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Escultura - O Gato (c.332- 30 a.C)
Uma estatueta de bronze, com 28 cm de altura, do período macedônico e ptolomaico, encontrada em Saqqara, Mênfis, tem um detalhe muito interessante. Uma junção quase invisível, quando pressionada, separa a peça em duas partes para revelar seu conteúdo: a múmia de um gato.
O gato era o animal sagrado da deusa Bastet. Na mitologia egípcia, essa deusa representa a divindade solar e é a protetora das mulheres grávidas. Também tem poder sobre os eclipses do sol.
Desde a 2ª Dinastia que Bastet ocupa um lugar no panteão dos deuses, quase sempre representada como mulher com cabeça de gato, segurando em suas mãos um instrumento musical, o sistro, espécie de trombeta. Na orelha, tem um brinco vistoso; orna-se com um colar e carrega um cesto onde coloca as crias. Algumas vezes era representada como um simples gato.
Nos rituais em honra de Bastet, gatos mumificados eram enterrados nos templos a ela dedicados. Esse gato da imagem de hoje, em especial, não era um gato comum. Em sua orelha direita tinha um brinco de ouro (hoje desaparecido); esculpido em torno de seu pescoço, numa linha bastante apagada pelo tempo, um colar de onde pende o Udyat, ou Olho de Horus, que significa proteção e poder.
A impressão de majestade é dada pela pose ereta e solene do gato e pela expressão alerta de seus olhos. Os músculos bem definidos e as pernas longas e graciosas nos transmitem a sensação de que esse era um animal que sabia controlar seu poder.
Para os egípcios, Bastet e Sakhmet eram dois aspectos do poder divino. Ambos felinos, mas enquanto Sakhmet era a leoa, potencialmente destrutiva e perigosa, Bastet, doméstica, representava as características benevolentes de uma divindade que podia ser pacificada pelos rituais.
Acervo Metropolitan Museum of Art, New York
Fontes: www.metmusuem.org/
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Villa Amichetti- Paraíso Ecológico- uma forma sustentável de ConViver.
Rod. Régis Bittencourt, km 334, apenas 40 min. de SP-Juquitiba .
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AMERICAN STAFFORDSHIRE TERRIER MODERNO NÃO É IGUAL A PIT BULL TRADICIONAL É O MODERNO PITBULL
American Staffordshire Terrier, resultado do trabalho de alguns criadores de Pit Bull interessados em aperfeiçoar a sua estrutura física e obter total controle de seu temperamento, amenizando o "blend" até suprimir a agressividade e tenacidade de luta nos cães mais carregados, o tipo parrudo do over bully ou super american.
"O American Staffordshire Terrier e o American Pit Bull Terrier não são mais confundidos devido ao valoroso trabalho de criadores como Glen Maciel-RS, Alberto Villa Lobos-SP, Rangel Becker-SC, Rubinho-RJ, Cipriano do Sebastian Wolf-RS, Daniella K. -MT, Dr. Nelson Filipini-RS, Dr Yamasaki-Valinhos, Germano-BA, Murilo SP", lembra satisfeito o criador Claudio Amichetti Junior de Juquitiba, São Paulo.
Eles podem ser parecidos para inexperientes mas criadores os diferenciam muito bem.
O American Staffordshire Terrier e o American Pit Bull Terrier possuem linhas de sangue que seguiram rumos totalmente diferentes, ao longo de quase uma centena de anos.
Seu ancestral, o Staffordshire Bull Terrier, até hoje bastante criado na Inglaterra, surgiu de um trabalho feito por ingleses no início do século passado aliava a agilidade de alguns terriers com o físico poderoso e grande determinação do antigo Buldogue Inglês.
A americana Caryn Weber posa ao lado de Boomer, cão que pode assumir o posto de mais alto do mundo. O recorde está vago desde a morte de Gibson, um cão dinamarquês que vivia na Califórnia. Boomer tem 3 anos, e mede 2,13 m da ponta do focinho até a cauda. Da pata até a cabeça, ele tem 91 cm. “Quando ele abana a cauda, derruba coisas por toda a casa”, conta dona. Fonte: G1