Divulgação médico veterinária. Noticias, artigos, fotos, imagens, vídeos, Petclube é o melhor site que vende cães bulldog, pug, rhodesian ridgeback, frenchie bulldog, chihuahua, buldogue campeiro, olde english bulldogge, pitmonster, gatos ragdoll, maine coon , bengal, exotico, persa, com anúncios de divulgação de filhotes de cachorros e gatinhos munchkin toy raríssimos para todo Brasil
wthats 55 11 9386 8744 Juquitiba SP
Curiosidades: como ouvem os animais?

A audição dos animais é uma verdadeira caixinha de surpresas… Vocês sabiam que cada animal ouve em uma determinada frequencia? Pois é! Muitos deles são capazes de distinguir sons imperceptíveis pra nós. Os elefantes, por exemplo, conseguem escutar os gravíssimos infra-sons presentes em tremores de terra. Já os gatos e os cães podem escutar coisas que a gente nem imagina! Como eles têm a capacidade de ouvir ultra-sons, conseguem escutar até os ruídos que os ratos fazem entre si… E o tubarão então? Mais do que simplesmente ouvir, ele consegue sentir os estímulos elétricos que denunciam um coração batendo a metros de distância! Alguns animais chegam a se orientar praticamente só pelo som, como os morcegos e golfinhos, que utilizam um sistema de emissão e recepção de ultra-sons para “desenhar” o espaço onde estão e se deslocarem com facilidade. Eu quem diria, os pássaros também são ótimos ouvintes: conseguem escutar o barulho de minhocas cobertas por 10 cm de terra!
SAIBA MAIS:
BULDOGUE FRANCÊS
PUG
RHODESIAN RIDGEBACK
BULDOGUE INGLÊS
STAFFORDSHIRE BULL TERRIER
BULL TERRIER
AMERICAN STAFFORDSHIRE TERRIER
CHIHUAHUA
OVERBULLY
EXOTICOS AMICAT´S
MAINE COON AMICAT´S
BENGAL AMICAT´S
RAGDOLL AMICAT´S
AMICHETTI PETCLUBE
Amichettibullys & AMICAT´S Bengal Maine Coon Ragdoll Exótico
Villa Amichetti- Paraíso Ecológico- uma forma sustentável de ConViver.
Rod. Régis Bittencourt, km 334, apenas 40 min. de SP-Juquitiba .
Agende uma agradável visita para adquirir seu filhote e faça belo passeio no santuário ecológico com a Mata Atlântica preservada.
RAIVA EM CÃES E GATOS
HISTÓRICO
A Raiva foi reconhecida e descrita por volta de 2300 anos A.C. Zinke, em 1804, descobriu a natureza infecciosa da saliva de um cão raivoso. Pasteur, entre 1882 e 1888, demonstrou o neurotropismo do vírus, preparou e utilizou a primeira vacina contra Raiva em um menino (Joseph Meister). Em 1903, a natureza ultrafiltrável do agente foi demonstrada por Remlinger, e Negri descreveu os corpúsculos de inclusão presentes no citoplasma das células nervosas.
AGENTE ETIOLÓGICO
O vírus da Raiva pertence à família Rhabdoviridae, gênero Lyssavírus. O virus da Raiva possui um genoma constituído por um único filamento RNA, e cinco polipeptídeos identificados. Um envelope lipoprotéico, com determinantes antigênicos específicos, é responsável pela indução da formação de anticorpos neutralizantes. Embora seja genericamente considerado como um sorotipo único, estudos recentes utilizando anticorpos monoclonais revelaram uma pequena variação antigênica.
DETECÇÃO DO VÍRUS
O vírus da Raiva já foi propagado em uma ampla variedade de animais de laboratório. Os camundongos jovens são freqüentemente utilizados, e o período de incubação nestes é de apenas 7 a 10 dias. Vários meios de cultivo celular são susceptíveis, onde podemos incluir as linhagens de células de rim de hamster, rim de rato, fibroblastos de embrião de galinha, rim de hamster lactente (BHK-21), rim de cão (CK), e células amnióticas humanas (WI-38).
Várias cepas podem se multiplicar em ovos embrionados de galinha ou pata, onde as cepas FIury de alta passagem em ovos (HEP) são mais atenuadas do que as cepas de baixa passagem em ovos (LEP). Ambas já foram utilizadas em vacinas, fabricadas a partir de ovos embrionados de patas.
A denominação "vírus de rua" ("street vírus") se refere ao vírus selvagem, patogênico, existente em natureza; o "vírus fixado" ("fixed vírus") é o vírus replicado em laboratório, não patogênico.
Através da microscopia eletrônica observou-se que o vírus possui um formato de bala de revólver (alongado, com uma das extremidades arredondadas e a outra obtusa), e mede de 130 a 300 nm x 70 nm.
SOBREVIVÊNCIA NO MEIO AMBIENTE
O vírus da Raiva é inativado pelo éter e pela fervura. O glicerol é um excelente preservativo. O vírus é rapidamente inativado pela radiação ultravioleta. Também é destruído pela pasteurização, e na saliva ressecada o vírus perde sua virulência em poucas horas, à temperatura ambiente.
DESINFETANTES
Os ácidos, álcalis, formol, cloretos (cloreto de mercúrio) e vários outros desinfetantes são bastante eficazes; os compostos fenólicos e a amônia quaternária são menos eficazes. Nos primeiros socorros de casos de mordeduras, podemos utilizar uma solução com 20% de detergente e 70% de álcool ou iodo.
ESPÉCIES SUSCEPTÍVEIS
Principalmente os animais carnívoros (cães, gatos, raposas, chacais, lobos), porém todos os animais homeotérmicos, inclusive o homem, são espécies susceptíveis. Os morcegos frugívoros e insetívoros podem se tornar infectados, mas os morcegos hematófagos são os principais disseminadores da doença em rebanhos.
FONTES DE INFECÇÃO
A saliva é a principal fonte de infecção, mas nem sempre o vírus se encontra presente na saliva dos animais contaminados. A eliminação do vírus através da saliva ocorre num período de 3 a 7 dias antes do animal desenvolver a sintomatologia clínica. Já foram relatados casos onde o vírus estava sendo eliminado 13 dias antes da manifestação da sintomatologia.
Infecções assintomáticas das glândulas salivares em morcegos resultam num período prolongado de eliminação do vírus, por vários meses. O vírus é encontrado com menor frequência no sangue, urina, leite e outras secreções. É improvável que o vírus resista por um longo período de tempo no meio ambiente.
TRANSMISSÃO
Freqüentemente a infecção ocorre via saliva e traumatismos cutâneos. A disseminação por partículas aerossóis também é possível, desde que a concentração do vírus no ambiente seja bastante elevada, como ocorre nas cavernas onde os morcegos se alojam.
OCORRÊNCIA
A Raiva está presente em todos os continentes, excetuando-se a Austrália e a Antártida. Somente 24 países, principalmente os insulares, como Grã-Bretanha, por exemplo, estão livres da doença na forma endêmica.
Atualmente, a doença tem aumentado em incidência, particularmente entre os animais silvestres. A incidência da Raiva em cães e gatos (e consequentemente em humanos) diminuiu sensivelmente em várias áreas, devido aos procedimentos dos departamentos de saúde pública e campanhas de vacinação em massa.
As pessoas responsáveis pelas campanhas de vacinação anti-rábica demonstram com frequência a dificuldade que encontram em estabelecer medidas efetivas de controle, principalmente com relação à população felina. As recomendações para a vacinação obrigatória de cães são bem aceitas pela população; entretanto, os esforços para se incluir os felinos na vacinação obrigatória, ou mesmo voluntária, encontram ainda certa resistência.
Os gatos se tornaram, entre os animais domésticos, os que apresentaram maior porcentagem de casos de Raiva. Consequentemente, o aumento do número de gatos raivosos constitui a principal causa do aumento do número de pessoas expostas à Raiva. Os gatos acometidos pela doença morderam um número maior de pessoas do que os cães, provavelmente devido à probabilidade dos gatos raivosos apresentarem um comportamento mais agressivo do que os cães.
O maior número de gatos vacinados está diretamente relacionado ao decréscimo da prevalência desta doença na população felina, e consequentemente, diminuiu-se a chance de exposição das pessoas ao vírus. Atualmente, a quase totalidade das vacinas utilizadas, tanto em cães, quanto em gatos, constitui-se de produtos inativados.
Na América do Sul, a Raiva é uma das zoonoses mais importantes, com registro anual de 2500 casos fatais em pessoas, 177000 casos fatais em cães e 30000 casos notificados em bovinos.
PATOGENIA
A principal porta de entrada do vírus é a pele lesada, principalmente por mordeduras. O vírus também poderá ser introduzido através das membranas mucosas dos olhos e boca, e pela inalação; as terminações nervosas olfativas poderão dar acesso ao Sistema Nervoso Central (SNC).
Após a mordedura, a replicação viral ocorre nas células musculares (miócitos). Ocorre freqüentemente uma fase latente, onde o vírus não é detectável, e isto pode ser a razão do longo período de incubação observado nos animais infectados. O antígeno viral se acumula nas terminações neuromusculares e neurotendíneas. O vírus, então, realiza movimentos centrípetos passivos, dos axônios em direção às sinapses, no SNC e na medula espinhal. O movimento ascendente para o cérebro poderá ocorrer em poucas horas, da medula lombar até a base do cérebro. A infecção fica restrita aos neurônios e suas derivações. Ocasionalmente, os astrócitos e as células da glia podem se tornar infectados. Uma maior localização do vírus ocorre inicialmente no sistema límbico, com pouca ação sobre a córtex. Esta distribuição está correlacionada aos sintomas de mudança da agilidade, perda da timidez natural, comportamento sexual aberrante e agressividade, que podem ocorrer durante a Raiva clínica. Quando a disseminação do vírus da Raiva no cérebro é muito rápida, os efeitos de "Raiva Furiosa" não são observados.
Além do movimento centrípeto, o vírus da Raiva poderá se disseminar de forma centrífuga para a retina, glândulas salivares e terminações nervosas sensitivas da pele. Este último se constitui na base para um diagnóstico "ante-mortem", através da biópsia e da aplicação da técnica de imunofluorescência (anticorpos fluorescentes).
INCUBAÇÃO
O período de incubação tende a ser curto quando a porta de entrada do vírus está próxima ao SNC, porém existe uma grande variabilidade (de 10 dias a 1 ano), em cães. O período de incubação típico em felinos varia de 3 a 8 semanas.
SINAIS CLÍNICOS
Três fases são reconhecidas: precursora ou prodromal, excitativa e paralítica. A duração total raramente é maior do que 10 dias; em média, a duração é de 5 a 6 dias.
a) Fase Precursora ou Prodromal (duração de 2 a 3 dias):
Mudanças na disposição: Um animal quieto se torna ativo e excessivamente amigável; o animal ativo se torna nervoso e assustado.
Dilatação das pupilas, salivação; o animal "morde o ar", e late com um som agudo.
Modificação da andadura (passo), com possível rigidez, e contração da musculatura facial.
b) Fase Excitativa ou Raiva Furiosa:
Aumento dos reflexos de irritabilidade.
Dificuldade de deglutição, sialorréia.
Síndrome de ataque: agressão violenta e viciosa ("olhos faiscando", boca espumando, pelos do dorso arrepiados). Este período pode durar de 1 a 4 dias. Há progressão para um quadro convulsivo terminal ou paralisia, se o animal viver por um período mais prolongado.
c) Fase Paralítica ou Raiva Silenciosa:
Se a fase excitativa não é observada, ou é muito curta, então a denominamos como Raiva Silenciosa ou Paralítica.
O animal não se encontra irritadiço, raramente morde.
Paralisia ascendente dos membros.
Somente 25% dos casos de Raiva em felinos correspondem a este tipo, comparado aos 75% de casos observados em cães.
DIAGNÓSTICO
A Raiva deverá sempre ser considerada no diagnóstico de qualquer doença neurológica de curta duração, incluindo as paresias de origem indeterminada. Antes do diagnóstico de Raiva ser descartado ou confirmado, certas precauções deverão ser tomadas para se minimizar os riscos de contaminação em humanos, e deverá ser feita uma notificação do caso às autoridades sanitárias competentes.
Isolar o animal suspeito.
Se alguma pessoa foi mordida ou tiver contato estreito com o animal suspeito, deverá lavar imediatamente o ferimento com água e sabão, e procurar auxilio médico.
Consultar o veterinário do Centro de Zoonoses. Amostras de tecidos (de preferência da cabeça toda, ou a região do hipocampo cerebral e cerebelo), removidos do animal morto, deverão ser enviadas para laboratórios governamentais de diagnóstico.
O veterinário, recebendo o laudo do diagnóstico, deverá notificar as autoridades sanitárias locais. Deverá também comunicar ao proprietário do animal, e deverá colocar os animais expostos ou suspeitos em quarentena.
COLHEITA E REMESSA DE MATERIAL PARA EXAME LABORATORIAL
Deverá ser coletada a cabeça inteira ou cérebro, que deverão ser colocados num isopor com gelo e enviados o mais rápido possível a um Centro de Diagnóstico de Raiva.
TRATAMENTO
Nenhum tratamento deverá ser tentado.
Se o animal exposto ao vírus não é vacinado; em se tratando de animais abandonados, recomenda-se proceder a eutanásia, para coleta de material para diagnóstico laboratorial. Uma alternativa seria manter o animal suspeito sob quarentena de 6 meses, o que nem sempre é viável.
Se o animal exposto, tiver um proprietário e for anteriormente vacinado, recomenda-se o seu isolamento para observação clínica por 10 dias, após o que deverá ser revacinado.
MANEJO DE ANIMAIS SUSPEITOS QUE MORDERAM PESSOAS
Cães ou gatos sadios que morderam pessoas deverão ser confinados e observados por um período de 10 dias, e avaliados por um veterinário, diariamente. Qualquer sintoma que o animal apresente deverá ser comunicado imediatamente ao departamento de vigilância sanitária local. Se houver o desenvolvimento de sinais sugestivos de Raiva, o animal poderá, a critério da autoridade sanitária, ser sacrificado, anteriormente a sua morte natural, e sua cabeça removida e mantida sob refrigeração, para exame a ser realizado posteriormente num laboratório credenciado junto aos órgãos de vigilância sanitária. Qualquer animal vadio que morda uma pessoa poderá ser mantido em observação por 10 dias, ou ser sacrificado imediatamente e sua cabeça ser submetida aos procedimentos acima descritos para diagnóstico de Raiva.
RESPOSTA IMUNE, INFECÇÃO NATURAL E VACINAÇÃO
O "vírus de rua" da Raiva induz a produção de interferon, de anticorpos neutralizantes e fixadores de complemento; porém, uma vez que a infecção atinja o SNC, os anticorpos tornam-se relativamente ineficientes. As vacinas induzem altos títulos de anticorpos neutralizantes, aproximadamente entre 7 e 21 dias após a vacinação (período negativo de imunidade), utilizando-se tanto a vacina a vírus vivo modificado, quanto a vacina inativada. A duração da imunidade pode ser de até 3 anos, para as vacinas vivas ou inativadas, em cães ou gatos, mas para obtermos uma imunidade máxima é recomendável a adoção do esquema com revacinações anuais. A primovacinação é recomendada para cães e gatos a partir do quarto mês de vida.
COMPLICAÇÓES PÓS-VACINAIS EM CÃES E GATOS
A proporção de cães e gatos raivosos que tem um histórico de complicações neurológicas (encefalite), causadas por vírus vacinal, é extremamente pequena.
Um diagnóstico presuntivo de Raiva induzida pela vacinação, é baseado principalmente no histórico clínico do animal, onde é geralmente observado um curto intervalo entre a vacinação e o aparecimento dos sintomas (paralisia do membro onde a vacina foi inoculada), ausência de sinais de Raiva furiosa, e ausência de Raiva endêmica na região. Devido às semelhanças entre as várias cepas, é muito difícil distinguir clinicamente, uma encefalite pós-vacinal causada por um vírus vivo modificado, de uma infecção causada pelo vírus virulento ("vírus de rua").
As infecções pós-vacinais são mais freqüentemente relatadas em gatos do que em cães; isto está relacionado ao fato do gato possuir uma maior sensibilidade às vacinas de Raiva, especialmente as que possuem vírus vivos modificados.
Na maioria dos casos relacionados, os gatos apresentam uma paralisia característica do membro onde a vacina foi inoculada, 2 a 3 semanas após a inoculação. Posteriormente, desenvolve-se um quadro de paralisia bilateral ascendente, que se torna generalizada. As infecções foram caracterizadas como sendo pós-vacinais com base nos estudos de patogenicidade, ausência de corpúsculos de Negri, multiplicação em tecido celular e utilização de técnicas de anticorpos monoclonais.
Nos felinos que apresentaram Raiva pós-vacinal, 60% eram positivos para o vírus da Leucemia Felina (FeLV), sugerindo que a infecção pelo vírus da Raiva pode ocorrer nestes animais, que possivelmente se encontravam imunodeprimidos.
Os casos de complicações pós vacinais com vacinas inativadas são extremamente raros, onde a principal causa é a inativação insatisfatória do vírus vacinal, que pode permanecer viável e induzir a doença.
SAIBA MAIS:
BULDOGUE FRANCÊS
PUG
RHODESIAN RIDGEBACK
BULDOGUE INGLÊS
STAFFORDSHIRE BULL TERRIER
BULL TERRIER
AMERICAN STAFFORDSHIRE TERRIER
CHIHUAHUA
OVERBULLY(SUPER BULLY)
EXOTICOS AMICAT´S
MAINE COON AMICAT´S
BENGAL AMICAT´S
RAGDOLL AMICAT´S
PETCLUBE
Amichettibullys & AMICAT´S Bengal Maine Coon Ragdoll Exótico
Villa Amichetti- Paraíso Ecológico- uma forma sustentável de ConViver.
Rod. Régis Bittencourt, km 334, apenas 40 min. de SP-Juquitiba .
Agende uma agradável visita para adquirir seu filhote e faça belo passeio no santuário ecológico com a Mata Atlântica preservada.
Ovcharka (овчарка)
O Magnífico Pastor-do-Cáucaso no Brasil
Facebook: https://www.facebook.com/petclubeamigo
Instagran @petclubeamigo
whatsapp 11 99386-8744
Sinonimo de Cão Lindo, Forte, Corajoso, Independente, Autoconfiante e Amigo.Considera-se que os cães desta raça sejam parentes do Mastim Tibetano, embora seja mais robusto e saudável em climas tropicais e tenham mais facilidade de manejo.
São características que fazem do Pastor do Cáucaso um cão vigilante, com forte impulso para comportamento de defesa. Seu porte e sua personalidade justificam esse papel de sentinela
Características físicas do pastor do Cáucaso
Origem: Região do Cáucaso (Rússia, Geórgia, Azerbaijão e Armênia, entre outros países);
Peso: Pode pesar entre 50 e 100kg. As fêmeas dessa raça não costumam ultrapassar os 50 kg de peso, sendo consideravelmente menores do que os machos;
Altura: Entre 67 cm e 75 cm de altura;
Expectativa de vida: Em média 10 anos de vida.
Pastor-do-cáucaso (em russo: Кавказская овчарка), também chamado de mastim-do-cáucaso, é uma rústica raça de cães do tipo mastim oriunda da região do Cáucaso entre o mar Negro e o mar Cáspio.
É criado para guardar propriedades, e guardar prisões russas.
Seus ancestrais, compostos de "raças" nativas milenares, são utilizados para a proteção de rebanhos contra predadores e até para a caça dos mesmos.
Por conta de que a raça foi registrada primeiramente pela União Soviética — onde também foi realizada a seleção genética moderna da raça pelo canil Estrela Vermelha — o padrão oficial da Federação Cinológica Internacional indica que seu país de origem é a Rússia. No entanto, a raça é advinda de países da região do Cáucaso, incluindo Geórgia, Armênia e Azerbaijão, e tem ascendência nas raças nativas destes países.
Eles serviam os pastores nas montanhas do Cáucaso como cães de guarda, defendendo ovelhas de predadores, principalmente lobos, chacais e ursos. Seus ancestrais ainda servem com sucesso neste trabalho, especialmente na Geórgia, e a vida de um homem que é pastor é impossível sem esses cães.
É considerado um ótimo cão de guarda de alto nível, com temperamento caracterizado pela aversão à estranhos, pela coragem e pelo instinto territorial e personalidade independente e dominante.
O adestramento é essencial. É um cão indicado apenas para donos muito experientes e capacitados.
Seu porte, no padrão de cães pastores da Geórgia, lembra o de um urso, principalmente a cabeça.
Na Rússia, é chamado de ovcharka (овчарка) do Cáucaso. O termo ovcharka (que pode ser traduzido como “cão de ovelha” ou cão do “pastor de ovelha”) é usado para cães de trabalho especializados em ovelhas, não necessariamente para pastoreio (condução de ovelhas), mas para proteção das mesmas.[6] Várias raças de cães guardiões de rebanho da região e proximidades são classificados com este mesmo termo.
Ovcharka (овчарка) pastor-do-cáucaso História
As montanhas do Cáucaso são o lar de alguns dos mais antigos cães molossos guardiões de gado, hoje divididos em várias raças regionais. E o pastor-do-cáucaso é considerado um descendente moderno destes valorosos cães antigos.
Há uma grande variedade de tipos entre os cães pastores caucasianos, dependendo de sua região de origem, mas um único tipo passou a ser favorecido nas exposições e na literatura, em detrimento de outras variantes. Embora a sua primeira aparição oficial nas exposições fora do Cáucaso tenha sido na década de 1930 na Alemanha, o pastor caucasiano (ou seu ancestral) existe desde os tempos antigos. Estes cães modernos, hoje chamados de pastor-do-cáucaso, foram criados pela URSS durante os anos 1900 tendo como base genética cães primitivos, como o Nagazi e o Gampr, da Geórgia e Armênia, respectivamente.
Historicamente, os cães molossos da região do Cáucaso são usados por séculos para proteger propriedades, proteger rebanhos, matar lobos e caçar ursos.
A raça moderna tornou-se famosa pela Europa Ocidental devido ao seu papel de cão de guarda nas fronteiras da Alemanha e no muro de Berlim ao final da Segunda Guerra Mundial.
Hoje a raça é mais utilizada como cão de guarda de propriedades e como cão de guarda de prisões na Rússia (juntamente com o cão Alabai), onde os indivíduos mais ferozes são preferidos.
O pastor-do-cáucaso é uma raça totalmente padronizada e reconhecida pelas principais organizações cinófilas, incluindo o American Kennel Club, a Federação Cinológica Internacional e o United Kennel Club.
Temperamento do Pastor-do-Cáucaso
Sendo uma raça primitiva, possui baixo impulso de caça aceitando mais facilmente espécies diferentes de animais à matilha, e é um guardião nato, também bastante apegado ao dono apesar de ser bastante independente. O pastor-do-cáucaso é um cão de baixa atividade, aparentemente letárgico quando não está trabalhando, mas ágil e convincente quando sente que sua família ou território está sendo ameaçado. Embora certas vertentes sejam mais ferozes do que outras, todos os caucasianos são agressivos contra cães em especial desconhecidos, precisando de uma socialização precoce e cuidadosa, bem como de um tratamento consistente, mas nunca contundente. Esta raça pode ser um cão da família, se bem treinada e socializada, embora alguns adestradores a classifiquem como não adequada para estimação ou para proprietários inexperientes.[5] São cães muito protetores, dominantes, independentes, corajosos e muito territoriais.[2] Possuem grande aversão à pessoas estranhas e precisam de um dono com muita experiência e conhecimento técnico.[5] O adestramento é altamente recomendado.
Características do Pastor-do-Cáucaso
Cão adulto do Pastor-do-cáucaso
O pastor-do-cáucaso é um cão grande, forte e poderoso com pelagem densa com subpelo que fornece proteção térmica ao frio e ao calor. De acordo com o padrão os machos devem pesar no mínimo 50 kg, mas em média pesam 70 kg, podendo atingir os 100 kg; também devem possuir no mínimo 68 cm de altura na cernelha, alcançando até 75 cm. Qualquer cor sólida, malhada ou manchada é aceita, com exceção do preto sólido ou diluído, cor de fígado e azul.[3] As orelhas do pastor-do-cáucaso são tradicionalmente cortadas na Rússia, porém, em outros casos podem ser mantidas íntegras.[3
Por quase um século, coexistiram dois tipos raciais e padrões para a raça: o tipo montanhês, mais pesado com pelo mais longo; e o tipo da estepe, mais leve e com pelo mais curto. Ainda hoje há variações regionais entre os indivíduos.
O tipo Astrakhan é encontrado na região Cabardino-Balcária e acredita-se ser um cruzamento entre o tipo de exposição russo e os antigos cães de montanha da Cabárdia-Balcária e da Geórgia, mas os molossos Balcários também estão enraizados no Mastim Sármata.
Uma variante do cão de pastor circassiano (também chamado de pastor ou cão de montanha) também foi introduzido no Império Otomano após as guerras russo-circassianas. Como resultado do cruzamento do otomano, Kangals com o cão de montanha circassiano (não confundir com o orloff wolfhound circassiano), surgiram os cães mistos Cherkes.
Os cães do Daguestão são altos, de cabeça larga e atléticos, de cabelos curtos e multicolores.
A variante de Volkodav também vem em dois tipos, com o montanhês de pelos compridos e cães de estepe de pelagem curta, sempre com máscaras negras. Há também um raro Mastim Kavkaz de pêlo curto, conhecido como Volkodav Caucasiano do Norte (North-Caucasian Volkodav), que está a caminho de receber um reconhecimento como raça separada.
Temperamento do Pastor Caucasiano
O Pastor Caucasiano é muito apreciado por ser um cão de guarda. Ele gosta de defender seu dono e sua propriedade, mas não é um cão ciumento ou com um forte instinto de caça. No geral, ele apenas vai se defender contra possíveis ameaças.
É um cão determinado, corajoso e independente, com muita auto-confiança, o que pode fazer com que ele não seja recomendado para pessoas que nunca tiveram nenhum cachorros antes.
Não são muito ativos fisicamente e podem ser adestrados para um melhor aproveitamento de suas habilidades. Também podem não ser muito amigáveis às vezes, mas são cães que se dão bem com reforço positivo e com uma boa liderança humana.
O Pastor do Cáucaso com estranhos e outros animais
Por ser um tipo de cão de guarda, o pastor do Cáucaso costuma perceber estranhos e invasores com facilidade. Caso o estranho seja um amigo da família, ele pode lidar de maneira mais tranquila desde que a pessoa seja apresentada da forma correta. Além disso, esse cão urso costuma atacar apenas aquilo que percebe ser uma ameaça.
O mesmo vale para outros animais: com uma boa dose de adestramento, ele aceita outros animais sem maiores problemas. De modo geral, é possível dizer que ele precisa ser socializado desde cedo, para evitar maiores problemas no futuro.
O cachorro Pastor Caucasiano late muito?
De modo geral, não. Não costuma ser um cão que late quando agitado ou nervoso. Latidos costumam acontecer apenas quando o cão detecta alguma ameaça ou algum invasor em seu território.
O Pastor do Cáucaso é destruidor?
De modo geral, também não. Ele não costuma ser um cão com um nível muito alto de energia, capaz de fazer com que ele destrua objetos de casa e afins.
No entanto, é importante ressaltar que devido ao seu porte grande, ele pode ser um pouco desastrado. É recomendado que interessados em ter esse tipo de cachorro tenham espaço para permitir que o cão se movimente com liberdade.
O Pastor do Cáucaso é agitado?
Não. Costuma ser um cão plácido e tranquilo, sempre vigilante e em busca de ameaças. Não costuma ser fã de corridas, nem de brincadeiras muito exageradas.
Não é o tipo de cachorro que requer entretenimento, nem jogos, por exemplo.
Cuidados cão Pastor do Cáucaso
O Pastor caucasiano é uma raça que depende de muitos cuidados e atenção especial.
A seguir, veja quais são os principais cuidados com o pastor caucasiano.
Alimentação
Este é um cão de porte grande que precisa de quantidades elevadas de comida para manter sua forma, por isso, é recomendado que ele sempre tenha à disposição alimentos de boa qualidade e de recomendação veterinária, tudo isso para evitar que o cachorro perca sua massa corporal.
Escovação
Alguns cães desta raça possuem pelos longos e, para evitar a geração de nós ou a perda exacerbada de pelos pela casa, é recomendado que ele seja escovado pelo menos uma vez por semana.
Temperatura
Os pastores do Cáucaso são cães muito peludos, com duas ou mais camadas de pelo, por isso, tendem a preferir temperaturas mais temperadas e amenas que o calor.
Saúde
Saúde do Pastor do Cáucaso
Os cães dessa raça podem sofrer comumente com a displasia do quadril, além de problemas como desgastes, causados pelo seu tamanho. Também pode possuir uma tendência a desenvolver câncer e a ter problemas cardíacos, também relacionados ao seu porte e tamanho total.
Nível de exercício do cão Pastor do Cáucaso
O pastor do Cáucaso não é o tipo de cachorro que gosta de ser levado em caminhadas, por exemplo. Ele é muito protetor e pode interpretar a simples aproximação de outra pessoa como uma ameaça.
É recomendado que essa raça de cães tenha espaço para brincar e correr de forma independente, para permitir que ele mesmo mensure seu nível de atividades.
Preço cão Pastor do Cáucaso
O preço de um filhote de pastor caucasiano pode variar bastante, pois se trata de uma raça muito rara.
No Brasil, o pastor do Cáucaso filhote pode valer entre R$ 4.000 e R$ 9.500. Seu preço elevado é devido à raridade de se encontrar cães dessa raça fora da Rússia, seu local de origem, e de Taiwan, local em que a raça é muito popular.
Antes de comprar um cachorro da raça Pastor do Cáucaso, que tal visitar abrigos e instituições de proteção animal? Nesses locais, é possível encontrar muitos animais em busca de lares para serem felizes e amados.
Video Filhotão de Pastor do Caucaso
{youtube}Vx8O5DY5FFI{/youtube}
Curiosidades
Na Rússia, são conhecidos como “ovcharka”, termo que pode ser diretamente traduzido para “cão de ovelha”, o que lembra a função original do surgimento desses cães;
No geral, os cães machos da raça pastor do Cáucaso costumam ser bem maiores do que as fêmeas da mesma raça;
Eram usados como guardas no muro de Berlim, impedindo que as pessoas atravessassem de um lado para o outro e, até hoje, são usados em prisões russas como cães de guarda;
A maioria dos cães dessa raça é criada em Taiwan, devido ao gosto local por cachorros. No entanto, alguns estudiosos apontam que a raça de pastor do Cáucaso está próxima da extinção;