláudio Amichetti Júnior, [dr.claudio.amichetti@gmail.com]
Autores:
Dr. Cláudio Amichetti Júnior – Médico Veterinário Integrativo, CRMV-SP 75.404 VT
Dr. Gabriel Amichetti – Médico Veterinário, Ortopedia e Cirurgia de Pequenos Animais, CRMV-SP 45.592 VT
Instituição:
Petclube – Ciência, Genética e Bem‑estar Animal, São Paulo, Brasil
O rusfertide (PTG‑300) é um peptídeo terapêutico experimental que mimetiza a hepcidina, hormônio hepático regulador da homeostase do ferro. Ao induzir a internalização da ferroportina, reduz a disponibilidade sistêmica de ferro e, consequentemente, a eritropoiese. Embora seu desenvolvimento atual seja direcionado para a Policitemia Vera humana, seu mecanismo bioquímico apresenta potenciais repercussões translacionais para a medicina veterinária, especialmente em doenças mieloproliferativas, inflamatórias e metabólicas. Trata-se ainda de uma molécula em investigação, sem aprovação clínica para humanos ou animais. Este artigo apresenta uma análise narrativa aprofundada de seu mecanismo, evidências clínicas, relevância fisiológica e perspectivas veterinárias teóricas.
O metabolismo do ferro desempenha papel central na hematopoiese, inflamação, imunometabolismo e fisiologia mitocondrial. A hepcidina, principal reguladora desse eixo, controla a liberação de ferro pela ferroportina em enterócitos, hepatócitos e macrófagos. Anormalidades nessa via resultam tanto em anemia quanto em eritrocitose patológica.
O rusfertide surge como um mimético estável da hepcidina, oferecendo uma abordagem terapêutica que modula o substrato fundamental da eritropoiese — o ferro biodisponível. Seu desenvolvimento representa um marco na medicina translacional, que associa farmacologia peptídica, endocrinologia metabólica e terapia dirigida.
Foram consultadas bases de dados públicas, documentos regulatórios, portais científicos e comunicações das empresas envolvidas no desenvolvimento do rusfertide. Devido à ausência de estudos veterinários, a discussão translacional utiliza comparação fisiológica entre espécies e inferência acadêmica baseada em fisiologia comparada.
O rusfertide atua como agonista funcional da hepcidina, promovendo:
Trata-se de modulação metabólica, e não inibição proliferativa (como JAK inhibitors) ou citotoxicidade.
A doença caracteriza-se pela hiperprodução de hemácias devido à mutação JAK2, hepcidina anormalmente baixa e ferro excessivamente disponível para eritropoiese.
Ensaios clínicos demonstraram:
O rusfertide recebeu Breakthrough Therapy Designation e Priority Review pela FDA.
A via hepcidina–ferroportina é modulada por IL‑6, TNF‑α e IL‑1β.
O rusfertide, ao mimetizar hepcidina, reproduz parcialmente o estado de “anemia da inflamação”, porém direcionado e controlado.
O ferro é essencial para:
O rusfertide reduz o ferro para eritropoiese, não para funções mitocondriais básicas — aspecto importante para segurança.
A redução do ferro livre diminui:
Nenhuma aplicação veterinária é atualmente validada ou aprovada.
O uso hipotético seria reduzir flebotomias frequentes.
Particularmente em tumores com impacto no metabolismo do ferro.
Em veterinária integrativa, o rusfertide abre discussão sobre:
O rusfertide representa um avanço pioneiro em terapias baseadas na modulação metabólica do ferro. Seu desenvolvimento reforça o potencial translacional de peptídeos miméticos na interface entre hematologia, imunologia e metabolismo. Embora as perspectivas veterinárias sejam promissoras do ponto de vista teórico, não existem dados experimentais que permitam qualquer aplicação clínica atualmente.
Rusfertide (PTG‑300) é um peptídeo EXCLUSIVAMENTE experimental, sem aprovação para uso humano ou veterinário.
Este artigo possui finalidade científica e educacional, não configurando recomendação terapêutica, prescrição ou protocolo clínico.
Authors:
Dr. Cláudio Amichetti Júnior – Integrative Veterinarian, CRMV‑SP 75.404 VT, MAPA 00129461/2025, CREA 060149829‑SP
Dr. Gabriel Amichetti – Veterinarian, Orthopedics and Small Animal Surgery, CRMV‑SP 45.592 VT
Institution:
Petclube – Science, Genetics and Animal Welfare, São Paulo, Brazil
Rusfertide (PTG‑300) is an experimental peptide that mimics hepcidin, the central hormone responsible for regulating systemic iron homeostasis. By inducing ferroportin internalization, rusfertide decreases circulating iron and consequently reduces iron-driven erythropoiesis. Although its current development targets human Polycythemia Vera, its metabolic mechanism presents potential translational relevance for veterinary medicine in the context of myeloproliferative diseases, chronic inflammation, oxidative stress control, and immune-metabolic disorders. Rusfertide remains an investigational molecule not approved for human or veterinary clinical use. This narrative review explores its biochemical basis, clinical evidence, mechanism of action, and hypothetical applications in veterinary science.
Iron metabolism plays a central role in erythropoiesis, immune modulation, mitochondrial function, and oxidative balance. Hepcidin is the master regulator of this system, controlling iron export by binding and degrading ferroportin. Dysregulation of this axis leads to both anemic and erythrocytotic conditions.
Rusfertide is a synthetic, stable hepcidin mimetic designed to restore iron restriction in conditions characterized by excessive erythropoiesis. This peptide represents a shift toward metabolic modulation rather than cytotoxic or immunosuppressive therapy, aligning with modern translational and integrative veterinary principles.
This article synthesizes information from publicly available scientific sources, clinical trial updates, regulatory reports, and mechanistic analyses from recognized research groups and pharmaceutical developers. Due to the absence of veterinary studies, cross‑species comparisons are theoretical and based on comparative physiology.
Rusfertide is a hepcidin mimetic that:
Unlike JAK inhibitors or cytoreductive agents, rusfertide works indirectly through iron restriction, offering a physiological mechanism without DNA‑targeted or proliferative blockade.
Key findings from Phase 2 and Phase 3 clinical studies include:
The FDA has granted Breakthrough Therapy and Priority Review status.
Hepcidin is highly influenced by IL‑6 and inflammatory signaling. Rusfertide partially mirrors the “anemia of inflammation” profile, but in a controlled and therapeutic manner.
Iron is essential for:
Current evidence indicates that rusfertide reduces iron availability for erythropoiesis, not for mitochondrial function, which remains preserved.
No veterinary studies or approved uses currently exist.
Potential synergy hypothesized with:
Particularly relevant for integrative veterinary medicine.
Rusfertide represents a significant advance in metabolic iron‑modulation therapies. By targeting the hepcidin–ferroportin axis, it opens new avenues for addressing disorders characterized by excessive erythropoiesis. Although translational potential exists for veterinary medicine, no clinical use is currently justified until safety and efficacy are established in animal models.
Rusfertide (PTG‑300) is an experimental molecule not approved for human or veterinary use.
This article is for scientific and educational purposes only and does not constitute clinical guidance or therapeutic protocol.
作者:
Cláudio Amichetti Júnior 医生 – 综合兽医师,CRMV‑SP 75.404 VT,MAPA 00129461/2025,CREA 060149829‑SP
Gabriel Amichetti 医生 – 兽医师,小动物矫形与外科专家,CRMV‑SP 45.592 VT
机构:
Petclube – 动物科学、遗传学与福利研究中心,巴西圣保罗
Rusfertide(PTG‑300)是一种实验性肽类分子,能模仿调节铁代谢的关键激素“肝素素”。通过诱导铁转运蛋白 ferroportin 的内化,rusfertide 降低血清铁水平,从而减少铁依赖的红细胞生成。虽然目前的研究重点是人类真性红细胞增多症,其代谢机制在兽医医学中亦具理论意义。Rusfertide 仍处于研究阶段,尚未获准用于人类或动物。本综述从生化机制、临床证据与兽医转化前景等方面进行叙述性分析。
铁代谢在造血、免疫调控、线粒体功能与氧化平衡中起核心作用。肝素素是调控系统性铁稳态的关键激素,通过作用于 ferroportin 控制铁的输出。
Rusfertide 是一种稳定的肝素素模拟肽,旨在通过生理性的“限制铁供应”机制来控制过度的红细胞生成,代表着从细胞毒与免疫抑制向代谢调控的现代治疗趋势。
本文基于公开的科学资料、临床试验报告、监管文件以及药企信息进行综合分析。由于目前缺乏动物研究,兽医部分的讨论为理论推演。
Rusfertide 作为肝素素模拟物:
其特点是 代谢性机制,不同于 JAK 抑制剂或细胞毒药物。
研究结果显示:
已获 FDA 突破性疗法与 优先审评。
肝素素受 IL‑6 和多种炎症信号调控,rusfertide 在受控情况下模拟“炎症性贫血”机制。
铁是以下功能的关键:
现有数据提示 rusfertide 主要影响造血,不显著影响线粒体功能。
目前无任何兽医临床试验或批准用途。
包括:
Rusfertide 展示了以铁代谢调控为核心的创新治疗策略。其通过肝素素–铁转运蛋白轴进行调节的方式具有重要的转化潜力。尽管兽医应用前景值得关注,但在缺乏动物试验前不具备临床使用的安全依据。
(同英文版)
Rusfertide(PTG‑300)仍处于研究阶段,尚未获准用于人类或动物。本文章仅供科学研究与教育参考,不构成任何临床建议或治疗方案。
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Autores:
A planta Cannabis sativa L. é amplamente investigada devido ao potencial medicinal dos fitocanabinoides presentes em suas flores. Contudo, as raízes permanecem subexploradas na literatura moderna, apesar de registros históricos milenares de uso terapêutico. Esta revisão demonstra que as raízes possuem um perfil químico distinto, caracterizado pela presença de triterpenos pentacíclicos, fitoesteróis e compostos fenólicos, com ausência de fitocanabinoides psicotrópicos. Compostos como a Friedelina e o Epifriedelinol apresentam propriedades anti-inflamatórias, antioxidantes e hepatoprotetoras significativas. O estudo discute o potencial das raízes na medicina veterinária e humana, destacando a modulação das vias NF-$\kappa$B e Nrf2 como mecanismos centrais de ação.
Palavras-chave: Cannabis sativa, Raízes, Friedelina, Triterpenos, Medicina Veterinária Integrativa.
A Cannabis sativa L. possui uma história de utilização medicinal que remonta a mais de 5.000 anos, com aplicações descritas nos sistemas médicos chinês, ayurvédico e persa. Enquanto a pesquisa contemporânea foca no $\Delta$9-tetrahidrocanabinol (THC) e no canabidiol (CBD), as raízes foram historicamente a escolha primária para tratar inflamações, febre, gota e queimaduras. Do ponto de vista fitoquímico, as raízes não possuem tricomas glandulares, o que resulta em um perfil livre de substâncias psicotrópicas. Elas funcionam como biofábricas de triterpenos e esteróis, oferecendo uma nova fronteira para a farmacologia botânica e a medicina translacional.
Este estudo consiste em uma revisão narrativa e integrativa da literatura. Foram consultadas as bases PubMed, Scopus, Web of Science e ScienceDirect, utilizando descritores como "Cannabis sativa roots", "friedelin cannabis" e "triterpenes cannabis root". Foram incluídos estudos experimentais e fitoquímicos publicados entre 1970 e 2025, focando na caracterização de metabólitos e ensaios biológicos in vitro e in vivo.
Diferente das flores, as raízes de Cannabis concentram triterpenos pentacíclicos da classe dos friedelanos. A Friedelina é o marcador majoritário, acompanhada pelo Epifriedelinol. Também são encontrados fitoesteróis como o $\beta$-sitosterol e o estigmasterol, além de alcaloides como a cannabisativina. Essa composição confere à raiz uma assinatura química única, voltada para a proteção tecidual e modulação metabólica.
Abaixo, apresento a distinção fundamental entre os compartimentos da planta, essencial para a compreensão do potencial terapêutico radicular.
Abaixo, detalho os principais compostos isolados e suas concentrações relativas.
A atividade terapêutica das raízes de Cannabis ocorre através da modulação de vias intracelulares críticas:
Abaixo, apresento os mecanismos de ação identificados na literatura.
A ausência de compostos psicotrópicos torna os extratos de raízes candidatos ideais para terapias veterinárias:
Abaixo, apresento o potencial clínico dos extratos radiculares.
A padronização de extratos radiculares é o próximo grande desafio. Técnicas como o cultivo aeropônico e a cultura de raízes transformadas (hairy roots) permitem aumentar a produção de Friedelina e Epifriedelinol sob condições controladas. Além disso, o status regulatório das raízes é simplificado pela ausência de THC, facilitando o registro de produtos como nutracêuticos e fitoterápicos veterinários.
As raízes de Cannabis sativa L. representam uma fronteira inexplorada na farmacognosia. A integração do conhecimento etnobotânico com a investigação científica moderna revela que os extratos radiculares são fontes seguras de compostos bioativos com mecanismos de ação bem definidos. O investimento em pesquisa clínica é crucial para traduzir esse potencial em terapias inovadoras para a saúde animal e humana.
|
Composto |
Raízes (mg/g) |
Flores (mg/g) |
Ação Principal |
|---|---|---|---|
|
Friedelina |
1.5 - 5.0 (Alto) |
Ausente / Traços |
Anti-inflamatório / Hepatoprotetor |
|
Epifriedelinol |
0.8 - 2.5 (Médio) |
Ausente / Traços |
Analgésico / Antioxidante |
|
THC |
< 0.01 (Ausente) |
10 - 250 (Alto) |
Psicoativo / Analgésico |
|
CBD |
< 0.05 (Traços) |
5 - 150 (Alto) |
Ansiolítico / Anticonvulsivante |
|
β-sitosterol |
0.5 - 1.5 (Médio) |
0.1 - 0.5 (Baixo) |
Imunomodulador / Hipocolesterolêmico |
|
Classe Química |
Composto Principal |
Concentração Relativa |
Atividade Biológica Principal |
|---|---|---|---|
|
Triterpenos Pentacíclicos |
Friedelina |
Alta |
Inibição de NF-κB e TNF-α |
|
Triterpenos Pentacíclicos |
Epifriedelinol |
Média |
Modulação de fibroblastos e dor |
|
Fitoesteróis |
β-sitosterol |
Média |
Redução de IL-6 e IL-8 |
|
Fitoesteróis |
Estigmasterol |
Baixa |
Proteção da matriz cartilaginosa |
|
Ácidos Fenólicos |
Ácido Cafeico |
Média |
Ativação da via Nrf2 (Antioxidante) |
|
Via Molecular |
Ação do Extrato de Raiz |
Resultado Clínico Esperado |
|---|---|---|
|
NF-κB |
Inibição da translocação nuclear |
Redução drástica de citocinas inflamatórias |
|
Nrf2 |
Ativação do fator de transcrição |
Aumento de enzimas antioxidantes (SOD/Catalase) |
|
COX-2 |
Inibição seletiva |
Analgesia sem efeitos colaterais gástricos |
|
MAPK (JNK/p38) |
Modulação da sinalização |
Controle da apoptose e resposta imune |
|
Especialidade |
Indicação Clínica |
Benefício do Extrato Radicular |
|---|---|---|
|
Ortopedia |
Osteoartrite e Displasias |
Redução da sinovite e proteção condral |
|
Dermatologia |
Dermatite Atópica |
Controle do prurido e regeneração da barreira cutânea |
|
Hepatologia |
Insuficiência Hepática |
Efeito hepatoprotetor e redução do estresse oxidativo |
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Geriatria |
Inflamação Sistêmica |
Modulação imunológica segura (sem psicotropia) |