Divulgação médico veterinária. Noticias, artigos, fotos, imagens, vídeos, Petclube é o melhor site que vende cães bulldog, pug, rhodesian ridgeback, frenchie bulldog, chihuahua, buldogue campeiro, olde english bulldogge, pitmonster, gatos ragdoll, maine coon , bengal, exotico, persa, com anúncios de divulgação de filhotes de cachorros e gatinhos munchkin toy raríssimos para todo Brasil
wthats 55 11 9386 8744 Juquitiba SP
A linguagem do Canino
Nosso cão fala sim. Cada cão fala. Observando um lobo, poderíamos ver a mímica rica das expressões diversas. O rosto de um lobo mostra muitas linhas, algumas mais, algumas menos escuras. Com elas em ação o animal pode se comunicar com os seus semelhantes. Os nossos cães, muitas vezes de uma cor só e descendentes de muitas e muitas gerações de pouca "escolaridade" e de "profissões" simples, têm bem mais dificuldades de se expressar. Mas mesmo assim. Eles falam com o rosto, as orelhas e o rabo. Neste sentido, cortar rabo e orelhas é quase como cortar a língua de um ser humano.
O rabo
As orelhas
O rabo, se o nosso cão não foi desnecessariamente amputado, conta histórias! O rabo bem para o alto mostra que o nosso cão se sente muito bem. Levantado especialmente para um encontro com um outro cão, significa: "Sei, quem sou eu! Pode cheirar minha carteira de identidade em baixo do rabo! A vontade!" Por outro lado, o rabo entre as pernas significa (Excepção: Cães galgos sempre deixam o rabo entre as pernas, faz parte do padrão da raça!): "Não sou ninguém, não cheire aqui, não quero briga!" Existem pessoas que dizem que abanar o rabo significa alegria e um cão que abana o rabo e morde é um traidor. Será? O rabo em ação significa o estado de alerta. Pode ser alegria, pode ser desconfiança. Devemos observar mais do que o rabo.
As orelhas mostram se um cão quer nos atacar. Orelhas para trás, quase invisíveis:
o se estamos na frente do cão: "Cuidado, mais um passo e eu vou morder!"
o se estamos atrás do cão: "Pode falar, quero escutar seus elogios!"
As orelhas erguidas (com certas raças bem orelhudas, pelo menos com o esforço de erguer): "Como vai? Quer dizer alguma coisa?"
Os dentes
Os pêlos
Um cão que nos mostra os dentes, pode estar pronto para nos despedaçar. Antes de fugir de um sorriso canino, devemos observar também as orelhas, o pêlo, os dentes, a voz e o rabo.
Os pêlos revelam sobre o estado de saúde e o cuidado do responsável para com o cão. Arrepiando os pêlos da nuca, ele quer se parecer maior. Geralmente antes de começar uma briga, seja com um ser canino, seja com um ser humano, ele quer aparecer maior que o adversário. Cuidado!
A voz
O corpo todo
Um cão pode latir, rosnar, uivar e soltar muitos outros sons. Os latidos podem ter muitas outras razões. O cão late de solidão, de medo, de alarme. Dependendo da raça, alguns latem o dia todo, outros somente no perigo. Alguns gostam de "telefonar" para os cães da vizinhança, outros latem na cerca para fazer de conta que são muito valentes. Nunca deveríamos esquecer que, em inúmeros casos, cães latiram para salvar a vida de pessoas.
Rosnar é sinal de alarme. Não devemos acariciar um cão estranho e rosnando. Uivos, principalmente nas noites de lua cheia nos lembram dos velhos tempos dos lobos soltos. Os lobos uivam para chamar outros para reunião de caça. Uivar pode ser uma forma de os cães expressarem a solidão. Os nossos cães, geralmente dezenas, uivam todos juntos, formando um coral canino, cantando para o nosso astro mais perto. Como eles não se reúnem para caça, nem choram de solidão, acredito que eles uivam pelo mesmo motivo, que, me desculpem a comparação, humanos formam um coral. E eles apresentam disciplina! Eles começam quase todos juntos e terminam exatamente no mesmo segundo! O uivo termina como se tivesse desligado um rádio.
Um cão com pêlo eriçado, pernas esticadas, parecendo pernas de pau, se fazendo bem grande, eqüivale ao mesmo se um superior humano se estica, as mãos na cintura, voz forte e ainda um chapéu grande na cabeça. O cão que se encontra em estado de alerta fica de pé e pode controlar todos os músculos para reagir na hora certa.
Um cão que arrasta a barriga no chão e se movimenta bem lentamente pode estar doente. Mas é mais comum se encolher diante de um outro cão ou de um humano para não apanhar. Nas provas de obediência na Alemanha, um cão que arrasta a barriga e coloca o rabo entre as pernas, perde muitos, até todos os pontos, pois mostra que o responsável lhe adestrou provavelmente com muita dureza até crueldade. O cão que se deita sobre as costas mostra bastante medo e está abanando a bandeira branca.
Escolas do Rio Grande do Sul estimulam a preservação da natureza e dos animais
A Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP15), iniciada ontem em Copenhague, na Dinamarca, terá seus resultados julgados por uma geração mais afeita à preservação do planeta do que os adultos que atualmente debatem o futuro da Terra. Nascidas em um período que já sente os efeitos dos erros do passado, e portanto mais sensíveis ao tema, as crianças de hoje ainda se beneficiam da tendência do sistema educacional de transformar o cuidado com a natureza em lição de vida.
Longe dos holofotes de Copenhague, projetos ecológicos desenvolvidos silenciosamente por escolas de Educação Infantil e Ensino Fundamental ajudam a moldar uma geração pró-verde e aumentar a esperança em um futuro sustentável. No Rio Grande do Sul, um número crescente de estabelecimentos investe em lições de educação ambiental e reforça o papel de destaque das crianças na luta pela preservação da natureza.
Na segunda-feira (7), enquanto começavam as discussões em Copenhague, a pequena Rita Guedes, de seis anos, circulava pelo pátio verdejante de uma escola da Capital com uma borboleta pousada sobre o peito. Ali, ela recebe lições ambientais diárias que contribuem para reforçar a vocação ecológica das novas gerações. O resultado pode ser observado até no supermercado. Em vez de pedir brinquedos ou doces, Rita jamais deixa um item fora do carrinho de compras: sementes de flores.
“A última que eu plantei foi um amor-perfeito vermelho. Eu rego a flor para ficar bem bonita”, conta a ambientalista precoce.
A escola onde ela cursa o último ano de Educação Infantil, a Amigos do Verde, investe no ensino com foco no ambiente. O pátio é uma área verde de 2,5 mil metros quadrados onde vivem porquinho-da-índia, jabuti, tartarugas, galos, galinhas, codornas e periquitos – além das visitas eventuais de papagaios e sabiás. A alimentação também é controlada – o colégio produz alimentos orgânicos para consumo e, nas festas, até o brigadeiro é integral.
Além de contar com uma disciplina de agroecologia, a preservação é assunto em todas as matérias. Os alunos incorporam a filosofia.
“Um dia, vi um aluno com a boca suja de feijão. Disse para ele limpar com o guardanapo, mas ele preferiu passar a língua para não desperdiçar o papel”, surpreende-se o diretor, Frederico Carneiro Behrends.
“A questão ambiental hoje permeia o trabalho da escola, principalmente na forma de projetos temáticos desenvolvidos ao longo do ano”, observa o presidente do Sindicato dos Estabelecimentos do Ensino Privado no Estado (Sinepe/RS), Osvino Toillier.
Notas dos alunos melhoraram
O colégio Projeto, também na Capital, investe há três anos em iniciativas desse tipo. A cada ano, é escolhido um tema para nortear as discussões e o trabalho dos alunos. Depois de abordar os resíduos, em 2007, no ano passado discutiram a alimentação. Em 2009, o tema é a preservação da vida animal. O resultado dos debates e pesquisas será resumido em uma exposição em que antigas gaiolas vão virar obras de arte.
“Como também é ano de Bienal, os alunos estão preparando uma exposição para o dia 19 de dezembro”, conta a coordenadora pedagógica geral, Elizabeth Baldi.
A rede pública também vem se somando às brigadas ambientalistas. Em Cachoeirinha, a Escola Estadual Nossa Senhora de Fátima investe na reciclagem. As aulas de artes reaproveitam materiais como garrafas pet, e até as folhas de papel utilizadas em trabalhos e avaliações são armazenadas em uma sala e posteriormente vendidas para recicladores.
“O recurso é investido em novos projetos ecológicos”, ensina a vice-diretora da instituição, Stela Maris de Mello Rodrigues.
Além de ajudar o planeta, a escola deixou de sofrer atos de vandalismo, e o comportamento e a nota dos estudantes envolvidos melhoraram. Uma lição que Copenhague precisa aprender.
Siga o exemplo
Veja o que a sua escola pode fazer para proteger a natureza e aumentar a conscientização de todos:
Separar o lixo
De nada adianta falar sobre a importância de separar e reciclar o lixo se o próprio estabelecimento não conta com lixeiras específicas para lixo orgânico e seco a fim de que os alunos possam praticar o que é ensinado.
Reaproveitar
Garrafas plásticas, papel usado e muitos outros materiais que normalmente vão para o lixo podem ser reciclados na própria escola – utilizados em aulas de artes ou para decoração de festas e datas festivas, por exemplo.
Vale recolher papéis usados em trabalhos e avaliações e vender o material para reciclagem.
Alimentação
Além de conscientizar os alunos sobre a importância de consumir alimentos saudáveis, de preferência naturais e orgânicos, a escola pode oferecer aulas práticas de culinária. Se houver um bar ou refeitório, privilegiar esse tipo de alimentação.
Integração
Mesmo que o colégio tenha uma disciplina específica dedicada à educação ambiental, é importante estimular o debate sobre a preservação da natureza em todas as matérias. A saúde do planeta diz respeito a todas as áreas da vida humana.
Projetos
É possível aprofundar o aprendizado ecológico mediante a realização de projetos temáticos ao longo do ano. Os alunos podem ser estimulados, por exemplo, a discutir sobre a preservação da fauna e apresentar um trabalho sobre isso ao final do período.
Fonte: Zero Hora
SAIBA MAIS:
BULDOGUE FRANCÊS
PUG
RHODESIAN RIDGEBACK
BULDOGUE INGLÊS
STAFFORDSHIRE BULL TERRIER
BULL TERRIER
AMERICAN STAFFORDSHIRE TERRIER
CHIHUAHUA
OVERBULLY(SUPER BULLY)
EXOTICOS AMICAT´S
MAINE COON AMICAT´S
BENGAL AMICAT´S
RAGDOLL AMICAT´S
PETCLUBE
Amichettibullys & AMICAT´S Bengal Maine Coon Ragdoll Exótico
Villa Amichetti- Paraíso Ecológico- uma forma sustentável de ConViver.
Rod. Régis Bittencourt, km 334, apenas 40 min. de SP-Juquitiba .
Agende uma agradável visita para adquirir seu filhote e faça belo passeio no santuário ecológico com a Mata Atlântica preservada.
REGULAMENTO DE CRIAÇÃO
DEFINIÇÃO
O presente regulamento discrimina a criação de caninos de raça pura. Visa, o mesmo, orientar os criadores para que obtenham exemplares do mais alto nível técnico, estabelecendo, ao mesmo tempo, preceitos que devem reger a criação.
ART. 1º - Serão considerados criadores, para efeito do presente regulamento, todos aqueles que, possuidores de uma ou mais fêmeas de raça pura, devidamente registradas no Serviço de Registro Genealógico da Confederação Brasileira de Cinofilia, mantenha afixo regularmente concedido.
ART. 2º - A solicitação do registro de afixo será feita pelo criador a CBKC, através da entidade expedidora de sua jurisdição, que aprovará, em caso de não haver denominação idêntica concedida anteriormente, ou se a mesma não for considerada anti-ética.
ART. 3º - Para fins de reprodução, os machos e fêmeas deverão ser obrigatoriamente de mesma raça e possuirem os Certificados de Registro de Origem emitidos pela CBKC ou por ela reconhecidos.
ART. 4º - Não será permitido o acasalamento entre irmãos inteiros, salvo em casos especiais e com permissão do Diretor Técnico da entidade expedidora com recurso ao Diretor Cinotécnico da Confederação Brasileira de Cinofilia.
Parágrafo Único - Para as raças que tenham na jurisdição entidade especializada, a autorização será dada pelo Diretor Técnico da mesma e comunicada a Federação de sua jurisdição.
ART. 5º - Os acasalamentos de consanguinidade de família, excetuado o mencionado no Artigo anterior, serão admitidos dispensada a aprovação.
ART. 6º - No caso de fêmea vinda do exterior já coberta, deverá ser apresentado, após a chegada ao país, o atestado de cobertura passado pelo proprietário do macho junto com a cópia do seu Certificado de Origem ("pedigree").
ART. 7º - A cobertura feita através de inseminação artificial obedecerá ao regulamento específico em vigor.
ART. 8º - A solicitação de registro de ninhada deverá ser efetuada dentro do prazo de 90 (noventa) dias, a contar da data do nascimento, cumprindo o que determina o Regulamento do Serviço de Registro Genealógico.
ART. 9º - Na solicitação do registro serão pagas de imediato as taxas devidas que serão acrescidas de multa de 100% (cem por cento) para as ninhadas cuja solicitação de registro tenha sido à partir de 91 dias.
ART. 10º - Decorridos os prazos estipulados no artigo anterior, não serão concedidos registros, salvo casos especiais que necessariamente deverão ser submetidos a reunião do Conselho Administrativo da CBKC encaminhados pelo Conselho Administrativo do clube da jurisdição.
ART. 11º - A Entidade expedidora deverá, na ocasião do registro de ninhada, comunicar ao criador a necessidade de verificação no caso previsto no artigo anterior.
ART. 12º - O nome dos filhotes será de livre escolha do criador, porém não poderá conter mais de 30 (trinta) caracteres, incluindo o afixo e espaços, de acordo com os regulamentos da FCI.
Parágrafo Único - O Serviço de Registro Genealógico terá o direito de recusar o registro de nomes inconvenientes.
ART. 13º - No caso de repetição de nome do exemplar pelo mesmo criador, será obrigatório o sufixo ordinal aposto ao nome do exemplar.
ART. 14º - O exemplar não poderá ter seu nome alterado depois de registrado.
ART. 15º - Para efeito de criação, a raça Fila Brasileiro obedecerá o regulamento específico.
ART. 16º - Os casos omissos serão resolvidos pelo Serviço de Registro Genealógico da CBKC.
ART. 17º - O presente Regulamento entrará em vigor a partir de 29/03/89.
REGULAMENTO SERVIÇO DE REGISTRO GENEALÓGICO
Art. 1º - O serviço de registro genealógico (SRG) é o responsável pela manutenção do registro de todos os cães de raças puras que lhes são afetos no território nacional. Competindo-lhe:
I) Anotar no registro individual de cada animal, todos os títulos por ele conquistados e homologados em sua carreira cinófila e demais observações pertinentes de cada caráter técnico genético.
II) Coordenar junto as federações estaduais e todas as entidades filiadas a fim de que o procedimento das mesmas, no tocante a criação e registro genealógico, seja uniforme em todo o território nacional, fornecendo ainda os respectivos certificados de registro e todos os outros diplomas legais pertinentes.
III) Manter o registro atualizado dos afixos existentes, para que não exista a coincidência de denominações.
IV) Elaborar e manter atualizado o livro de registro genealógico dos animais de raças caninas pura e tipos que estão afetos a CBKC.
Art. 2º - O SRG será dirigido por Assessor Técnico da CBKC, que será responsável por todos os documentos e relatórios emitidos.
Art. 3º - No caso do criador residir em área não coberta por uma das entidades eclécticas a documentação poderá ser enviada diretamente ao SRG acompanhada de um cheque nominal à CBKC para cobrir as taxas.
Art. 4º - O documento identificador do cão, indicando as características básicas do animal padronizadas de acordo com a raça, variedade e pelagem (tipo e cor) mostrando os ascendentes do animal obrigatóriamente até a terceira geração é o Certificado de Registro - C.R. (Pedigrees).
Art. 5º - A base de emissão do C.R. será o mapa de registro de ninhada que será encaminhado pela Entidade Eclética da jurisdição do criador uma vez recolhidas as taxas devidas
Art. 6º - Serão emitidos pelo SRG os devidos diplomas correspondentes aos títulos oficiais conquistados pelos cães em suas atividades nas pistas.
Parágrafo 1º - Todo e qualquer título oficial conquistado pelo animal, depois de devidamente homologado será anotado pelo SRG, na ficha individual do mesmo.
Parágrafo 2º - A anotação prevista no parágrafo anterior será feita a partir de solicitação do proprietário, através de carta indicando os certificados que habilitam o cão ao Título, anexando cópias dos mesmos.
Art. 7º - O certificado de registro de origem (pedigree) é o documento inerente ao cão registrado.
Art. 8º A transferência de propriedade será efetuada mediante assinatura do proprietário no verso do pedigree com a anuência do novo proprietário; recolhidas as taxas devidas na apresentação do pedido.
Art. 9º - A emissão da segunda via do pedigree será feita em atendimento a solicitação escrita do proprietário a entidade ecléctica de sua região recolhidas as taxas devidas.
Art. 10 - Todo criador ou proprietário de cão de raça pura registrado no SRG está obrigado a comunicar a morte do cão a fim de que seja dado baixa no registro e anotado o fato nos devidos controles.
Art. 11 – Qualquer infração dos artigos anteriores serão penalizados e deverão ser comunicadas ao SRG pelo clube local ecléctico ou especializado.
Art. 12 - Em qualquer época verificando-se a falsidade nas informações ou existência de fraude, serão aplicadas as penalidades previstas:
Parágrafo 1º - Quando a falta implicar na validade do registro, será o mesmo cancelado.
Parágrafo 2º - Qualquer denuncia de caráter técnico, desde que documentada pelo denunciante deverá ser encaminhada ao Assessor Técnico da Diretoria da CBKC.
Art. 13 - Para efeito de co-propriedade em cães e necessário encaminhar a CBKC via entidade local o pedigree devidamente assinado juntamente com um contrato de co-propriedade.
Art. 14 - Em casos de litígio, a Confederação Brasileira de Cinofilia exime-se de qualquer responsabilidade pelo não cumprimento do contrato de co-propriedade pelos contratantes, bem como não pode ser invocada para arbitrar disputas eventualmente surgidas entre estes mesmos contratantes, sendo que estas condições deverão estar explicitadas no contrato.
Art. 15 - A co-propriedade limita-se a no máximo 3 (três) pessoas.
Art. 16 - Os cães importados serão registrados no SRG seguindo a seguinte sistemática:
I) Deverão ser apresentados pelo proprietário os seguintes documentos:
a) pedigree original em nome do criador ou proprietário nacional do cão;
b) atestado de transferência de propriedade quando for o caso.
II) Os documentos descritos no item anterior deverão ser sempre autenticados pela entidade cinófila do país de origem.
Art. 17 - Deve ser entendido que para efeitos de reprodução os animais importados estão sujeitos as mesmas exigências dos nacionais.
Art. 18 - Os criadores ou proprietários que pretenderem exportar os seus animais deverão solicitar a CBKC a emissão do C.R.O. de Exportação do qual deverá constar o número do microchip e o nome do novo proprietário.
Art. 19- O país de origem de cada um dos ascendentes deverá ser indicado ao lado do nome do mesmo e de seu respectivo número de registro.
Art. 20 - O Certificado de Exportação deverá conter a assinatura do Diretor Presidente e a chancela da CBKC.
Art. 21 - Os C.R.O's serão numerados seguindo a seguinte sistemática:
I - R.G. - Registro Geral - essas duas letras indicarão que o cão não tem ascendentes até a 3ª geração com registro inicial.
II - A seguir, separadas as duas letras anteriores por um traço teremos três letras que serão assim utilizadas:
A) Para animais nacionais:
1- As duas letras indicarão o estado de federação em que nasceu o animal. A terceira letra indicará o clube municipal em cuja jurisdição o animal foi registrado.
2- Dois algarismos a seguir indicarão o ano de nascimento do animal.
3- Separados os dois algarismos anteriores por uma barra teremos cinco algarismos que serão usados em sequência de emissão específica para cada Clube.
4- A numeração prevista neste artigo será portanto, como o exemplo que se segue:
RG/RJA/04/00001.
B) Para animais importados, os pedigrees estrangeiros reconhecidos serão registrados em livro próprio, precedidos da sigla CBKC/E e em ordem numérica sequencial.
Art. 22 - A Entidade receptora de registro de ninhada dispõe de 40 (quarenta) dias, para a remessa dos mapas de registro de ninhada, acompanhados das respectivas taxas em vigor para a CBKC.
Parágrafo único – O não cumprimento deste prazo sujeitará o infrator as penalidades previstas na tabela oficial de serviços da CBKC.
Art. 23 - O Serviço de Registro Genealógico da CBKC compromete-se a expedir os certificados de registros de origem aos clubes num prazo máximo de 60 (sessenta) dias, contados da data de entrada da solicitação na CBKC.
Art. 24 - Ultrapassados 90 (noventa) dias do recebimento do pedido de registro de ninhada por parte do clube sem que tenha sido enviado a Secretaria da CBKC, esta comunicará a federação ou ao clube eclético assemelhado, que terá que suspender a subdelegação do serviço de registro genealógico do clube em situação irregular.
Parágrafo único – No caso dos clubes ecléticos assemelhados e federaçãoes a suspensão será feita pela CBKC.
Art. 25 – A Diretoria de Registro Genealógico das Federações será o órgão encarregado, em cada estado ou região, de orientar e fiscalizar todos os atos inerentes aos serviços em âmbito nacional ao SRG da CBKC.
Art. 26 – A Diretoria de Registro Genealógico das Federações será composto pelos Diretores Técnicos das entidades especializadas e eclécticas que formam a Federação e será presidido pelo Diretor Técnico desta.
Art. 27 - As sanções previstas no presente regulamento serão sempre aplicadas pelo Conselho de Registro Genealógico das Federações e recursos de suas decisões serão apreciados pelo SRG da CBKC.
Art. 28 - Todos os documentos descritos neste regulamento devem prever em sua feitura o controle por sistema de processamento de dados.
Art. 29 - O SRG baixará normas específicas sobre o registro de afixos e demais procedimentos de sua competência.
Art. 30 - O presente regulamento, aprovado pelo Conselho Deliberativo da CBKC entrará em vigor a partir de 12 de julho de 2004.
SAIBA MAIS:
BULDOGUE FRANCÊS
PUG
RHODESIAN RIDGEBACK
BULDOGUE INGLÊS
STAFFORDSHIRE BULL TERRIER
BULL TERRIER
AMERICAN STAFFORDSHIRE TERRIER
CHIHUAHUA
OVERBULLY(SUPER BULLY)
EXOTICOS AMICAT´S
MAINE COON AMICAT´S
BENGAL AMICAT´S
RAGDOLL AMICAT´S
PETCLUBE
Amichettibullys & AMICAT´S Bengal Maine Coon Ragdoll Exótico
Villa Amichetti- Paraíso Ecológico- uma forma sustentável de ConViver.
Rod. Régis Bittencourt, km 334, apenas 40 min. de SP-Juquitiba .
Agende uma agradável visita para adquirir seu filhote e faça belo passeio no santuário ecológico com a Mata Atlântica preservada.